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alívio para a varejista

Via Varejo anuncia conclusão de alongamento de dívidas

Empresa alonga aproximadamente R$ 4 bilhões, com vencimento médio em 60 dias para prazo aproximado de 1,3 ano

Fachada da loja Casas Bahia, rede pertencente à Via (VIIA3)
Casas Bahia é uma das redes de lojas operadas pela Via (VIIA3) - Imagem: Shutterstock

A Via Varejo, dona das Casas Bahia, anunciou a conclusão do processo de alongamento de dívidas. A medida, em complemento à oferta pública de distribuição primária de ações, deve resultar no fortalecimento da estrutura de capital da empresa.

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A empresa alonga aproximadamente R$ 4 bilhões, com vencimento médio em 60 dias para prazo aproximado de 1,3 ano, o que somado à capitalização da companhia de R$ 4,4 bilhões, resulta, na somatória entre as medidas de reforço e preservação de caixa, em um total de R$ 8,4 bilhões no período.

Para chegar ao resultado, a empresa elencou as seguintes medidas:

Colocação de 100% e liquidação da quinta emissão pública de debêntures e recompra de 99,8% das notas promissórias com vencimento original em setembro de 2020. Neste contexto, Via Varejo diz que foi realizada em 29 de junho a quinta emissão pública de debêntures simples, no valor de R$ 1,5 bilhão.

A Via Varejo também cita alongamento, via instrumento financeiro de dívida, pelo prazo final de dois anos, de operações de Risco Sacado/antecipação de fornecedores com vencimentos originais no segundo trimestre.

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Adicionalmente, a Via Varejo optou por refinanciar aproximadamente R$ 2,5 bilhões de operações de risco sacado (antecipação a fornecedores). O refinanciamento ocorreu através da celebração de aditivo à Cédula de Crédito Bancária (CCB), que contará com um prazo final de 2 (dois) anos, carência de principal de 6 (seis) meses e amortização trimestral a partir de dezembro de 2020, com pagamento de juros trimestrais à taxa de remuneração CDI acrescida de uma sobretaxa (spread) de 3,90% ao ano.

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O mecanismo da operação funcionará da seguinte forma: o montante, antes contabilizado na conta “fornecedores” do Balanço Patrimonial passará a ser contabilizado na conta de “Empréstimos e Financiamentos de Curto e Longo Prazo”.

Consequentemente, a companhia alonga a dívida em aproximadamente R$ 2,5 bilhões, com vencimento nesse trimestre, para o prazo médio aproximado de 1,2 ano. O aumento da dívida bancária de R$ 2,5 bilhões corresponde a redução da conta fornecedores no mesmo valor, diz a Via Varejo

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