O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Caso a aprovação ocorra, ela abre espaço para a chegada ao País do serviço de streaming HBO Max, que a Warner lançará em maio nos EUA
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deverá aprovar a compra da produtora de conteúdo WarnerMedia pela operadora AT&T. O julgamento do processo será retomado pelo Conselho Diretor da agência nesta quinta-feira, 6, após pedido de vista do conselheiro Moisés Queiroz Moreira.
Caso a aprovação ocorra, ela abre espaço para a chegada ao País do serviço de streaming HBO Max, que a Warner lançará em maio nos EUA. Em novembro, citando a legislação brasileira, o grupo havia anunciado que assumiria as operações da HBO na América Latina e que abriria o novo serviço em toda a região, menos no Brasil. Um dos aliados no lobby pela aprovação da fusão foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro.
O jornal O Estado de São Paulo/Broadcast apurou que Moreira dará voto favorável à fusão, acompanhando o mérito da análise do relator original, conselheiro Vicente Aquino. Procurado, Moreira não se pronunciou. Como o ex-conselheiro Aníbal Diniz já tinha dado aval à proposta antes de deixar a agência, haverá maioria.
Somente um pedido de vista por parte do conselheiro Emmanoel Campelo ou do presidente da agência, Leonardo Euler de Morais, pode atrasar a fusão.
Nesta quarta-feira, 5, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com o vice-presidente de assuntos externos e internacionais da AT&T, Karim Lesina.
O caso é analisado pela Anatel porque a Lei do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC) proíbe que operadoras - como a AT&T - detenham mais de 30% de emissoras, programadoras e empacotadoras de conteúdo audiovisual. É o caso da WarnerMedia, dona de CNN, HBO, Cartoon Network, TNT e do estúdio Warner Bros.
Leia Também
O intuito da legislação é impedir que um mesmo grupo controle todas as fases da cadeia da TV paga (verticalização) e pratique preços predatórios em seus pacotes, impondo dificuldades a concorrentes que quiserem ter acesso aos canais de TV detidos pelo grupo.
No Brasil, o grupo norte-americano AT&T controla a Sky, por isso há controvérsia sobre o caso. A Sky, hoje, detém 30% do mercado de TV por assinatura, com 5 milhões de clientes.
A compra da Warner pela AT&T foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em outubro de 2017, com algumas restrições, que valerão por cinco anos. As duas empresas terão de se manter separadas no País, com CNPJs e estruturas próprias. A WarnerMedia terá de oferecer seus canais a todas as operadoras que tiverem interesse.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas