O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Varejista de móveis enviou prospecto preliminar de IPO, visando expansão e desenvolvimento de nova marca
O ano está sendo realmente das ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês). Ainda que algumas empresas tenham ficado para trás, muitas estão apresentando pedidos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A novidade da vez é a Tok&Stok, varejista de móveis. Sua controladora, a Estok Comércio e Representações, enviou na terça-feira (20) o prospecto preliminar da operação. Ela consistirá em uma oferta primária, em que os recursos irão ao caixa da empresa, e uma secundária, para que os acionistas possam vender participação no capital social.
Não foi informada a quantidade de ações a serem emitidas, nem o valor por unidade. Ela pretende listar os papéis no Novo Mercado, segmento de empresas da B3 com práticas mais rigorosas de governança corporativa.
De acordo com o documento, a maior parte dos recursos da oferta primária (40%) será destinada à execução do plano de expansão e iniciativas para melhoria da experiência do consumidor. Outros 25% irão para transformação digital e tecnologia, 20% para desenvolvimento de nova marca e aquisições e 15% para desalavancagem financeira e melhoria da estrutura de capital.
O controle da companhia está nas mãos do fundo de investimentos Carlyle. Desde 2012 ele detém cerca de 60% do capital social. O restante está dividido entre os membros da família Dubrule, que fundou a empresa em 1978.
A operação está sendo coordenada por Itaú BBA, Credit Suisse, Bank of America, Bradesco BBI, Santander e UBS-BB.
Leia Também
Com 59 lojas espalhadas em 21 Estados e o Distrito Federal, as operações da Tok&Stok são voltadas aos segmentos de renda A e B, a ponto de a maioria das unidades estarem na região Sudeste – 54% do total.
O documento destaca que a empresa pretende ser uma empresa do tipo one-stop-shop, um lugar em que o cliente consegue mobiliar e decorar sua casa com apenas uma única visita a qualquer um de seus canais.
Neste sentido, ela passou os últimos anos investindo no comércio pela internet, o que fez com que a participação das vendas online passasse de 5% da receita líquida em 2017 para mais de 24% nos nove meses encerrados em 30 de setembro. Recentemente, ela integrou seus canais os serviços de retirada em loja (pick-up in store).
“Reflexo disso, durante o período de 9 meses encerrado em 30 setembro 2020, 18% dos nossos clientes já são omnicanal, e 35% dos nossos clientes visitam o nosso site antes de ir para as lojas físicas, de acordo com uma pesquisa com aproximadamente 1.200 mil clientes e 785 entrevistas nas nossas lojas físicas em dezembro de 2018, e 73% vão às lojas físicas antes de comprar no nosso site de acordo com a mesma pesquisa”, diz trecho do prospecto.
Assim como outras varejistas, a Tok&Stok não conseguiu escapar dos efeitos da crise de covid-19. Ela registrou um prejuízo ajustado de R$ 11,6 milhões no acumulado do ano até 30 de setembro, revertendo o lucro apurado no mesmo período de 2019.
A receita caiu 23,4%, para R$ 668,1 milhões, e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado recuou 92,2%, a R$ 8,5 milhões.
Entre 2017 e 2019, porém, ela apresentou uma taxa de crescimento composta anual (CAGR, em inglês) de 106,4% do lucro ajustado, 25% do Ebitda ajustado e 8% da receita líquida.
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente