O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultado ainda é melhor do que o esperado pelo mercado financeiro; dívida líquida da empresa aumentou 44%, em meio a uma perda de valor de mercado
A companhia aérea Gol apresentou um prejuízo líquido ajustado de R$ 771,8 milhões no segundo trimestre deste ano. No mesmo período do ano passado as perdas chegaram a R$ 2,1 milhões.
O resultado é melhor do que o esperado pelo mercado financeiro, que projetava um prejuízo de R$ 975,6 milhões, segundo analistas ouvidos pela agência Bloomberg. Mas sem ajustes, com variações cambiais e monetárias, a última linha do balanço chega a R$ 1,997 bilhão negativo.
A Gol terminou o trimestre com R$ 13,4 bilhões em dívidas (uma alta de 44,2%), sendo R$ 6 bilhões de curto prazo e 12,8 bilhões de longo prazo, segundo a própria companhia. A liquidez total da Gol (caixa e contas a receber) atingiu R$ 3,3 bilhões.
A empresa teve uma queda bruta, de 89%, na receita líquida - que atingiu R$ 358 milhões. No entanto, é um desempenho melhor do que o esperado por analistas, que previam uma baixa de R$ 618 milhões.
De acordo com a aérea, no segundo trimestre a demanda medida em RPK foi de 771 milhões - uma redução de 90,5%. O cálculo é feito com a multiplicação do número de passageiros pagantes pela distância realizada em voo - um RPK corresponde a um assento ocupado durante um quilômetro de viagem.
Seguindo a mesma trajetória, a oferta teve um decréscimo de 89,9% em comparação ao mesmo período do ano passado e a taxa de ocupação chegou a 78,2% no trimestre. A Gol transportou 600 mil de clientes durante o período, uma queda de 91,8% comparado ao segundo trimestre de 2019.
Leia Também
Ainda segundo a empresa, o volume total de decolagens foi de 5,1 mil, decréscimo de 91,2% em comparação ao segundo trimestre de 2019. O total de assentos disponibilizados ao mercado chegou a 821 mil, uma queda de 92%.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Gol foi de R$ 99 milhões no segundo trimestre. A queda é de 88% na comparação anual. Já a margem Ebitda foi de 27,7%, em uma baixa de 1,8 ponto percentual.
Mesmo com a baixa brutal em todos os números, a empresa segue a líder em transporte de passageiros no Brasil. A queda da demanda acontece no setor todo por causa da pandemia de covid-19.
A retomada deve ser lenta e o setor espera baixas nos próximos anos. O mercado já precifica parte das perdas futuras, com as ações de aéreas caindo em bloco em todo o mundo. A própria Gol perdeu quase 50% por do valor de mercado desde o início do ano.
No entanto, a companhia tenta passar uma mensagem otimista aos acionistas, apoiando-se em uma visão de que a fase aguda das restrições de circulação já passou - o que tem se refletido nos números de semanas mais recentes.
Segundo o diretor vice-presidente de vendas e marketing da Gol, Eduardo Bernardes, desde que a demanda atingiu o mínimo em meados de abril com 5% do tráfego da empresa, houve um "consistente" aumento no volume de passageiros.
"Estamos comprometidos com a retomada gradual da nossa capacidade e vamos continuar sendo a companhia reconhecida por ter o modelo de negócios mais adaptável e flexível", diz o executivo.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas