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Em relação ao mesmo mês de 2019, o indicador teve queda de 68,7%
A Azul divulgou seus resultados de tráfego de passageiros do mês de agosto, com um aumento de 26,4% na demanda (RPK) na comparação com julho. Em relação ao mesmo mês de 2019, o indicador teve queda de 68,7%.
Já a oferta de assentos (ASK) teve crescimento de 33,3% em agosto na comparação mensal, e queda de 65,6% em um ano. Assim, a taxa de ocupação caiu de 79,6% em julho para 75,5% em agosto. No ano passado, a ocupação estava em 83%.
A recuperação na relação mensal se deve aos voos domésticos, com crescimento de 29,8% na demanda e de 36,2% na oferta, e taxa de ocupação de 75,7%, queda de 3,7 pontos em relação a julho. Quando é feita a comparação com agosto de 2019, a demanda tem queda de 61,6%, e a oferta, de 58,1%, com a ocupação caindo 6,9 pontos.
Para os voos internacionais, a demanda teve queda de 4,3% em relação a julho, e de 90,5% na comparação anual. A oferta aumentou 6,6% em um mês, e caiu 89% em 12 meses. A taxa de ocupação terminou o mês passado em 72,7%, ante 81% em julho e 84,2% em agosto de 2019.
Em Fato Relevante, a Azul informou que espera operar 505 decolagens diárias nos dias de maior demanda, para 89 destinos. Segundo a companhia, a capacidade total no próximo mês vai representar cerca de 55% da oferta de outubro de 2019, e a capacidade doméstica chegará a 60%.
"Com base nos dados de demanda mais recentes, que também incluem uma melhora significativa na nossa tarifa média e receita, estamos confiantes que estamos no caminho certo para alcançar nossa projeção de capacidade para o final do ano", diz Abhi Shah, vice-presidente de receitas da Azul.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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