🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Balanço do Seu Dinheiro

Quem seguiu nossas recomendações em 2019 ganhou dinheiro?

Spoiler: Sim! Confira um balanço dos acertos e erros do Seu Dinheiro (mais acertos do que erros) para os investimentos em 2019

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
1 de janeiro de 2020
12:22 - atualizado às 10:44
Árvore de dinheiro
Imagem: Shutterstock

O ano de 2019 acabou e agora é época de fazer o balanço do que passou e os planos para 2020. Como já mostramos aqui no Seu Dinheiro, no mundo dos investimentos 2019 foi o ano de quem tomou risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se você já nos acompanhava no início do ano passado, sabe que publicamos uma série de reportagens e um eBook sobre onde investir em 2019. Revisitamos o tema no meio do ano, com uma série sobre onde investir no segundo semestre.

Pois bem, será que acertamos nas recomendações? Sim! Ao menos na maior parte delas. Quem seguiu nosso roteiro ganhou dinheiro em 2019. Mas também cometemos alguns erros, afinal, ninguém tem bola de cristal. E foi justamente nos mercados mais incertos e difíceis de prever: câmbio e criptomoedas.

A seguir, eu faço um balanço dos nossos erros e acertos sobre os investimentos em 2019:

Tesouro Direto e renda fixa

Apesar dos juros baixos, 2019 foi um ano brilhante para a renda fixa em geral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Primeiro, por conta de um forte movimento de queda nos juros futuros e de cortes adicionais na Selic, que valorizaram os títulos que se beneficiam desse tipo de cenário.

Leia Também

Segundo, porque a preparação do mercado para a retomada da economia estimulou o mercado de crédito privado - títulos emitidos por empresas.

Tesouro Direto

No Tesouro Direto, nossas recomendações, conforme a matéria que eu publiquei no início do ano, foram os títulos públicos prefixados com vencimento depois de 2025 e os títulos públicos atrelados à inflação (Tesouro IPCA+ ou NTN-B) com vencimento após 2026 - isto é, papéis de longo prazo. Entre os dois tipos, a preferência era pelas NTN-B.

Para quem já tinha esses papéis na carteira, a recomendação era manter ou comprar mais. A indicação valia tanto para quem quisesse levar os papéis ao vencimento quanto para quem desejasse vendê-los antecipadamente para embolsar os lucros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quem seguiu a recomendação em janeiro se deu bem. Os títulos de longo prazo foram justamente os que mais se valorizaram no ano no Tesouro Direto.

Enquanto classe de ativos, as NTN-B aparecem na quarta posição no ranking dos melhores investimentos de 2019. O IMA-B 5+ (índice que reproduz o desempenho de uma cesta de NTN-B com prazo de cinco anos ou mais) teve alta de 30,28%, quase a mesma rentabilidade do Ibovespa.

Como você pode ver pela tabela, quem seguiu nossa recomendação em janeiro se deu bem. Os títulos atrelados à inflação de longo prazo foram justamente os que mais valorizaram no ano, mas os pré também não se saíram mal.

No segundo semestre, eu voltei ao tema para saber se, mesmo depois de uma forte alta na primeira metade do ano, investir nesses títulos ainda era uma boa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na ocasião, o prognóstico era de que os juros futuros já não tinham espaço para quedas muito maiores, ou seja, que esses papéis já não tinham tanto espaço para valorização.

Para quem já tinha os títulos na carteira, a recomendação foi vender uma parte para realizar ganhos, mas não tudo. Deu para realizar os bons ganhos do primeiro semestre, e ainda embolsar a pernada extra que esses papéis tiveram no segundo semestre.

Para quem ainda não tinha esses papéis, a recomendação foi comprar títulos longos atrelados à inflação e títulos prefixados de curto prazo. De fato, a maior parte desses títulos continuou se valorizando, mas como você pode ver pela tabela a seguir, eles andaram pouco no segundo semestre.

Renda fixa além do Tesouro Direto

Na renda fixa privada, as recomendações foram as Letras de Câmbio (LC) que remunerassem de 115% a 120% do CDI - o que foi equivalente a um retorno de 6,84% a 7,14% no ano -, além de debêntures, Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso das LC, o retorno sugerido foi capaz de vencer até mesmo a poupança antiga, aquela que ainda paga o rendimento fixo de 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR). Comparado à poupança nova então, que está pagando 70% da Selic mais TR, nem se fala.

Boa pedida para uma porção mais conservadora da carteira, desde que preservado o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), de R$ 250 mil por CPF, por instituição financeira emissora.

No caso das debêntures, a Anbima - associação que reúne as entidades que atuam no mercado de capitais - calcula índices de desempenho desses papéis no mercado.

O IDA-Geral, índice que representa uma cesta de debêntures com prazos e indexadores variados, teve alta de 8,54% em 2019. Já o IDA-IPCA, que reúne debêntures com remuneração indexada à inflação pelo IPCA, subiu 12,89%. Se considerarmos apenas o índice que acompanha o desempenho das debêntures de infraestrutura - aquelas que são isentas de IR para a pessoa física - a alta foi de 12,23%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Repare que essas remunerações acima de 12% representam um retorno de mais ou menos 1% ao mês (antes de descontar eventuais impostos e/ou taxas, claro), aquela remuneração que o brasileiro tanto gosta, mas que ficou mais difícil de alcançar em tempos de juros baixos. O CDI em 2019 foi de apenas 5,95%.

Quanto aos CRI, talvez a melhor forma de mensurar seu desempenho seja olhando para o retorno dos fundos imobiliários de papel, aqueles que investem justamente em títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário (majoritariamente CRI).

O Banco Inter passou a calcular um índice que acompanha este mercado, o IFI-D. Em 2019, ele teve alta superior a 9%, considerando valorização das cotas e rendimentos pagos pelos fundos. Foi um retorno bem inferior ao do IFIX, o índice de fundos imobiliários, mas ainda superior ao CDI.

Quando revisitei o tema na metade do ano, os especialistas ouvidos continuavam construtivos para os mesmos tipos de ativos. No segundo semestre, as debêntures e fundos de crédito privado passaram por um susto, experimentando uma desvalorização pontual por conta da volatilidade nos preços (não foi um problema de crédito dos emissores dos papéis). Mesmo assim, o retorno no ano foi formidável para essas classes de ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ações

Em janeiro, os especialistas ouvidos pelo repórter Vinícius Pinheiro estimavam que o Ibovespa poderia terminar o ano entre 105 mil e 112 mil pontos, o que daria cerca de 30% de valorização no ano (arredondando para cima).

No meio do ano, eles revisaram as estimativas para algo entre 110 mil e 115 mil pontos. E cá estamos: 2019 terminou com o Ibovespa em 115.645,34 pontos, uma alta de 31,58%.

Isso quer dizer que, sem ter que escolher ações, se você tivesse comprado um ETF (fundo de índice negociado em bolsa) de Ibovespa em janeiro (BOVA11, XBOV11, BOVB11 ou BOVV11), você teria tido um retorno em linha com a projeção do Seu Dinheiro.

No início do ano, as apostas eram nas empresas voltadas para o mercado interno e que poderiam se beneficiar de uma retomada da economia, como varejistas, locadoras de carros, administradoras de shoppings e bancos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estatais que poderiam ser privatizadas também estavam entre as ações promissoras. Já as produtoras de commodities tinham um potencial menor, dado que as expectativas eram de um menor crescimento mundial.

Só que os primeiros sinais de retomada do crescimento demoraram a aparecer. Mesmo assim, o movimento de queda nos juros se mostrou um motor poderoso para a bolsa.

No meio do ano, quando o Vini tornou a conversar com os mesmos especialistas para perguntar onde investir no segundo semestre, todos continuavam recomendando bolsa, mudando apenas algumas ações das suas carteiras recomendadas.

Vejamos, em 2019, das 22 ações indicadas, apenas duas tiveram desempenho negativo e nove ficaram abaixo do Ibovespa, sendo que apenas sete realmente se distanciaram um pouco mais do desempenho do índice.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No segundo semestre também foram indicadas 22 ações no total, só que o desempenho dos papéis foi um pouco pior no período. Desde 2 de julho, quando a matéria foi publicada, seis papéis tiveram desempenho negativo e 11 ficaram abaixo do Ibovespa, metade das recomendações. Porém, apenas nove se distanciaram mais do índice.

Fundos imobiliários e imóveis

No início do ano, dissemos que as perspectivas para os fundos de investimento imobiliário eram muito positivas em 2019. E de fato, os FII se saíram melhor que a bolsa no ano que passou. O IFIX teve alta de 35,98%. Basicamente, esses ativos foram beneficiados, como previsto, pelo juro baixo que ainda caiu mais.

Os fundos mais recomendados foram os chamados "fundos de tijolo", aqueles que investem em imóveis propriamente ditos, e não apenas em títulos de renda fixa atrelados ao mercado imobiliário, como é o caso dos fundos de papel. A recomendação foi mantida para o segundo semestre.

De fato, o índice desse tipo de fundo imobiliário calculado pelo Banco Inter, o IFI-E, subiu mais ou menos 24% em 2019. Mas a alta se concentrou mesmo no primeiro semestre do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor de shopping centers era um dos preferidos dos especialistas ouvidos no começo de 2019. O fundo CSHG Brasil Shopping (HGBS11), recomendado por um dos analistas, teve valorização na bolsa de 39,30% no ano. Apenas no segundo semestre, sua valorização foi de 16,33%.

Quando falamos de imóveis residenciais, as apostas dos especialistas ouvidos no início do ano pelo repórter Fernando Pivetti eram de que 2019 seria marcado por uma retomada, um novo início de ciclo de valorização, tando dos preços das propriedades quanto dos aluguéis.

Mensurar o desempenho desse mercado é mais difícil, mas o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), do Banco Central, dá uma ideia de como caminham os preços dos imóveis nas principais regiões metropolitanas. Até outubro de 2019, data do último dado disponível, a alta foi de 3,06% no indicador.

No caso dos valores de locação, podemos olhar para o Índice Fipezap. Até novembro, o índice de locação residencial acumulou alta de 4,64% em 2019, acima da inflação de 3,12% pelo IPCA, mas abaixo da variação de 5,11% pelo IGP-M.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja, no caso dos imóveis residenciais, o desempenho não foi realmente brilhante, o que sugere que a retomada pode até estar no início, mas ainda não ocorreu de fato.

Já para os imóveis comerciais, que também estavam bem recomendados em janeiro, o desempenho não foi bom em 2019. Até novembro, os preços anunciados dessas propriedades acompanhados pelo Índice Fipezap tiveram queda de 2,29%. Já o preço médio de locação permaneceu praticamente estável, com alta de apenas 0,19%.

Criptoativos

Prever alguma coisa no mercado de criptoativos é bem difícil. Trata-se de um mercado bastante volátil e descorrelacionado de outros ativos, e muitos questionam se as moedas digitais e contratos inteligentes podem ser tratados como investimento.

Mas afora as discussões ontológicas, fato é que muita gente vem comprando criptomoedas como forma de apostar nessa tecnologia que pode revolucionar o mundo das transações financeiras. Então não há por que ignorá-las.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por tudo isso, recomendamos que os investidores mais arrojados tenham apenas uma pequena parte da carteira alocada nesses ativos - pequena mesmo, o dinheiro da pinga, e não o do leite! Trata-se de um mercado extremamente arriscado. É a pimentinha para você não ficar de fora de um mercado que é nebuloso agora, mas que no futuro pode se tornar bem mais "normal".

No começo do ano, nosso colunista Nicholas Sacchi analisou o bitcoin, principal criptomoeda, à luz das suas evoluções tecnológicas e regulatórias, e chegou à conclusão de que valia a pena sim estar posicionado no ativo. O resultado foi que o bitcoin valorizou mais do que todos os demais ativos que acompanhamos em 2019, uma alta de 95,62% em reais.

Ele também indicou outras criptomoedas, mas todas as altcoins tiveram desempenho negativo. Elas têm preços unitários baixos, o que faz com que qualquer pequena oscilação se reflita em uma variação percentual enorme, o que já não ocorre com o bitcoin.

Para o segundo semestre, o Nicholas continuou bastante construtivo para o bitcoin. E de fato os fundamentos desse mercado eram bastante positivos, dado que ele se formaliza cada vez mais, e tem potencial de crescimento com a entrada do investidor institucional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, ao menos no segundo semestre, não foi visto esse brilho todo, nem mesmo com a perspectiva de "halving" em 2020, evento que reduz a emissão de novos bitcoins, o que tende a tornar o ativo escasso. A alta do bitcoin se deu mesmo no primeiro semestre, quando acumulou mais de 200% de alta. Depois, a moeda digital devolveu boa parte dos ganhos.

Câmbio

Dizem que o câmbio só existe para humilhar os economistas. Pelo visto, para humilhar os jornalistas também. Acertar para onde vai o preço de uma moeda frente às outras é muito difícil, pois são muitas as variáveis que afetam as cotações das divisas.

No início do ano, todos os especialistas ouvidos pela repórter Bruna Furlani estavam mais favoráveis ao real do que ao dólar. Erramos de novo na matéria que publicamos no meio do ano. Pois 2019 terminou com a moeda americana um pouco acima dos R$ 4, numa valorização de 3,63% na cotação à vista e 4,04% na taxa PTAX.

Mesmo tendo acontecido exatamente o contrário do que previmos, ainda assim o dólar foi o ativo que menos se valorizou no ano. Não sem antes passar por muitos altos e baixos, é claro. Em novembro, a divisa chegou a superar os R$ 4,20 pela primeira vez na história.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar das previsões iniciais, a Bruna recomendou, como sempre fazemos, uma alocação em dólar ou fundo cambial como forma de seguro para a sua carteira. Ou seja, não seria um posicionamento para lucrar com a alta da moeda, que não era o esperado na época, mas sim como forma de proteção caso a previsão desse errado. Ao menos esta recomendação deu certo.

O que vem por aí

Para 2020, o cenário ainda é construtivo para ativos de risco, mas não tanto para renda fixa. Nos próximos dias, publicaremos a nossa série especial de reportagens sobre onde investir em 2020. Se você quer ganhar dinheiro neste novo ano, fique ligado. Feliz ano novo e bons investimentos!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar