🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

PRÉVIA DOS BALANÇOS

Os grandões vêm aí: Petrobras e Vale divulgam os resultados; veja o que esperar

Semana será marcada pela apresentação dos resultados de algumas das principais companhias da B3

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
25 de outubro de 2020
20:20 - atualizado às 9:22
boxe, disputa
Imagem: Shutterstock

No mundo do boxe, as disputas dos peso pesados são geralmente as mais aguardadas pelos fãs. As lutas de Mike Tyson, Evander Holyfield e Muhammad Ali foram capazes de atrair a atenção inclusive daqueles que não acompanham a “nobre arte”, marcando seus nomes para sempre na cultura popular.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A atração destas lutas talvez esteja justamente na força que esses lutadores têm. Um soco de um peso pesado “apaga” alguém em segundos. E quando um deles é atingido em cheio, a queda é impressionante.

Quando os peso pesados da bolsa divulgam seus resultados, ocorre algo muito parecido. Se a Petrobras tem um resultado muito bom, ela é capaz de puxar sozinha o Ibovespa para cima. Mas quando ela é nocauteada, o índice inteiro sente.

Esta semana será marcada pela apresentação dos resultados das principais companhias da B3. Além da petroleira, estão previstas as demonstrações financeiras de Vale e Ambev do terceiro trimestre. Os resultados de Santander e Bradesco também estão programados para esta semana – veja o que esperar nesta matéria do Vinicius Pinheiro.

Confira as expectativas do mercado para os principais nomes desta semana e o calendário completo de divulgação. Até o fim do período de divulgação, você pode acompanhar os principais resultados e saber o que esperar dos números das empresas do Ibovespa com a equipe do Seu Dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fique de olho, para não ser nocauteado.

Leia Também

Segunda-feira (26)

  • Klabin – antes da abertura

Terça-feira (27)

  • Santander (SANB11) – antes da abertura
  • Cielo (CIEL3) – após o fechamento
  • Raia Drogasil (RADL3) – após o fechamento

Quarta-feira (28)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Pão de Açúcar (PCAR3) – após o fechamento
  • Gerdau (GGBR4) – antes da abertura
  • Multiplan (MULT3) – após o fechamento
  • Vale (VALE3) – após o fechamento
  • Bradesco (BBDC4) – após o fechamento
  • Petrobras (PETR4) – após o fechamento

Quinta-feira (29)

  • Ambev (ABEV3) – antes da abertura
  • B2W (BROW3) – após o fechamento
  • Fleury (FLRY3) – após o fechamento
  • Lojas Americanas (LAME4) – após o fechamento
  • Usiminas (USMI5) – antes da abertura
  • Suzano (SUZB3) – após o fechamento

Petrobras – se recuperando

O balanço da Petrobras sempre é um evento aguardado pelo mercado, dado seu peso na bolsa.

A expectativa é de uma recuperação em relação ao segundo trimestre, diante da melhora do cenário macroeconômico e o bom desempenho operacional visto no terceiro trimestre, mas a linha final do balanço ainda deve ser negativa, por conta da depreciação do câmbio.

Dados divulgados em 20 de outubro mostram que ela produziu 2,952 milhões de boe/d de petróleo, gás natural e líquido de gás natural (LGN) no terceiro trimestre deste ano. Esse volume representa uma alta de 5,4% ante o trimestre anterior e de 2,6% ante igual período do ano anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado fez com que ela projetasse que a produção média ficará acima dos 2,7 milhões de boe/d estabelecido como meta para 2020. E isto sem produzir estoques em excesso.

“Ajudada pela melhora da tendência operacional, os resultados [do terceiro trimestre] devem vir maiores, comparados com o desempenho muito fraco do segundo trimestre, quando a produção, as vendas de combustíveis e os preços foram duramente afetados pela covid-19 e o enfraquecimento da economia”, diz trecho do relatório do Bank of America (BofA).

A Petrobras divulga seu resultado na quarta-feira (28), após o fechamento do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.

Projeções para o resultado:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Prejuízo líquido: R$ 4,150 bilhões
  • Ebitda: R$ 16,520 bilhões
  • Receita líquida: R$ 56,315 bilhões

Vale – ainda melhor

A quarta-feira (28) será o dia mais movimentado da temporada de balanços do terceiro trimestre. Além da Petrobras, a Vale também programou para divulgar os resultados após o fechamento do mercado.

A mineradora fechou o segundo trimestre com um lucro líquido de US$ 995 milhões, revertendo o prejuízo apurado no mesmo período de 2019, quando a companhia estava sofrendo as consequências financeiras oriundas do rompimento da barragem de Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).

No terceiro trimestre, a Vale se beneficiou da valorização do preço do minério de ferro. As cotações estão em alta principalmente por causa da alta demanda da China, além de restrições na oferta, provocada pela pandemia. Mesmo assim, a receita pode apresentar uma leve contração em base trimestral, porque o volume de vendas no terceiro trimestre foi considerado baixo.

Segundo o Goldman Sachs, o total de 74 milhões de toneladas de minério de ferro comercializadas ficou 17% abaixo do que se esperava. “Nós esperamos um Ebitda de US$ 6,6 bilhões, alta de 67% na comparação trimestral, mas vemos alguns riscos significativos para nossas estimativas por conta do menor volume de vendas de minério de ferro”, diz trecho de relatório do banco americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Vale divulga seu resultado na quarta-feira (28), após o fechamento do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.

Projeções para o resultado:

  • Lucro líquido: US$ 1,394 bilhão
  • Ebitda: US$ 3,524 bilhões
  • Receita: US$ 7,466 bilhões

B2W – vencedor

Se tem uma empresa que conseguiu atravessar tranquilamente a pandemia é a B2W.

Enquanto outras companhias, inclusive do segmento de varejo, tiveram que interromper suas operações por conta do novo coronavírus, ela aproveitou o crescimento na quantidade de brasileiros utilizando o e-commerce para fazer compras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A B2W teve o melhor trimestre da história no período de abril a junho, com crescimento de 65% da receita líquida, para R$ 2,4 bilhões. As vendas totais, que incluem ainda os números de produtos comercializados em seu marketplace (“shopping virtual”) subiram 72%, para R$ 6,7 bilhões.

Para a XP Investimentos, a B2W deve manter um patamar elevado de vendas no terceiro trimestre, com um crescimento de 54% das vendas totais, abaixo da alta de 72,2% vista no segundo trimestre. “Esperamos um resultado positivo, com a empresa mantendo um forte ritmo de vendas totais (GMV) no trimestre, apesar de levemente abaixo do segundo trimestre”, diz a corretora em relatório.

A B2W divulga seu resultado na quinta-feira (29), após o fechamento do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.

Projeções para o resultado:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Prejuízo líquido: R$ 59 milhões
  • Ebitda: R$ 170 milhões
  • Receita: R$ 2,184 bilhões

Ambev – dias melhores

Os dias difíceis da Ambev parecem estar ficando para trás. O segundo trimestre foi o período mais complicado que a empresa enfrentou em sua história, segundo disse o presidente da companhia, Jean Jereissati Neto, em teleconferência com analistas.

O lucro líquido caiu 51,3% entre abril e junho, para R$ 1,2 bilhão, por conta dos efeitos da pandemia. O fechamento de bares e restaurantes diminuiu as vendas em 4,3%, para R$ 11,6 bilhões.

Com a retomada das atividades, além de ajustes em sua estratégia de negócios, com a aposta em aplicativo de entrega de bebidas em casa, o volume de vendas deve crescer no terceiro trimestre. O Goldman Sachs calcula uma alta de 8%. “Esperamos que esta seja a notícia mais positiva dos resultados do terceiro trimestre, apoiando a visão de que os consumidores brasileiros mantiveram o consumo de cerveja e o portfólio da Ambev voltou a crescer”, diz trecho do relatório.

Os analistas do banco afirmam que, se concretizada, será a primeira alta em um terceiro trimestre em cinco anos. Mas eles ressalvam que este resultado pode ter sido obtido às custas do reajuste de preços, além da maior venda de produtos mais baratos, ao invés de cervejas premium. Eles recomendam ficar de olho na margem bruta da Ambev, que pode recuar em relação ao terceiro trimestre de 2019.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro fator que pode favorecer o resultado consolidado da Ambev é a desvalorização do real ante o dólar, aumentando os resultados obtidos no Canadá, onde a performance foi boa.

A Ambev divulga seu resultado na quinta-feira (29), antes da abertura do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.

Projeções para o resultado:

  • Lucro líquido: R$ 1,343 bilhão
  • Ebitda: R$ 3,379 bilhões
  • Receita: R$ 10,508 bilhões

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar