🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

marque na agenda

Santander e Cielo abrem temporada de resultados do 4º trimestre de 2019; veja o que esperar

Empresas passam por movimento de adaptações, com taxas de juros a mínimas históricas, mudanças promovidas pelo governo que afetam o mercado e o avanço das fintechs

Kaype Abreu
Kaype Abreu
27 de janeiro de 2020
6:20 - atualizado às 6:23
Imagem: Montagem: Andrei Morais / Seu Dinheiro

As empresas do setor financeiro abrem alas para a temporada de balanços do quarto trimestre e do ano de 2019. O Santander Brasil e a empresa de maquininhas de cartões Cielo – controlada por Banco do Brasil e Bradesco – serão as primeiras a divulgar os números.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A publicação do balanço a cada trimestre é um requisito regulatório para as companhias com ações negociadas na bolsa. O documento traz em detalhes os números operacionais e financeiros e ajuda os investidores a terem clareza sobre a situação da companhia, assim como a perspectiva de resultados futuros.

A Cielo é a primeira entre as empresas cujas ações fazem parte do Ibovespa a publicar os resultados de 2019. A divulgação está prevista para esta segunda-feira (27), após o fechamento dos mercados.

E as perspectivas para o balanço não são boas. A estimativa média dos analistas aponta para uma queda de 54% no lucro da empresa no quarto trimestre de 2019, de acordo com dados da Bloomberg.

A líder do mercado de maquininhas de cartão vem sofrendo com o ataque das novas empresas que começaram a atuar no setor, como Stone e PagSeguro. Para não perder ainda mais participação, entrou forte na guerra de preços, o que vem afetando os resultados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde que assumiu o comando da Cielo, no fim de 2018, Paulo Caffarelli deixou claro que a rentabilidade não era prioridade da empresa, mas sim a busca por volume. "A escala nos dará resultado", disse ao Estadão no início do ano passado.

Leia Também

O mercado, contudo, segue cético com a capacidade de reação da Cielo. Tanto que, nos últimos dois anos, a empresa já perdeu 65% do valor de mercado. Entre 19 casas de análise que cobrem a empresa, não há sequer uma recomendação de compra para as ações – 11 indicam a venda e oito mantêm-se neutras.

Para os analistas do Goldman Sachs, a Cielo vai continuar apanhando em 2020 - e deve perder outros 15% de lucro por ação, ao passo que Stone deve ganhar 44% e PagSeguro, 23%. "A Cielo precisa adaptar seu modelo de negócios para prover melhores serviços a seus clientes", dizem os analistas.

Ainda que a projeção para os resultados seja negativa, as ações da Cielo podem responder bem caso os dados operacionais mostrem um aumento no volume de transações realizadas pelas maquininhas da empresa e um sinal de que a guerra de preços nesse mercado está perto do fim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crédito em foco

Dois dias depois da Cielo será a vez do Santander Brasil de divulgar seus números do quarto trimestre e de 2019. O banco publica os resultados logo cedo, antes da abertura da bolsa. A projeção dos analistas é de um aumento de 12% no lucro da unidade do banco espanhol no país, para R$ 3,8 bilhões.

Embora seja um bom número, os grandes bancos seguem pressionados em meio ao aumento da competição no setor financeiro provocado pelas novas empresas de tecnologia financeira, as fintechs. O maior temor dos investidores é de que os bancōes repitam a história da Cielo.

Por isso, um dado que deve ser acompanhado de perto no balanço do Santander é o do crescimento do crédito, que pode compensar o avanço menor em outras linhas do balanço. Uma amostra do apetite dos bancos está no mercado de financiamento imobiliário.

No período, o Santander acirrou uma disputa silenciosa por clientes na área. Por conta da sequência de cortes na taxa básica de juros e a redução do custo de financiamento da casa própria, multiplicou-se o número de clientes que optam por trocar de banco em busca de condições melhores - a chamada portabilidade do crédito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os dados do Banco Central, de janeiro a novembro de 2019 a transferência de dívida imobiliária para outro banco somou R$ 1,46 bilhão, um crescimento de 175,43% em relação aos 11 primeiros meses de 2018.

Os investidores também vão acompanhar os efeitos que o banco espera das mudanças no cheque especial. Em novembro de 2019, o governo limitou a 8% ao mês os juros da modalidade, mas permitindo que as instituições cobrassem uma taxa mensal para oferecer o produto aos clientes. O Santander foi o único entre os grandes bancos que optou pela cobrança.

Em um cenário de maior concorrência e juros baixos, o banco tem ainda o desafio de manter os níveis de retorno sobre o patrimônio. Em especial porque o presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, estabeleceu como meta no ano passado manter a rentabilidade em 21% até 2022.

No terceiro trimestre, o retorno chegou a 21,1%. Nos últimos três meses de 2019, o número deve chegar a 22,1%, segundo a média das estimativas dos analistas compilada pela Bloomberg. Entre 18 casas que cobrem os papéis do Santander, cinco recomendam comprar as ações; 13 mantêm-se neutras, entre elas está o J.P. Morgan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas do banco norte-americano dizem ver uma significativa melhora nas métricas operacionais e no retorno sobre patrimônio do Santander. "No entanto, o valuation não está mais tão atrativo e nós enxergamos mais incertezas no ambiente macroeconômico para o Brasil", dizem.

A instituição ainda inclui como riscos para o Santander as margens pressionadas pela taxa de juros em mínimas históricas e a deterioração da qualidade do crédito na possibilidade da economia ficar estagnada.

Projeções para os balanços

Cielo (27 de janeiro, após o fechamento)

  • Lucro líquido: R$ 332,33 milhões (↓54,14% )
  • Receita líquida: R$ 3,144 bilhões (↑4,38%)
  • Ebitda: R$ 1,092 bilhão (↓20,42 %)

Santander (29 de janeiro, antes da abertura)

  • Lucro líquido: R$ 3,820 bilhões (↑12,2%)
  • Retorno sobre patrimônio: 22,1% (ante 21,1%)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
METAIS BÁSICOS NO FOCO

Vai destravar valor? O que a joint venture da Vale (VALE3) no Canadá significa para quem tem ações da mineradora

19 de fevereiro de 2026 - 14:15

Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões

SOBREVIVENTE

O dia seguinte ao apocalipse de US$ 2 trilhões: Totvs (TOTS3) prova que há vida após o caos da IA e ações podem dar um salto de 22%

19 de fevereiro de 2026 - 13:34

Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software

TOP PICKS

Petróleo sobe, mas Petrobras (PETR3) não é a preferida do BTG para lucrar; veja as queridinhas de óleo e gás do banco

19 de fevereiro de 2026 - 12:17

Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos

NOVA PARCERIA NO RADAR

Unipar (UNIP6) e Casa dos Ventos fecham contrato para compra de energia e participação em usinas solares no Mato Grosso do Sul

19 de fevereiro de 2026 - 10:40

A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis

UMA AÇÃO, UM VOTO

Axia (AXIA3) quer subir ao Novo Mercado: o que está por trás da nova aposta da ex-Eletrobras e como ficam os acionistas?

19 de fevereiro de 2026 - 10:13

Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores

ÚLTIMO PASSO

Natura (NATU3) sai da Rússia por R$ 166,3 milhões; entenda o que vem pela frente agora

19 de fevereiro de 2026 - 9:53

A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina

DRAGÃO ADORMECIDO

China sequestra R$ 14 bilhões em valor de mercado da Vale (VALE3), com queda de 3,57% das ações

18 de fevereiro de 2026 - 19:28

O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%

AS FAVORITAS PARA INVESTIR

Construtoras de alta renda podem gerar retorno de até 44%, segundo a XP; analistas dizem qual é a ‘estrela’ do setor

18 de fevereiro de 2026 - 18:54

Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar

NA LUTA PELA AMÉRICA LATINA?

Amazon ‘mostra os dentes’ contra Mercado Livre (MELI34) em campo de batalha fora do Brasil — e Itaú BBA liga alerta

18 de fevereiro de 2026 - 18:41

Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina

SINAL VERMELHO

Citi rebaixa Braskem (BRKM5), vê geração de caixa fraca e considera improvável aporte da Petrobras (PETR4); ações caem no Ibovespa

18 de fevereiro de 2026 - 18:25

Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos

BEM-ESTAR NA BOLSA

JBS (JBSS32), Ambev (ABEV3), Camil (CAML3): que ações emagrecem e quais se fortalecem com o uso de canetas emagrecedoras, segundo a XP

18 de fevereiro de 2026 - 18:00

Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) ganha fôlego na bolsa em meio à expectativa de avanço nas negociações para reestruturação da dívida

18 de fevereiro de 2026 - 15:05

Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa

REESTRUTURAÇÃO EM ANDAMENTO

Azul (AZUL53) fecha acordo de US$ 300 milhões com American Airlines, United Airlines e credores para sair do Chapter 11; ações sobem até 4,5%

18 de fevereiro de 2026 - 14:43

Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas

“OPORTUNIDADE DO SÉCULO”

Microsoft quer acelerar a corrida da IA no Sul Global com pacote de US$ 50 bilhões; entenda a jogada da big tech

18 de fevereiro de 2026 - 14:01

Dados da empresa de tecnologia mostram que a adesão da tecnologia no Norte Global é quase o dobro em comparação às nações emergentes

UMA ÚLTIMA HERANÇA?

A última “ponta solta”? Quem é o Banco Pleno, que acaba de ser liquidado pelo BC, e como ele caiu nas teias de Daniel Vorcaro

18 de fevereiro de 2026 - 12:59

Instituição, que já se chamou Indusval, Voiter e Pleno, mudou de dono e de estratégia antes de terminar sob liquidação do Banco Central; entenda

INTERNACIONALIZAÇÃO

Por que a JHSF (JHSF3) comprou um palácio do século 16 em Milão? Prédio histórico terá novo hotel Fasano na Itália

18 de fevereiro de 2026 - 12:30

Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia

MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3) vai à Justiça contra ex-acionistas de referência por abuso de poder e pede indenização irrisória

18 de fevereiro de 2026 - 10:30

Telecom acusa fundos que se tornaram acionistas após conversão de dívida de exercer influência abusiva e requer medidas cautelares, incluindo bloqueio de créditos

CRISE DE LIQUIDEZ

Do CDB turbinado à liquidação: Banco Central põe fim ao Banco Pleno, ligado a ex-sócio do Banco Master

18 de fevereiro de 2026 - 7:40

Antigo Banco Voiter, instituição enfrentava deterioração de liquidez; bens dos administradores ficam bloqueados

DEPOIS DO IPO

Pedido ao Cade: por que o PicPay quer comprar a Kovr, empresa que já foi do dono do Banco Master

17 de fevereiro de 2026 - 17:08

A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio

DAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA

A Gerdau (GGBR4) vai se dar bem nessa? Tarifas dos EUA sobre aço e alumínio não devem ser retiradas tão cedo, diz USTR

17 de fevereiro de 2026 - 14:52

Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo; confira

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar