🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Gestora pop

Alaska atinge 200 mil cotistas nos fundos e tem ações novas na carteira

Magazine Luiza segue como principal posição da gestora, que possui R$ 17 bilhões em patrimônio e avançou entre o público de varejo mesmo sem ter fundos distribuídos por grandes bancos

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
31 de janeiro de 2020
6:02 - atualizado às 9:31
Principais sócios da Alaska, em foto publicada no Twitter
Principais sócios da Alaska, em foto publicada no Twitter -

Ney Miyamoto estava em contagem regressiva desde a semana passada, quando o encontrei para fazer esta entrevista. Na tarde de quarta-feira, recebi do gestor e sócio da gestora de fundos Alaska um e-mail curto com um número: 199.639.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Imaginei que a forte queda da bolsa até o meio da tarde de ontem poderia interromper a contagem, mas não foi o que aconteceu: a Alaska alcançou nesta quinta-feira a marca de 200 mil investidores em seus fundos, que contam com um patrimônio da ordem de R$ 17 bilhões.

O número foi alcançado sem que os fundos fossem distribuídos diretamente por nenhum grande banco. Ou seja, a popularidade da Alaska é um fenômeno direto do avanço das plataformas independentes de investimento.

“A quantidade de cotistas é mais gratificante do que o volume sob gestão, principalmente para a Angela e o Luiz”, me disse Miyamoto, em referência aos sócios Angela Freitas e Luiz Alves Paes de Barros.

As iniciais dos dois compõem as três primeiras letras do nome da Alaska, junto com a Skipper, a antiga gestora de Henrique Bredda – hoje o mais popular do grupo, com seus 108 mil seguidores no Twitter.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O crescimento da gestora no varejo impressiona porque os fundos operam com doses nada triviais de risco, algo que o investidor médio costuma abominar. Eles se mantiveram firmes no barco mesmo em momentos de forte queda das cotas – a mais recente foi em agosto passado.

Leia Também

A gestora também se beneficiou do movimento de migração do dinheiro dos investidores da renda fixa para a bolsa com a queda dos juros. O que surpreende na captação é o fato de 2019 não ter sido o ano de maior brilho da Alaska no quesito rentabilidade.

O retorno do Alaska Black Institucional, que investe apenas em ações, foi de 31,12% em 2019, praticamente empatado com a alta de 31,58% do Ibovespa. O Alaska Black II – que também aloca parte do patrimônio nos mercados de câmbio e juros – foi de 40,94%.

“Foi bom, mas a gente esperava mais”, disse Miyamoto, ao ponderar que a rentabilidade anual conta pouco da história da carteira do fundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caras novas

O ano foi marcado por algumas mudanças na carteira da Alaska, conhecida por manter as posições por períodos bem longos, na linha da estratégia adotada por Luiz Alves, que fez fortuna e se tornou um dos maiores investidores individuais da bolsa brasileira antes de começar a administrar o dinheiro de terceiros.

O período marcou a saída dos papéis da Comgás, vendidos na oferta pública de aquisição (OPA) realizada pela Cosan, controladora da companhia.

O fundo também ganhou duas novas ações, ambas com participação pequena na carteira: Kepler Weber e Iochpe Maxion. A primeira veio de um coinvestimento com a gestora Tarpon na operação que marcou a saída da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) da empresa que fabrica silos agrícolas.

Já a fabricante rodas e componentes automotivos entrou para a carteira por contar um dos ingredientes que mais agrada aos gestores do Alaska: uma alta taxa interna de retorno (TIR) esperada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Gostaríamos de ter uma posição maior, mas a liquidez dos papéis hoje não permite”, diz Miyamoto.

Magazine Luiza é tetra

Mesmo com as mudanças, a maior posição da Alaska segue com o Magazine Luiza. O investimento na empresa fez a fama da gestora, que pegou praticamente todo o ciclo de valorização de mais de 18.000% do papel.

A varejista manteve a posição mesmo depois da venda uma parte dos papéis pela gestora. “Em número de ações, nunca tivemos tão pouco de Magazine Luiza”, me disse Eduardo Mestieri, o analista e sócio que atuou diretamente no processo de investimento na companhia.

O “problema” é que a ação do Magalu não parou de subir desde então – acumula alta de 19% neste mês de queda do Ibovespa e de 159% nos últimos 12 meses. Pelo quarto ano seguido os papéis foram os que mais contribuíram para o retorno dos fundos. Com o aumento no valor de mercado, acabam ganhando espaço na carteira naturalmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pergunta que não quer calar – e que eu repeti aos sócios da Alaska – é até quando vale a pena manter as ações da varejista? Já não passou da hora de vender e realizar o enorme lucro com a posição?

Mestieri disse que a taxa de retorno esperada pela Alaska com Magazine Luiza está hoje ao redor de 14% e já não é a maior entre as empresas que estão no fundo hoje.

"Mas o que entra na nossa conta é basicamente o resultado do varejo e até onde pode ir o market place, então existe muita coisa que a gente não consegue captar."

Aposta nas atrasadas

Para este ano, a expectativa dos sócios da Alaska é que a parcela do portfólio que ficou para trás em retorno se comporte melhor neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das ações que pesaram no fundo foi Braskem, que passou por um verdadeiro inferno astral em 2019, do pedido recuperação judicial da controladora Odebrecht à acusação de ter sido afundamento do solo em Maceió em consequência da extração de sal-gema.

Outra grande aposta da gestora que não trouxe resultados em 2019 foi a empresa de educação Cogna. Luiz Alves já revelou que a antiga Kroton tem potencial para se tornar "a nova Magazine Luiza" do fundo. Não por acaso se trata da segunda maior posição da Alaska hoje.

Hora de fechar?

Outra pergunta que surge constantemente para os gestores da Alaska é sobre a capacidade do fundo de continuar crescendo. Não seria a hora de fechar a captação para preservar a capacidade de entregar retornos aos investidores?

Miyamoto responde que fechar o fundo seria contraditório com a visão da gestora de que a bolsa está em um ciclo de alta ainda longe de terminar. A projeção de Luiz Alves é que o Ibovespa pode alcançar os 100 mil pontos em dólar – atualmente está pouco acima dos 27 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parte dessa alta em dólares virá também da valorização do real em relação à moeda norte-americana. Mas se a aposta na bolsa se mostrou certeira, a Alaska perdeu bastante dinheiro em 2019 com a posição vendida em câmbio. Mas nada que abale a convicção da gestora – nem de seus cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ALTA TENSÃO

Todo mundo de olho na Petrobras (PETR4): petróleo fecha em queda com sinal de acordo entre Irã e EUA

17 de fevereiro de 2026 - 16:52

Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

ALAVANCAGEM OCULTA

Ouro cai quase 3% em um dia com onda geopolítica mais calma. Mas só isso explica a baixa recente do metal precioso?

17 de fevereiro de 2026 - 16:27

Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações

APOSTA MANTIDA

Portfólio robusto e dividendos previsíveis: este fundo imobiliário segue como compra para a XP

17 de fevereiro de 2026 - 13:07

Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora

QUEM TEM MEDO DA IA

Como uma ex-fabricante de máquinas de karaokê derrubou o valor de empresas de transporte e logística em todo o mundo

17 de fevereiro de 2026 - 11:32

Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística

INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar