🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

roberto campos neto

‘Não acreditamos que recuperação será um V completo’, diz presidente do BC

Em live organizada pelo Itaú, Campos Neto disse que os especialistas começam, de forma incipiente, a revisar projeções de inflação para cima

Roberto Campos Neto - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que a economia começa a demonstrar uma "recuperação em V", mas que há dúvidas sobre o quão suave será a recuperação. "Não acreditamos que a recuperação será um V completo", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em live organizada pelo Itaú, Campos Neto disse que os especialistas começam, de forma incipiente, a revisar projeções de inflação para cima.

Em relação às projeções do BC, ele disse que para a inflação há muito menos assimetria do que para o crescimento. "Hoje é mais provável crescimento acima da nossa projeção. Ainda existe grau de conforto grande na inflação. Nosso cenário hoje é que inflação reaja bem menos", completou.

O presidente voltou a enfatizar que a meta do BC é em relação à inflação e que "persegue a meta".

Ele ressaltou que há um represamento do consumo até dezembro e que o pagamento do auxílio emergencial contribuirá para a manutenção das compras. "O segundo trimestre é o mais difícil de estimar e dará o tom do ano. As próximas duas, três semanas serão muito importantes", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mercado secundário

O presidente do Banco Central disse ainda que a autoridade monetária entende que o mercado já se normalizou, após as incertezas trazidas pela pandemia do coronavírus. "Temos capacidade de atuar no mercado secundário, se for preciso", declarou.

Leia Também

NOBEL CONTROVERSO

O médico que ganhou um Prêmio Nobel por fazer 12 furos no cérebro dos pacientes

Conteúdo Empiricus

Profissional que triplicou salário nos últimos cinco anos com IA lança especialização; garanta sua vaga 

Campos Neto ressaltou que a concessão de crédito está crescendo, enquanto os juros na ponta estão caindo. "A parte de crédito está funcionando normalmente. Existe um sentimento de que não esta sendo atendido porque a demanda é grande", completou.

Medidas

O presidente do Banco Central afirmou que o governo editará novas medidas para fazer com que o crédito chegue às micro e pequenas empresa', o que ainda não está acontecendo. No evento virtual promovido pelo Itaú, disse que uma medida provisória deve sair nesta quinta. "É uma medida que tem componente de baratear o custo de capital dos bancos. São quatro medidas, todas direcionadas a pequenas e médias empresas", comentou.

Campos Neto ressaltou que, em face da pandemia, os países com crescimento de crédito acelerado têm recuperação mais rápida. "Nossa grande preocupação é manter o crédito crescendo", salientou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na live, ele ponderou que o Brasil optou por fazer transferências maiores a pessoas físicas e compensar com concessão de crédito para empresas, mas que isso não foi totalmente efetivo e o crédito não chegou às micro e pequenas empresas como a autoridade monetária queria.

O presidente disse que há grande concentração de programas de crédito saindo agora. Ele ressaltou que a função do Banco Central não é prover solvência, mas não deixar problemas de liquidez se transformar em problemas de solvência.

Campos Neto lembrou que programas do Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos) também tiveram baixo desembolso. "Isso mostra a dificuldade. Mas o consenso entre Bancos Centrais é que é melhor errar por fazer demais do que de menos", completou.

Imposto

"Nenhum banqueiro central do mundo vai dizer que um imposto sobre transação financeira é querido, mas temos que entender por que ele está sendo criado", diz Campos Neto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O comentário, feito por Campos Neto durante evento virtual, diz respeito ao imposto sobre transações eletrônicas que vem sendo defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A alíquota seria de 0,2% e, segundo Guedes, o tributo permitiria desonerar a folha salarial das empresas.

"A ideia do ministro de ter um instrumento para fazer desoneração de folha grande é relevante", avaliou Campos Neto. "A alíquota de imposto de transações financeiras teria que ser pequena, porque estamos com juros baixos. Mas este assunto é do Ministério da Economia", acrescentou.

Campos Neto participou nesta quinta do evento virtual "Perspectivas para a Economia Brasileira e o Sistema Bancário", promovido pelo Itaú.

Desvio fiscal

Campos Neto afirmou que o Brasil precisa demonstrar ao resto do mundo que o desvio fiscal ocorrido na crise é temporário. Segundo ele, antes da pandemia do novo coronavírus o País estava em "clara tendência de convergência fiscal". "Mas tivemos desvios."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A questão fiscal - que se materializa no aumento do déficit primário - é uma das principais preocupações do governo para o período pós-pandemia. Um dos receios é de que, com o rombo fiscal, a dívida pública atinja patamar que faça o Brasil se tornar insolvente perante a avaliação externa.

"Se tivermos fiscal desorganizado, não existe País com juros baixos", alertou Campos Neto. "Se o fiscal se desorganizar, não vamos conviver com juros baixos", reforçou.

Campos Neto defendeu ainda a importância de cumprimento do chamado "teto de gastos" que, segundo ele, é "simbólico" na avaliação da economia brasileira por parte dos mercados internacionais.

Ao mesmo tempo, ele lembrou que o Brasil tem uma vantagem em relação a outros países: a de ter estabelecido um prazo para os programas emergenciais da pandemia, que estão elevando o déficit fiscal. "Todas as medidas para covid-19 no Brasil vencem em dezembro. Isso nos coloca em posição favorável", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do BC também afirmou que o governo brasileiro vai deixar claro, ao investidor internacional, que voltará à trajetória inicial e que vai perseguir a disciplina fiscal.

"Estamos otimistas, entendemos que haverá uma recuperação", afirmou, em referência à economia brasileira. "Quero passar uma mensagem de otimismo e equilíbrio para todos."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Rei Harald V Noruega fortuna (1) 28 de agosto de 2026 - 10:28
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar