O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Confira outros destaques do balanço da empresa, que viu uma queda de 18,1% nos investimentos
O grupo educacional Cogna registrou prejuízo líquido de R$ 90,975 milhões no primeiro trimestre de 2021, uma marca 132,5% pior que no mesmo período de 2020.
No critério ajustado, houve lucro líquido de R$ 6,495 milhões, queda de 86,1% sobre os primeiros três meses do ano passado.
Mesmo assim, as ações da empresa estão subindo na manhã desta sexta-feira. Por volta das 11h, os papéis COGN3 avançavam 4,39%, cotados a R$ 4,04.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 351,874 milhões entre janeiro e março deste ano, um recuo de 30,3% na comparação anual.
A margem Ebitda ficou em 27,9%, baixa de 3,1 pontos porcentuais. Na categoria recorrente, o Ebitda foi de R$ 365,814 milhões, queda de 16,9% sobre o primeiro trimestre do ano anterior.
A Cogna alcançou o montante de R$ 1,262 bilhão em receita líquida nos primeiros três meses do ano, uma queda de 22,4% sobre o mesmo período de 2020. As provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) foram de R$ 164,362 milhões, uma queda de 23,2% na comparação anual.
Leia Também
As despesas operacionais somaram R$ 230,546 milhões, queda de 1,6% sobre o primeiro trimestre do ano passado. O capex da Cogna no primeiro trimestre foi de R$ 51,6 milhões, uma queda de 43,9% na comparação anual, sendo que o investimento em expansão cresceu 69,1%, a R$ 46 milhões, sustentado pelo processo de reestruturação da Kroton.
Somando os dois números, a queda nos investimentos foi de 18,1% sobre os primeiros três meses de 2020, alcançando 5,9% da receita líquida.
A geração de caixa operacional antes de capex da empresa foi de R$ 267,157 milhões no primeiro trimestre, favorecida pela maior arrecadação na Kroton, a um melhor comportamento de algumas linhas de capital de giro e a antecipação de recebíveis de cartão de crédito.
O fluxo de caixa livre foi negativo em R$ 701,552 milhões, refletindo amortização parcial das debêntures. A dívida líquida da Cogna ficou em R$ 2,909 bilhões ao fim de março, praticamente estável ante os R$ 2,919 bilhões de dezembro.
A alavancagem, medida pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado, ficou em 1,97 vezes no primeiro trimestre, ante 1,89 vezes no período imediatamente anterior.
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo