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Os resultados do primeiro trimestre começam a trazer os primeiros impactos do coronavírus na economia e uma previsão do que esperar para os próximos meses
Com a crise do coronavírus, a nossa rotina foi radicalmente afetada. Até mesmo a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2020, que deveria terminar na última sexta-feira, foi impactada e teve o seu tempo prolongado.
Os números dos primeiros três meses do ano divulgados até agora dão uma ideia do problema que as companhias terão pela frente nos próximos meses, refletindo apenas o começo da crise causada pela pandemia em seus caixas.
Depois da divulgação de diversos pesos-pesados da bolsa na semana passada, os próximos dias também continuam agitados.
A empresa de proteínas Marfrig, que inicialmente divulgaria os seus resultados na semana passada, é o primeiro destaque a abrir os seus números, na segunda-feira.
Na quinta-feira, é a vez da varejista de moda Lojas Renner. E a semana termina com a divulgação dos números da siderúrgica Usiminas, fortemente afetada pela queda da demanda de aço na China.
Confira abaixo a expectativa para os principais resultados da semana.
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Com um certo atraso na programação inicial, nesta semana conheceremos os resultados do primeiro trimestre da Marfrig, empresa que tem se comportado de forma exemplar na bolsa de valores, acumulando uma alta de mais de 40% no ano.
Mas apesar do bom desempenho recente na bolsa, os resultados do frigorífico no primeiro trimestre devem sentir os impactos do coronavírus.
Antes da disseminação da doença, a Marfrig vinha apresentando melhora nos resultados. No quarto trimestre de 2019, a companhia teve um lucro de R$ 27 milhões ante o prejuízo de R$ 1,257 bilhão no mesmo período no ano anterior.
A política empregada vinha sendo marcada por um investimento na melhoria do processo de gestão, com foco na diminuição das dívidas. A empresa contava com R$ 8,4 bilhões em caixa e R$ 21,7 bilhões de dívida bruta total.
Em 2020, a pandemia veio mudar o rumo dos negócios do mundo todo, incluindo a Marfrig, que deve ser imensamente impactada pela contração da economia chinesa neste primeiro trimestre.
A empresa é a companhia brasileira com o maior número de unidades habilitadas para exportarem proteína à China. Então, com a queda na demanda, a Marfrig deve ser bem penalizada.
Segundo os analistas consultados pela Bloomberg, a empresa deve apresentar um prejuízo de R$ 92,25 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo, desta forma, o lucro de R$ 4 milhões no mesmo período do ano passado.
No Brasil, as empresas do segmento de proteína registraram uma alta na demanda de supermercados e atacados. A expectativa para os próximos meses deve ser melhor para a companhia.
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro no fim de março, o novo CEO da Marfrig, Miguel Gularte, disse que a empresa está preparada para qualquer cenário, inclusive para a queda de demanda vinda da China. Gularte se mostrou otimista com a recuperação do país após o isolamento intenso do início do ano.
As Lojas Renner entraram em 2020 com o pé direito, depois de um bom 2019, quando o lucro líquido da rede teve um aumento de 7,7% e chegou na casa do R$ 1,099 bilhão, muito acima da expectativa dos analistas. A receita líquida no ano foi de R$ 8,474 bilhões, um crescimento de 13,2%.
Mas o coronavírus não deu vida fácil para a companhia nos últimos meses. Com lojas fechadas no país inteiro, a operação está quase que totalmente concentrada no e-commerce.
Como medida para proteger o seu caixa durante a pandemia, a Renner cortou a sua distribuição de dividendos relativos ao resultado de 2019 de 50% para o mínimo de 25%. Além disso, a companhia também diminuiu as projeções para investimentos no ano - passando de R$ 910 milhões para R$ 560 milhões.
Com o cenário da crise que começou a se desenhar durante março, a empresa já deve trazer os primeiros impactos do coronavírus em seu balanço.
Segundo os analistas consultados pela Bloomberg, a Renner deve ver o seu lucro líquido cair mais de 40%, indo a R$ 98 milhões nos primeiros três meses do ano. O esperado é que a receita líquida registre uma queda de 4,13%, a R$ 1,812 bilhão.
No comunicado em que anunciou o corte na distribuição de dividendos, o presidente do conselho da Renner, José Galló, afirmou que a empresa sempre foi capaz de sair fortalecida em razão da "força da marca" e da "proposta de valor diferenciada".
Enquanto os dois outros destaques da semana vinham de resultados fortes em 2019, a Usiminas estava no sentido contrário. E a crise do coronavírus não em nada nessa tendência, é claro.
A companhia registrou uma queda de 33% no lucro do quarto trimestre de 2019, para R$ 268 milhões. No ano, o lucro da siderúrgica caiu 55%, para R$ 377 milhões, acima da previsão dos analistas.
E mais uma vez uma preocupação que vem da China. O país é um dos maiores consumidores de aço e, com a queda da atividade, a demanda deve ser fortemente impactada, prejudicando a companhia.
A queda na demanda doméstica também deve ser uma preocupação para a companhia nos próximos meses.
A redução da demanda já fez a Usiminas paralisar os altos-fornos 1 e 2 da Usina de Ipatinga, em Minas Gerais. As atividades da usina de Cubatão, em São Paulo, também foram paralisadas temporariamente.
A projeção de investimentos da companhia para 2020 caiu para R$ 600 milhões, ante R$ 1 bilhão anunciado anteriormente.
Em meio às incertezas trazidas pelo coronavírus, uma boa notícia. No fim de março a companhia fechou um acordo com o fundo de pensão da empresa e irá receber R$ 393,9 milhões, uma cifra que irá reforçar o caixa da companhia em meio à crise do coronavírus.
Segundo analistas consultados pela Bloomberg, o esperado é que a companhia reverta o lucro do mesmo período do ano passado e tenha um prejuízo de R$ 200,4 milhões.
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