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2020-10-23T12:12:21-03:00
Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.
SÓ ELOGIOS

O bom, o ótimo e a Weg: BofA eleva preço-alvo das ações a R$ 90

Para analistas, empresa tem tudo para manter os resultados em patamares altos, justificando valor de mercado

22 de outubro de 2020
13:01 - atualizado às 12:12
Weg
Imagem: Divulgação

Existem atualmente no mercado empresas boas e ótimas. E existe a Weg.

É com esta frase que o Bank of America (BofA) inicia a análise dos resultados da fabricante de equipamentos industriais no terceiro trimestre. Não é para menos, afinal, ela superou (e muito) as expectativas do mercado para o período.

Após ter um aumento de 54% do lucro líquido em relação ao mesmo período de 2019, em meio à pandemia de covid-19, os analistas Murilo Freiberger e Gustavo Tasso decidiram elevar o preço-alvo das ações de R$ 75,00 para R$ 90,00, reiterando a recomendação de compra, ao avaliar que a companhia ainda tem gás para apresentar resultados como os vistos no trimestre passado.

Por volta das 12h50, as ações da Weg subiam 2,95%, a R$ 80,71. Acompanhe a cobertura de mercados do Seu Dinheiro.

Para eles, a Weg está aproveitando a combinação de exposição ao mercado de energia solar, que registra forte avanço, a retomada do mercado de bens de capital no País e uma execução espetacular da estratégia operacional, capturando a demanda reprimida.

Os analistas destacaram que a receita apresentou uma taxa de crescimento composta anual (CAGR, em inglês) de quase 15% nesta década, mesmo com a economia contraindo 4% por dois anos consecutivos.

“Para nós, esta impressionante conquista destaca a execução sem paralelo [da estratégia] da Weg e a força de seus produtos premium”, diz trecho do relatório.

O fato de as ações estarem em patamares elevados – 71 vezes a relação entre o preço das ações e o lucro para 2021, acima da média de 28 vezes vista nos últimos cinco anos – não é um motivo para se adotar uma postura negativa em relação aos papéis da Weg, na opinião dos analistas do BofA.

“Nós acreditamos que esta avaliação é justificável pela exposição às tendências disruptivas [do mercado de bens de capital], a primorosa execução [da estratégia], escassez de valor e o bom momento dos resultados”, diz trecho do relatório.

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