O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
IPO da empresa de serviços industriais levantou R$ 200 milhões, valor muito abaixo do costumeiro, de R$ 1 bilhão
A Priner, empresa de serviços industriais, acaba de concluir uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de R$ 200 milhões na bolsa brasileira, valor muito abaixo das aberturas de capital nacionais, que costumam superar a marca de R$ 1 bilhão.
Segundo a companhia, a ação foi definida a R$ 10 - no piso da faixa indicativa de preço, que ia até R$ 13. As ações da Priner estreiam na próxima segunda-feira, 13, com o código PRNE3.
O teste do "mini-IPO" ocorre diante do interesse do investidor de menor porte pela renda variável por causa dos juros baixos. De outro lado, há muitas empresas médias com apetite por recursos para crescer.
Por causa da demanda, bancos e corretoras começam a se interessar por esse mercado. A XP, único coordenador da oferta da Priner, estruturou uma área focada nas ofertas de pequeno porte, apurou o jornal O Estado de São Paulo/Broadcast. Os fundos de private equity, que compram participação em empresas, têm em seu portfólio companhias candidatas a operações similares.
No caso da Priner, a oferta se concentrou em investidores brasileiros. Pessoas físicas ficaram com 40% do total e o restante com institucionais, dizem fontes. A Priner listou suas ações no Novo Mercado, segmento de maiores obrigações de governança da B3.
A Priner recebeu investimento da gestora carioca Leblon desde 2013, que há tempos defende mudanças no modelo de oferta de ações para viabilizar ofertas de menor porte. A oferta foi primária, e o fundo permaneceu na companhia.
Leia Também
Outros fundos são entusiastas dos "mini" IPOs. O Stratus, por exemplo, teria intenção de repetir a dose da Priner com empresas como Cinesystem (rede de cinema) e Maestro (locadora de veículos).
A aposta é de que ao menos dez mini IPOs possam ocorrer neste ano. "Agora que houve o teste, outras ofertas devem ocorrer. Sempre tem que ter a primeira a abrir a porta", disse uma fonte que acompanhou a operação da Priner.
A maioria deve ser de empresas já com investimento de private equity, o que seria garantia de uma governança mais organizada.
Rogério Santana, diretor de relacionamento com clientes da B3, disse que as miniofertas não serão mais o "patinho feio" do mercado, que já vem se estruturando ao redor dessas IPOs.
No ano passado, o banco ABC Brasil lançou plataforma para atrair empresas com faturamento anual a partir de R$ 250 milhões que buscam um IPO.
Santana lembra que, quando o Brasil tinha elevadas taxas de juros e a renda fixa era o grande investimento no País, os investidores pediam liquidez para entrar e sair dos ativos. Como consequência, no mercado de renda variável estabeleceu-se uma barreira muito alta para um IPO ser considerado atrativo.
A movimentação pelas operações de menor porte ocorre há tempos. Em 2019, a B3 liberou IPOs menores de R$ 500 milhões no Novo Mercado, na tentativa de destravar esse segmento.
No mercado, a percepção é de que o segmento pode decolar à medida que se acumulem histórias de sucesso. Antes da Priner, um dos casos de êxito foi o da Sinqia, ex-Senior Solution, que abriu seu capital no Bovespa Mais e, anos depois, migrou ao Novo Mercado.
No ano passado, quando a provedora de tecnologia para o sistema financeiro voltou ao mercado e captou R$ 364 milhões em uma oferta subsequente, a demanda dos investidores foi forte. A Sinqia, aliás, já foi uma empresa do portfólio da Stratus.
*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo
Com novo programa de recompensas e benefícios, banco quer fisgar cliente que fica no meio do caminho entre varejo e private, afirmou Thiago Mendonça ao Seu Dinheiro; veja a estratégia
Enquanto o Nubank avança em seus investimentos, o mercado aguarda os resultados para entender se essa expansão virá acompanhada de mais riscos
A Embassair oferece uma plataforma completa de serviços para a aviação executiva, incluindo abastecimento de aeronaves e atendimento a passageiros, com operação 24 horas por dia
A companhia tem 37 concessões em rodovias, aeroportos e trilhos e pode mudar de mãos para pagar dívida entre Bradesco e Grupo Mover
A companhia tenta levantar até R$ 5 bilhões em novo capital e negocia alternativas com credores, que pressionam por mudanças na governança e discutem conversão de dívida em participação acionária
A empresa teve três CFOs em menos de três meses. Camille Loyo Faria, ex-Americanas e ex-Oi, durou pouco mais de um mês no cargo, e deu espaço à Vieira, agora substituído por Quintino
Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos
Bancos e indústria chegam com projeções otimistas para o 1T26, enquanto o mercado monitora sinais sobre demanda e rentabilidade
As partes envolvidas, Ecopetrol e demais acionistas, estruturaram a operação como formação de controle, e não como transferência de controle
A Sabesp afirmou que avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE por meio de uma relação de troca
Mesmo com execução melhor que o esperado e recuperação operacional em curso, analistas avaliam que juros altos, competição e upside limitado justificam recomendação neutra para BBDC4
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos