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Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 3,787 bilhões. Os dados refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira
O fluxo cambial do ano até 22 de maio ficou negativo em US$ 10,264 bilhões, informou nesta quarta-feira, 27, o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 3,787 bilhões. Os dados refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira, em especial nos meses de março e abril.
A saída pelo canal financeiro neste ano até 22 de maio foi de US$ 32,918 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 213,236 bilhões e de envios no total de US$ 246,154 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 22 de maio ficou positivo em US$ 22,654 bilhões, com importações de US$ 60,926 bilhões e exportações de US$ 83,580 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 13,599 bilhões em Adiantamento de Contrat
Depois de encerrar abril com saídas líquidas de US$ 1,378 bilhão, o País registrou fluxo cambial positivo de US$ 2,466 bilhões em maio até o dia 22.
O canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 399 milhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 27,608 bilhões e de retiradas no total de US$ 28,007 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo de maio até o dia 22 é positivo em US$ 2,865 bilhões, com importações de US$ 9,664 bilhões e exportações de US$ 12,529 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,266 bilhão em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 6,267 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 4,996 bilhões em outras entradas.
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O fluxo cambial registrado na semana passada (de 18 a 22 de maio) para o Brasil ficou positivo em US$ 129 milhões.
O canal financeiro apresentou entrada líquida de US$ 438 milhões na semana, resultado de aportes no valor de US$ 9,268 bilhões e de envios no total de US$ 8,831 bilhões. Este segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo na semana passada ficou negativo em US$ 308 milhões, com importações de US$ 4,971 bilhões e exportações de US$ 4,662 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 297 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 2,768 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 1,597 bilhão em outras entradas.
Após prejuízo de R$ 8,340 bilhões com sua posição em swap cambial em abril, o Banco Central registrou resultado negativo de R$ 8,658 bilhões em maio até o dia 22 com estes contratos pelo critério caixa.
Pelo conceito de competência, houve perdas de R$ 5,612 bilhões. O resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. A liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em D+1.
O BC registrou ainda no período ganhos de R$ 54,240 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais. Entram no cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros.
O resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou positivo em R$ 48,705 bilhões em maio até o dia 22. Já o resultado das operações cambiais no período ficou no positivo em R$ 43,093 bilhões.
No acumulado de 2020 até 22 de maio, o Banco Central registra resultado negativo de R$ 63,477 bilhões com os contratos de swap pelo critério caixa. Pelo conceito de competência, houve perdas de R$ 65,114 bilhões. O BC obteve ganhos de R$ 611,246 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais no acumulado do ano. Já o resultado líquido das reservas ficou positivo em R$ 564,839 bilhões e o resultado das operações cambiais no período foi positivo em R$ 499,726 bilhões.
O BC sempre destaca que, tanto em relação às operações de swap cambial quanto à administração das reservas internacionais, não visa ao lucro, mas fornecer hegde ao mercado em tempos de volatilidade e manter um colchão de liquidez para momentos de crise.
A posição cambial líquida do Banco Central atingiu US$ 299,129 bilhões, conforme dados divulgados pela instituição. O montante tem como referência o dia 22 de maio. No fim de abril, essa posição estava em US$ 303,410 bilhões.
A posição cambial líquida traduz o que está disponível para que o BC faça frente a alguma necessidade de moeda estrangeira - como fornecer liquidez ao mercado em momentos de crise, por exemplo.
A posição leva em conta as reservas internacionais, o estoque de operações de linha do BC (venda de dólares com compromisso de recompra), a posição da instituição em swap cambial e os Direitos Especiais de Saque (DES) do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI).
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