O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia informou também que o comitê será composto por, no mínimo, três membros, sendo que dois deles nomeados hoje pelo Conselho de Administração
Depois dos desastres de Brumadinho e de Mariana, a Vale (VALE3) anunciou hoje (11) ao mercado que vai instalar um comitê de auditoria e que vai submeter proposta para criar também uma diretoria de compliance. No caso do comitê, a ideia é que ele ajude a supervisionar a auditoria interna, além da área de controles internos e a área de elaboração de demonstrações financeiras da mineradora.
No documento, a companhia informou que o comitê será composto por, no mínimo, três membros, sendo que dois deles nomeados hoje pelo Conselho de Administração. Os nomes escolhidos foram Isabella Saboya de Albuquerque e Luciana Pires Dias.
A primeira é conselheira de administração independente da Vale e da companhia Wiz Soluções. E já atuou nas instituições Jardim Botânico Investimentos, Investidor Profissional, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Banco Icatu.
Já Dias é advogada, com mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP) e 23 anos de experiência profissional nas iniciativas pública e privada, tendo se especializado em regulação de mercado de capitais, direito societário e governança corporativa ao longo dos anos. Ela também teve passagens pela CVM e por escritórios de advocacia no Brasil e nos Estados Unidos.
A diretoria de compliance, por sua vez, deverá responder pelas áreas de integridade e auditoria interna, além da gestão do canal de denúncias. Mas a sua criação ainda depende da aprovação em Assembléia Geral dos Acionistas que será feita em 30 de abril deste ano.
No momento, apenas houve a deliberação do Conselho de Administração para que seja revisado o Estatuto Social da Vale e que seja feita a inclusão de uma diretoria de compliance na proposta. Por essa razão, a mineradora ainda não anunciou nenhum nome para a diretoria.
Leia Também
"A criação do CCO reforçará o modelo de gestão de riscos da Vale em sua terceira linha de defesa, supervisionando a integridade corporativa da organização e corroborando com o cumprimento das leis, regulamentos, políticas e procedimentos, com autonomia e independência da gestão", disse a empresa no documento.
No ano, os papéis da companhia apresentam desvalorização de 24,20%. Hoje (11), as ações da Vale terminaram o dia cotadas em R$ 40,74, o que representa uma queda de 9,08%.
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista