O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Período foi marcado por alta volatilidade no mercado de grãos, câmbio desvalorizado e incertezas em relação a disputa comercial entre Estados Unidos e China
Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF apresentou nesta terça-feira (3) um lucro líquido de operações continuadas de R$ 1,213 bilhão em 2019, revertendo o prejuízo do ano anterior — movimento previsto por analistas ouvidos pela Bloomberg, que apontavam a cifra ajustada a R$ 798,357 milhões. É a primeira vez que a linha final do balanço anual fica no azul desde 2015.
Os números dizem respeito ao desempenho da empresa em um período marcado por alta volatilidade no mercado de grãos, câmbio desvalorizado e incertezas em relação à disputa comercial entre Estados Unidos e China. Foi também uma época pós-reestruturação da BRF, após trocas de comando, cortes de empregos e o escândalo da Operação Carne Fraca.
No início do ano, a BRF passou por uma dinâmica comercial positiva, com crescimento da receita líquida no primeiro semestre de 12,2%, impulsionada principalmente pelo aumento de preços na Arábia Saudita, decorrente da oferta restrita de produtos, aumento de preços na Turquia e o impacto positivo da desvalorização cambial.
Mas, no segundo semestre, a processadora de alimentos teve de lidar com restrições das exportações turcas para o Iraque e a suspensão temporária da planta de Abu Dhabi para a Arábia Saudita — o que pressionou parcialmente os resultados do ano. No quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 690 milhões.
A empresa diz que, nos últimos três meses do ano, mitigou o efeito da alta no custo dos grãos com substituição por insumos alternativos, ganhos de eficiência, de alavancagem operacional e da gestão matricial de gastos.
A margem bruta atingiu 25,5% no quarto trimestre — o melhor patamar desde o final de 2015. O Ebitda ajustado ficou a R$ 1.413 milhões, com margem Ebitda ajustada de 15,2% no trimestre. No ano, a linha mais que dobrou, para R$ 5,3 bilhões, com margem de 15,9%.
Leia Também
A BRF diz que a estratégia de longo prazo contemplava, para o ano de 2019, a reversão da tendência declinante da rentabilidade. "Superamos esse objetivo por meio de uma robusta evolução de nossa margem bruta, de 16,1% em 2018 para 24,1% em 2019, fruto do crescimento da nossa receita líquida em mais de R$ 3,2 bilhões ou 10,8% no período".
Mesmo com lucro 88% maior, as ações da empresa caíram com um guidance mais fraco para o segundo trimestre e a saída do cofundador do conselho de administração
Movimento ocorre após troca de CEO e faz parte da estratégia para enfrentar o endividamento e destravar resultados
O anúncio dos proventos acontece antes de a companhia divulgar os resultados do primeiro trimestre de 2026
Metais básicos impulsionam resultados operacionais, enquanto gargalos logísticos ligados ao conflito no Oriente Médio afetam o escoamento
Durante o evento VTEX Day 2026, executivos das empresas explicaram que é necessário fazer adaptações para conquistar o público brasileiro
Além da bolada aos acionistas, estatal aprovou plano bilionário de investimentos para este ano e mudanças no conselho
O movimento marca o início de uma captação mais ampla, que tem como meta atingir US$ 1,5 bilhão ao longo dos próximos cinco anos
O banco suíço cita uma desconexão entre lucro e valuation para a nova avaliação das ações, que agora tem potencial de queda de 8,40%
Em fato relevante, a empresa comunicou ao mercado sua decisão de aceitar a proposta da MAK Capital Fund LP. e da Lumina Capital Management.
Além do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, o advogado Daniel Monteiro, considerado próximo a Daniel Vorcaro, foi preso em São Paulo nesta manhã
Telefônica paga R$ 0,11421932485 por ação, enquanto Marcopolo distribui R$ 0,085; confira datas de corte e quando o dinheiro cai na conta
Após vencer leilões e reforçar o portfólio, companhia ganha mais previsibilidade de caixa; analistas veem potencial adicional nos papéis
Para aumentar margens, algumas varejistas, como supermercados e até o Mercado Livre, estão dando alguns passos na direção da venda de medicamentos
Com real valorizado e dados fracos de exportação, banco vê pressão nas receitas e risco de revisões para baixo
Seu prazo para conseguir novas injeções de capital ou mesmo entrar em recuperação judicial ou extrajudicial está cada dia menor. E quem sofre são médicos e pacientes
A CSN poderá arrecadar mais de R$ 10 bilhões com a venda de sua unidade de cimento, que também é garantia de um empréstimo feito com bancos
Sistema funciona como um “raio-x” do subsolo marinho, melhora a leitura dos reservatórios e eleva o potencial de extração
Com compra da Globalstar, empresa quer acelerar internet via satélite e ganhar espaço em um mercado dominado pela SpaceX
Mesmo abrindo mão de parte do lucro no Brasil, estatal compensa com exportações e sustenta geração de caixa; entenda o que está por trás da tese da corretora
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança