O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Projeção anterior era de queda de 5,5%. Auxílio emergencial influenciou retomada em V no segundo trimestre, diz o banco suíço, que avalia o rumo da política fiscal como um desafio para o futuro da economia
O UBS está mais otimista sobre o tamanho da recessão da economia brasileira. O banco suíço anunciou hoje que revisou a sua projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020, de 5,5% para 4,5%, segundo relatório assinado pelos economistas Tony Volpon e Fábio Ramos.
Pela manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB registrou um tombo de 9,7% no segundo trimestre de 2020, na comparação com os três primeiros meses do ano.
Para o UBS, o apoio fiscal fornecido pelo governo — que representa cerca de 7 pontos percentuais do PIB — para sustentar o auxílio emergencial gerou um rebote mais rápido do que o esperado da economia no período.
Os economistas observam que houve uma retomada em V: o varejo subiu para níveis anteriores aos da pandemia e o PMI de manufatura do país em agosto chegou próximo do nível de 65.
Enquanto isso, os índices de confiança dos empresários e do consumidor estão próximos aos verificados no fim do ano passado, escreveram Volpon e Ramos no relatório.
Mas a recuperação só começará a dar as caras a partir do próximo trimestre, mesmo.
Leia Também
De acordo com o indicador de atividade econômica de tempo real do UBS, dados econômicos publicados em julho e agosto sugerem um terceiro trimestre muito mais forte do que o esperado.
É por esta razão que o banco revisou a sua projeção de crescimento do PIB de julho a setembro deste ano, de 4% para 9% na comparação trimestral. Para o quarto trimestre, a alta esperada é de 2,5%, na mesma base.
"Ainda assim, o nível do PIB no final do ano seria 1,6 ponto percentual abaixo do quatro trimestre de 2019", diz o UBS.
O UBS não põe em dúvida que o auxílio emergencial foi bem-sucedido economicamente e politicamente ao propiciar renda a famílias com menos recursos, mas não deixa de dizer que essa política fiscal é insustentável.
Com a necessidade de reduzir os gastos públicos, o governo debate o redesenho das políticas sociais em meio à pandemia, o que ajudaria a diminuir o déficit fiscal para 5% em 2021.
Ao mesmo tempo, uma rápida retirada dos estímulos fiscais fornecidos pelo governo poderiam ameaçar o fôlego da retomada no ano que vem, diz o UBS.
"Não cair dessa 'ponta de faca' equilibrada entre a sustentabilidade fiscal e um abismo fiscal de rápida contração dos gastos será o desafio para a economia à frente, em nossa visão", escreveram Volpon e Ramos.
Para 2021, o UBS prevê uma alta de 3% do PIB brasileiro, com risco de um resultado superior.
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
No mesmo dia de Tiradentes, alguns estados também celebram feriados locais
Reajuste do Gás do Povo pode chegar a R$ 10, de acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento
No Touros e Ursos desta semana, André Loes, economista-chefe da Vivest, fala sobre porque essa conta não fecha e o peso desse descolamento nas eleições de 2026
Governo paulista adia de novo a cobrança automática do pedágio eletrônico em rodovias no interior de SP, incluindo a Castello Branco e a Raposo Tavares
Proposta mantém salários, amplia descanso e abre novo embate com setor produtivo
Pagamentos do abono salarial Pis/Pasep serão feitos via Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil nesta quarta-feira (15)
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 14 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais
Até o momento, Anvisa recebeu pedidos de registro de 16 medicamentos à base de semaglutida e de sete que têm liraglutida como princípio ativo
Enquanto os brothers do BBB26 ainda entregam conteúdo, Globo já está de olho no BBB27