🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Em tempos incertos

4 formas de investir em dólar para se proteger – e lucrar – com a alta da moeda

O leque conta com escolhas variadas tanto para quem deseja ou precisa de uma exposição direta ao câmbio como para o investidor que está em busca de ativos que se beneficiam indiretamente da alta da moeda

Cédula de dólar
Imagem: Shutterstock

A disparada recente do dólar mais uma vez reforçou a máxima de que é essencial contar com a moeda norte-americana no portfólio como proteção caso as coisas deem errado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde janeiro, a cotação saltou mais de 25% — saindo de R$ 4,02 para o recorde de R$ 5,05 alcançado nesta segunda-feira. O movimento reflete o pânico provocado pela pandemia de coronavírus e a ação muitas vezes descoordenada das autoridades, como a que levou ao tombo do petróleo.

Mas se contar com dólares na carteira é importante, qual a melhor forma de investir na moeda norte-americana?

O leque conta com escolhas variadas tanto para quem deseja ou precisa de uma exposição direta ao câmbio como para o investidor que está em busca de ativos que se beneficiam indiretamente da alta da moeda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conheça abaixo cinco opções: fundos cambiais, Certificados de Operações Estruturadas (COE), minicontratos de dólar, ações de exportadoras e fundos de índice (ETF).

Leia Também

SOBE E DESCE DAS AÇÕES

Alívio nos juros favorece Assaí (ASAI3), enquanto Direcional (DIRR3) amarga a pior queda do Ibovespa. O que aconteceu?

GIGANTE DA BOLSA

Petrobras (PETR4) está mais forte nessas eleições e pode saltar 32%, diz BTG – mas 4 gatilhos podem levar a ação além

1 - Fundos cambiais

Investir em fundos cambiais é uma das formas mais simples de se ter exposição à variação do dólar. O investimento é dirigido tanto para quem tem algum compromisso com a moeda (por exemplo, uma viagem marcada) como para quem pretende fazer hedge (proteção) para investimentos de risco.

Nesta modalidade, a rentabilidade da operação é bem próxima à variação da cotação do dólar, já que os ativos na carteira do fundo possuem relação direta ou sintetizada, por meio de derivativos, com a moeda americana. Como se trata de fundo, o investidor interessado tem de adquirir cotas.

Segundo Flávio Mattos, gerente-executivo de fundos de renda fixa e câmbio da BB DTVM, um dos fundos cambiais da gestora do Banco do Brasil, o BB Cambial LP, tem investimento inicial acessível, de R$ 0,01, e facilita a movimentação do investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isto porque, nele, é possível fazer aplicações e resgates imediatos, sem precisar esperar mais de um dia para a operação ser efetuada. “A grande vantagem é o resgate em D+0”, diz Mattos. “Sem falar, ainda, na compra de moeda física, que o fundo realiza sem pagar altos spreads.”

O spread é a diferença entre os preços de compra e venda do dólar praticados pelas casas de câmbio, como as operações realizadas pelas pessoas físicas.

A compra direta de moeda é uma estratégia menos eficiente justamente porque a casa vende o dólar por um preço maior do que pagou na compra.

O gerente-executivo da BB DTVM afirma ainda que a aplicação em fundos cambiais deve ser “algo natural” mesmo em períodos de calmaria e estabilidade da moeda. Ele confirma que o interesse pelo produto aumentou desde o segundo semestre de 2019, quando se iniciou um forte movimento de apreciação da divisa. A taxa de administração do fundo é de 1% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros fundos cambiais, como o Trend Dólar FI Cambial e o Votorantim FIC de FI Cambial dólar, cobram taxas menores, com aplicações mínimas maiores, de R$ 500 e R$ 1000, respectivamente.

A Anbima aponta que houve aumento de 18% no patrimônio líquido de fundos cambiais de dezembro até fevereiro deste ano, de R$ 3,92 bilhões para R$ 4,65 bilhões.

Outra opção para quem quer correr atrás de segurança em dólar é investir em ouro, alternativa considerada "porto seguro" nos mercados.

Atenção, porém, a uma coisa: o ouro é um ativo cotado em dólar no mercado financeiro internacional, mas tem maior volatilidade uma vez que seu desempenho é influenciado também pelo mercado de commodities.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2 - Minicontratos de dólar futuro

Minicontratos de dólar futuro são mais uma opção para os interessados em se proteger e tentar lucrar com a alta da moeda norte-americana.

Este contrato, disponível para a negociação no mercado futuro da B3, possui um código — uma letra — correspondente a cada um dos meses do ano. É considerada uma opção acessível tanto a empresas de pequeno e médio porte quanto às pessoas físicas.

Um minicontrato representa 20% do contrato cheio de dólar, o que corresponde a US$ 10 mil. No minicontrato de dólar futuro, o investidor pode operar alavancado.

O que isto quer dizer? Simplesmente, que não é necessário ter em mãos o valor equivalente ao contrato, mas, sim, um percentual do valor do contrato que está sendo negociado. Esse percentual, chamado de margem de garantia, demonstra a capacidade do cliente arcar com possíveis prejuízos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em miúdos, a operação desses derivativos constitui acordos de compra e venda de dólar com preços previamente definidos. O investidor opera na ponta comprada (esperando que o dólar suba) ou vendida (esperando que caia).

Deste modo, a compra ou venda será concluída em uma data futura, e o resultado da operação — ou seja, o lucro ou prejuízo — corresponderá à variação da cotação da moeda no período coberto.

3 - Certificados de Operações Estruturadas (COE)

Os Certificados de Operações Estruturadas (COEs) são produtos financeiros cujo objetivo é simplificar uma operação de derivativos (instrumentos que têm preços derivados da variação do preço de outro ativo). O COE é versátil pois combina diferentes aplicações, sejam em índices, ações ou moedas.

O COE é capaz de oferecer opções distintas a depender do perfil do investidor. O instrumento pode ter capital protegido ou não, em casos de maior apetite ao risco. O primeiro tipo oferece proteção total do capital aplicado, garantindo que o investidor receba de volta, no mínimo, o valor que investiu; já o segundo, de valor nominal em risco, não prevê limite para perdas no capital investido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Um dos pontos positivos do COE é poder correr o risco na renda variável e ainda assim ter o seu capital protegido”, diz Rafael Panonko, chefe da equipe de análise da Toro. Segundo ele, trata-se de produto de cenário de longo prazo, que possui algumas limitações relacionadas ao prazo da operação e à liquidez do mercado.

“A partir do momento em que se compra o COE, não há muita liquidez, e não dá para sair dele”, diz Panonko. “É preciso avaliar também com cuidado a data do encerramento da operação, verificando-se o seu prazo máximo.”

Como ponto positivo para o investidor que pretende diversificar os investimentos no exterior, o COE também permite o acesso a mercados internacionais.

4 - Ativos em bolsa

Você também pode encontrar na bolsa formas de ter exposição ao dólar, via ações de empresas exportadoras e ETFs. Nestes casos, porém, as rentabilidades não serão necessariamente iguais à variação da moeda, porque os ativos estão atrelados a outras variáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de investimento com cotas negociadas em bolsa, como se fossem ações. Esses fundos replicam o comportamento de um índice de referência, seja de renda variável (como o Ibovespa) ou de renda fixa — por esta razão, também são chamados de “fundos de índice”. Com eles, o investidor tem acesso ao mercado local e ao externo.

“Recomendo o IVVB11, ligado ao S&P 500, porque é uma forma alternativa de estar atrelado ao dólar”, diz Panonko, da Toro Investimentos. O S&P 500 é o principal índice de ações dos Estados Unidos. Ao comprar o ETF, é como se o investidor tivesse investido em todas as ações do índice, ficando, indiretamente, exposto ao dólar.

Por isso, o ganho no caso de uma alta da moeda pode não compensar uma eventual queda do índice de ações, como acontece neste momento, diante do choque nos mercados provocado pelo coronavírus.

Para investir em um ETF, basta abrir conta em corretora de valores, habilitar o home broker e adquirir as cotas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ações de empresas brasileiras voltadas para a exportação são outra pedida para quem deseja uma exposição apenas indireta ao câmbio. “Com relação ao dólar, gostamos de Vale e Suzano, ambas relacionadas a commodities”, diz Luís Sales, analista de ações da Guide Investimentos. A Suzano é a predileta entre os dois papéis, levando em conta questões ambientais e de governança, disse Sales.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Touro da bolsa de valores surfando 8 de setembro de 2026 - 13:12
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 8 de setembro de 2026 - 12:46
Logo do Itaú (ITUB4) 7 de setembro de 2026 - 16:10
Construção civil 7 de setembro de 2026 - 12:17
dividendos ações proventos 5 de setembro de 2026 - 17:45
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 5 de setembro de 2026 - 12:01

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

5 de setembro de 2026 - 12:01
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 4 de setembro de 2026 - 18:45
3 de setembro de 2026 - 16:48
Ações do mês | ação JBS JBSS3 3 de setembro de 2026 - 6:02
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 2 de setembro de 2026 - 14:41
Unidade da Ambipar (AMBP3) 1 de setembro de 2026 - 10:15
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 1 de setembro de 2026 - 7:08
31 de agosto de 2026 - 17:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar