O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mário Lanznaster tratava havia dois anos de um tumor no fígado
Morreu neste domingo, 18, o presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster. O executivo de 80 anos, que estava à frente da central de cooperativas agrícolas catarinense desde 2007, tratava havia dois anos de um tumor no fígado. Ele morreu pouco depois das 4h deste domingo no Hospital da Unimed, em Chapecó, sede da Aurora.
Nascido em 1940 e agrônomo de formação, Lanznaster também foi suinocultor e atuava no setor cooperativista desde a década de 1970. Depois de execer vários cargos no segmento, foi eleito presidente da Cooperativa Central Aurora em 2007. Apesar de doente, ele deu expediente normalmetne no escritório até o último dia 11 de outubro.
Ele também era vice presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).
Casado há 50 anos com Edirce Lanznaster, o executivo teve quatro filhos. O velório do executivo será realizado neste domingo, no ginásio de esportes de Chapecó, a partir das 12h. O sepultamento ocorrerá às 17h30, no cemitério Jardim do Eden.
A Aurora Alimentos, que atua no regime cooperativista, é uma das maiores empresas de alimentos do País. No ano passado, teve receita bruta de R$ 10,9 bilhões, sendo que cerca de um terço deste total (R$ 3,27 bilhões) veio de exportações. Em 2019, as vendas externas da companhia cresceram 46% em relação ao ano anterior. Os principais segmentos da catarinense são suínos, aves e produtos lácteos.
A companhia tem mais de 30 mil funcionários e, no ano passado, anunciou um programa de investimentos da ordem de R$ 400 milhões para 2020.
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas