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Dona da Vivo aprovou a conversão de 1,1 bilhão de ações preferenciais (PN) em ações ordinárias (ON), sinalizando melhora na governança
A Telefônica Brasil anunciou nesta quinta-feira (1) a conversão de 1,1 bilhão de ações preferenciais (PN) em ações ordinárias (ON) - com a consequente extinção das ações preferenciais.
A proporção de conversão foi confirmada pela Assembleia Geral Especial dos Titulares de Ações Preferenciais: uma ação ordinária para cada uma ação preferencial.
Segundo a empresa, acionistas dissidentes da assembleia têm direito de retirar-se da companhia, mediante o reembolso do valor - calculado com base no valor de patrimônio líquido por ação em até 30 dias.
A Telefônica diz que a conversão das ações é um passo importante no processo de fortalecimento da governança da Vivo junto a seus acionistas minoritários.
A medida deve oferecer mais direitos e proteção, principalmente pela extensão do direito de voto e existência de para todos os acionistas do tag along - mecanismo de proteção aos minoritários no caso de mudança no controle da companhia.
"A conversão para uma única classe de ações consolidará e potencializará a liquidez e o valor de mercado da empresa", diz a Telefônica. "A iniciativa confirma ainda o foco da Vivo no longo prazo, respeitando os preceitos da ética e transparência nas relações com todos seus stakeholders".
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As ações ordinárias são aquelas que, por Lei, conferem direito a voto nas assembleias de acionistas ao seu detentor. Os papéis preferenciais não têm direito a voto ou sofrem algum tipo de restrição em relação a esse direito.
Como compensação, os detentores de ações PN podem ter prioridade no recebimento de dividendos, no reembolso de capital investido em caso de quebra da companhia ou as duas coisas.
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