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Se alguém te falar que um setor “não foi atingido” pelo coronavírus, desconfie. Todo mundo teve que fazer algum ajuste diante da pandemia.
Eu praticamente não vejo mais meus amigos e familiares, mas entre os poucos que tenho conversado, muitos se movimentaram de alguma forma no mercado imobiliário.
Como você pode ver na lista acima, limitada ao meu círculo social, há uma movimentação no mercado imobiliário de curto prazo. Algumas pessoas se deram mal, outros conseguiram tirar vantagem da situação.
No longo prazo, porém, as perspectivas que puxam a retomada do setor se mantêm, como a taxa de juros na mínima histórica.
Mas afinal é uma boa comprar imóveis? Este é o tema da última reportagem da série Onde Investir no 2º Semestre de 2020. Você pode encontrar todas as reportagens neste link.
•O Ibovespa terminou o pregão de sexta em alta de 2,32%, aos 102.888,25 pontos. O dólar à vista subiu 1,02%, a R$ 5,3805. O pregão foi marcado pelo avanço da reforma tributária em Brasília e, na semana, houve evolução da percepção positiva sobre a economia global.
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•A Tim, a Claro e a Telefônica fizeram uma oferta conjunta vinculante pelos serviços móveis da Oi. Entre os principais ativos estão os termos de autorização de uso de radiofrequência, base de clientes do Serviço Móvel Pessoal e direito de uso de espaço em imóveis e torres.
•O Brasil tem 2 milhões de casos confirmados de covid-19, segundo o Ministério da Saúde. Ao todo, há 79,4 mil mortes.
• O presidente Jair Bolsonaro defendeu a proposta de imposto sobre transações do ministro Paulo Guedes, mas rechaçou a comparação com a antiga CPMF.
• O JPMorgan diz achar bem-vinda a tentativa do governo de fazer andar a reforma tributária, mas afirma que permanece cético de que um texto amplo seja aprovado este ano ou mesmo em 2021.
•O senador Flávio Bolsonaro depõe hoje ao Ministério Público Federal (MPF) na investigação que apura supostos vazamentos da Polícia Federal.
• O mercado financeiro melhorou a expectativa com a retomada econômica e prevê agora uma queda de 5,95% do PIB em 2020, mostra a edição do Focus publicada há pouco pelo Banco Central. Há uma semana, a estimativa era de baixa de 6,10%.
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