Menu
2020-02-05T16:58:41-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Na conta do dólar

Posição cambial líquida do Banco Central encerra janeiro em US$ 329,850 bilhões

No fim de dezembro, a posição cambial da autoridade monetária estava em US$ 327,801 bilhões

5 de fevereiro de 2020
16:58
Notas de dólares
Dólar - Imagem: Shutterstock

A posição cambial líquida do Banco Central atingiu US$ 329,850 bilhões no encerramento de janeiro, conforme dados divulgados nesta quarta-feira, 5, pela instituição. No fim de dezembro, essa posição estava em US$ 327,801 bilhões.

A posição traduz o que está disponível para que o BC faça frente a alguma necessidade de moeda estrangeira - como fornecer liquidez ao mercado em momentos de crise, por exemplo.

A posição leva em conta as reservas internacionais, o estoque de operações de linha do BC (venda de dólares com compromisso de recompra), a posição da instituição em swap cambial e os Direitos Especiais de Saque (DES) do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI).

Base monetária

O saldo da base monetária atingiu R$ 317,959 bilhões em janeiro, pelo conceito de fim de período, informou o Banco Central. Em dezembro, a base monetária estava em R$ 316,587 bilhões.

A base monetária é a soma do total de papel moeda emitido com as reservas bancárias registradas pelas instituições financeiras.

Situação dos bancos

O BC também divulgou que os bancos fecharam janeiro com posição vendida no câmbio à vista de US$ 34,261 bilhões. Trata-se da maior posição vendida desde setembro de 2016, quando estava em US$ 35,936 bilhões.

No fim de 2019, essa posição estava vendida em US$ 33,931 bilhões.

As instituições financeiras atuam como contrapartes em operações cambiais. Assim, quando há remessas de moeda estrangeira ao exterior, elas fornecem dólares a empresas e fundos, por exemplo, para envio. Neste caso, a "posição vendida" das instituições tende a aumentar.

Em movimento contrário, quando há entrada de recursos no Brasil, as instituições financeiras recebem os dólares, o que reduz a "posição vendida" ou eleva a "posição comprada".

A posição dos bancos no mercado à vista também é alterada sempre que o BC realiza leilões de dólares. Assim, quando o BC vende moeda aos bancos, a posição vendida à vista tende a diminuir.

*Com Estadão Conteúdo.

Comentários
Leia também
INVISTA COMO UM MILIONÁRIO

Sirva-se no banquete de investimentos dos ricaços

Você sabe como ter acesso aos craques que montam as carteiras dos ricaços com aplicações mínimas de R$ 30? A Pi nasceu para colocar esses bons investimentos ao seu alcance

Mercados hoje

Bolsas sobem em Nova York após dois dias de queda, mas petróleo pressiona índice de empresas brasileiras

Otimismo com retomada da economia norte-americana impulsiona bolsas. A maior surpresa do dia é o Nasdaq, que sobe mesmo com o peso das ações da Netflix

O varejo ferve

Renner mira compra da Dafiti com recursos da oferta de ações

Varejista anunciou captação de até R$ 6,5 bilhões na bolsa e pode usar os recursos para fazer uma proposta pelo e-commerce de moda

Pouso forçado

Demanda por voos deve encerrar o ano em menos da metade do nível pré-pandemia

O prejuízo total das companhias aéreas em 2021 deve ficar entre US$ 47 bilhões e US$ 48 bilhões, de acordo com a ação Internacional de Transporte Aéreo (Iata)

Agora vai?

Governo vai reduzir valor de arrecadação por áreas “micadas” do pré-sal em novo leilão

A arrecadação que o governo pretende receber pela exploração de dois campos do pré-sal foi reduzida em R$ 25,5 bilhões; novo leilão deve acontecer em dezembro

Mercado de capitais

FGTS embolsa quase R$ 900 milhões com venda de ações da Alupar em oferta

O fundo que reúne o dinheiro dos trabalhadores com carteira assinada tinha uma participação de 12% no capital do grupo de geração e transmissão de energia

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies