O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Recursos captados pela companhia por meio da integralização das debêntures serão destinados para alongamento do perfil da dívida
A Via Varejo anunciou a aprovação da 5ª emissão pública de debêntures simples e a autorização para possível aquisição de até 100% das notas promissórias comerciais da 2ª emissão da empresa.
Segundo a empresa, o valor total da emissão pode chegar a R$ 1,5 bilhão na data de emissão. Serão emitidas até 1,5 milhão de debêntures ao valor nominal unitário de R$ 1 mil. A operação é para investidores qualificados.
As debêntures são investimentos de renda fixa de dívida privada, por meio dos quais o investidor-comprador torna-se credor da empresa emissora do papel. Quem compra a debênture está emprestando dinheiro à companhia emissora em troca de uma rentabilidade, os juros.
No caso da Via Varejo, a empresa informa que sobre o valor nominal unitário da primeira série incidem juros remuneratórios correspondentes a 100% da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, over extra grupo, expressas na forma percentual ao ano, acrescidas de uma sobretaxa (spread) de 3,75% ao ano.
Sobre o valor nominal unitário da segunda série incidem juros remuneratórios correspondentes a 100% da variação acumulada da Taxa DI, acrescidas de uma sobretaxa (spread) de 4,25%.
A debêntures da primeira série terão prazo de vigência de um ano contado da data de emissão, e as debêntures da segunda série terão prazo de vigência de 2 anos, segundo a Via Varejo.
Leia Também
Os recursos captados pela companhia por meio da integralização das debêntures serão destinados para alongamento do perfil da dívida, incluindo, mas não se limitando, à aquisição, pela companhia, de notas promissórias comerciais da 2ª emissão, por meio de oferta pública de aquisição.
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%