O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O resultado divulgado pelo Banco Central é menor que os valores registrados em 2018 (R$ 38,260 bilhões) e 2017 (R$ 17,127 bilhões)
Apesar da rentabilidade menor em relação a outras aplicações financeiras, a caderneta de poupança registrou captação líquida positiva pelo terceiro ano consecutivo.
Dados divulgados nesta terça-feira, 7, pelo Banco Central mostram que, em 2019, os brasileiros depositaram R$ 13,327 bilhões líquidos na poupança. O valor já leva em consideração os saques promovidos no período.
O montante é menor que os valores registrados em 2018 (R$ 38,260 bilhões) e 2017 (R$ 17,127 bilhões), mas consolida o período de recuperação da caderneta, após os saques líquidos registrados nos anos de crise. Somente em 2015 e 2016, com muitas famílias recorrendo à poupança para fechar as contas, R$ 94,270 bilhões líquidos haviam deixado a caderneta.
Em 2019, apesar de a poupança alternar meses de saques e depósitos, os aportes prevaleceram, na esteira da relativa recuperação da economia e da diminuição do desemprego.
Em dezembro, mês de pagamento do 13º salário, a poupança registrou captação líquida positiva de R$ 17,211 bilhões. O montante foi resultado de aportes de R$ 260,544 bilhões e retiradas de R$ 243,333 bilhões.
Considerando o rendimento de R$ 2,534 bilhões no período, a poupança fechou 2019 com saldo total de R$ 845,465 bilhões. Em valores nominais (sem considerar a inflação), este é o maior saldo da história da poupança. A série histórica do BC leva em conta valores desde janeiro de 1995.
Leia Também
O desempenho da poupança em 2019 ocorre a despeito de a aplicação não ser mais tão atrativa. Com a baixa da Selic (a taxa básica de juros da economia), o retorno da poupança também caiu nos últimos anos. Isso porque, pelas regras atuais, a poupança é remunerada pela taxa referencial (TR), que está em zero, mais 70% da Selic. A Selic, por sua vez, está em 4,50% ao ano, no menor patamar da história.
Na prática, o retorno atual da poupança é de 3,15% ao ano - um porcentual que, em 2020, pode perder para a inflação, já que o mercado financeiro projeta alta de 3,60% para os preços no ano.
Em 2019, conforme cálculos da consultoria Economatica, a poupança ainda gerou um retorno real (já descontada a inflação) de 2,96%. O desempenho ficou bem abaixo do registrado por outras aplicações. O Ibovespa - índice de referência da bolsa brasileira -, por exemplo, teve ganho real de 27,60% em 2019.
Atraso e revisão de contas no balanço da Aegea provocou desconforto nos investidores e rebaixamento do crédito, mas o Itaú BBA acredita que parte da reação foi alarmismo
Relatório da Empiricus com gestores de crédito atingiu o pico de pessimismo em abril, diante do alinhamento de más notícias para a classe de renda fixa
Debêntures e bonds da companhia de saneamento estão sendo penalizados em meio ao aumento da percepção de risco
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR