Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Por que está na hora de você pensar em ESG na hora de investir

O caminho da longevidade para as empresas em um mundo superconectado requer uma postura mais engajada socialmente, e eu garanto que isso não faz mal à ninguém

ESG investimento planta moedas
Imagem: Shutterstock

“O mundo muda muito depressa.” Você já deve ter escutado essa frase saindo da boca de algum parente maravilhado com a tecnologia de última geração do iPhone recém lançado, ou excitado pelos avanços da computação em nuvem da Microsoft. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tenho que concordar: algumas coisas realmente mudam depressa. 

Mas, ao mesmo tempo que vemos tecnologias inimagináveis há dez anos transformando o nosso dia a dia, também vivenciamos ainda em 2020 episódios como o assassinato do norte-americano George Floyd, algo que nem no século XVII deveria ser aceitável. 

Algumas coisas não mudam nada depressa.

Lucros e mais lucros

Durante décadas (talvez séculos), praticamente todas empresas pareciam se importar unicamente com os lucros dos acionistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Foda-se se os funcionários ganham uma mixaria e estão desmotivados. Foda-se se os clientes acharam o produto uma merda e se estamos jogando os resíduos no rio Tietê para reduzir despesas. O que importam são os meus dividendos". 

Leia Também

EXPERT 2026

IPCA+ 8% é pouco: gestores revelam qual outro investimento pode render IPCA+ 14% e quase ninguém está percebendo

REAÇÃO IMEDIATISTA?

Vacância do PVBI11 não assusta: gestor tem estratégia para trazer novos inquilinos, e XP vê alta de mais de 20%

As empresas pareciam ter de fazer uma escolha entre ética ou bons resultados. Não havia possibilidade de se conseguir as duas concomitantemente. 

Ética só fazia parte do vocabulário das empresas dispostas a ficar para trás – qualquer semelhança com as empreiteiras brasileiras afogadas em processos de corrupção evidenciados pela Lava-Jato não é mera coincidência.

Felizmente, algumas coisas estão mudando no mundo corporativo, e o caso Floyd acabou deixando isso mais claro. Dizem que há males que vem para o bem. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Puro marketing?

Além de uma série de protestos populares contra o racismo nos Estados Unidos nos últimos meses, o episódio acabou provocando manifestação das maiores empresas do mundo contra essa e diversas outras formas de discriminação. 

Na época, tivemos até anúncios públicos de apoio aos movimentos e boicotes bilionários à postura complacente do Facebook com relação aos comentários de ódio em sua plataforma. 

É claro que essas grandes corporações não estão apoiando a causa por uma simples crítica social. Não tenho dúvidas de que existe uma uma boa pitada de marketing – todos temos boletos a pagar e bocas para alimentar. 

Ainda assim, o episódio mostrou uma alteração relevante naquilo que as empresas consideram a "sua missão". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De "máquinas de gerar lucro aos seus acionistas" sem se importar com os meios para atingir o objetivo, as grandes companhias têm começado a entender que lucros a qualquer custo não são mais sustentáveis.  

Seja por virtude ou por necessidade, as companhias estão entendendo que a quantidade de informação disponível atualmente é absurda e potencialmente danosa. 

Um produto de merda gera milhares de protestos e visualizações no "Reclame Aqui". 

O vídeo de um tratamento preconceituoso em uma loja se torna viral e destrói em cinco minutos uma reputação construída em décadas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma empresa que se omite ou, pior, incentiva o preconceito (seja por causa da etnia ou sexualidade) ou não promove a igualdade de gênero, além de ficar manchada no "Great Place to Work", fatalmente perderá ótimos talentos para a concorrência.

E tudo isso gera impacto negativo nos próprios resultados da companhia. É isso mesmo, no final da história quem perde é o próprio acionista. 

Nesse sentido, vale a pena mencionar o estudo da consultoria McKinsey realizada recentemente sobre o impacto da diversidade no ambiente de trabalho e no desempenho financeiro de uma empresa. O resultado é surpreendente. 

As empresas que se encontram no quartil superior em termos de diversidade de gênero e etnia têm 12% mais chances de superar seus pares em termos de lucros, enquanto as que que se encontram no quartil inferior têm 27% de probabilidade de ficar para trás.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todo mundo ganha

Que fique claro mais uma vez: a discussão aqui não é se as empresas fazem isso porque acham certo ou porque não querem arriscar a sua reputação perante a opinião pública.

Eu desconfio que nunca teremos a verdadeira resposta. 

O fato é que o caminho da longevidade para essas empresas em um mundo superconectado requer uma postura mais engajada socialmente, e eu garanto que isso não faz mal à ninguém. 

Produtos de qualidade para os clientes, respeito ao meio ambiente, funcionários mais contentes e – como a McKinsey fez questão de nos lembrar – dividendos maiores para os acionistas no longo prazo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Oportunidades com a mudança de paradigmas

Não é à toa que o tema ESG (traduzindo do inglês, governança ambiental, social e corporativa) tem ganhado cada vez mais destaque no mundo dos investimentos. 

Assim como funciona no caso das empresas, não temos como saber se esses investidores querem mudar o mundo ou só estão de olho nos maiores dividendos de longo prazo projetados pela McKinsey. 

Fato é que essa mudança de paradigma tende a ajudar as ações de algumas das companhias que já adotam as diretrizes pregadas pelo ESG. 

Com base nessa nova demanda, o Max Bohm identificou uma companhia que tem muito potencial para agradar consumidores, ambientalistas e investidores – afinal de contas, queremos ajudar o mundo mas também temos contas a pagar, não é mesmo?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Deixo aqui o convite caso você se interesse em conhecer essa oportunidade em primeira mão.   

Um grande abraço e a até a próxima!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 20 de julho de 2026 - 15:49
Logo da Petrobras e, ao fundo, ilustração de barris de petróleo e gráfico de ações 20 de julho de 2026 - 13:10
Logo da MRV (MRVE3) nas cores verde e amarelo 15 de julho de 2026 - 12:40
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 14 de julho de 2026 - 15:30
fundos imobiliários fiis 14 de julho de 2026 - 10:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar