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A inflação, velha conhecida dos brasileiros, está sendo encarada de outra forma nos Estados Unidos. O Federal Reserve, que é o responsável por conduzir a política monetária do país e manter a vigília sobre o índice de preços, tem causado euforia nos mercados por uma nova abordagem para o tema.
Uma das ideias é bem parecida com o que fazem os especialistas para avaliar as mortes da pandemia. Em vez de pautar suas ações diante do último dado disponível, o radar monitora a média móvel.
Na prática, isso significa uma tolerância maior a uma eventual empinada na inflação. E, tolerância maior à inflação, favorece a manutenção do juro baixo por mais tempo. E juro baixo o mercado adora.
O Matheus Spiess traz na sua coluna de hoje mais detalhes sobre as mudanças na condução da política econômica do banco central americano e suas possíveis consequências para a economia global e para os seus investimentos.
•O Ibovespa caiu 2,72% ontem, aos 99.369,15 pontos, e o dólar à vista subiu 1,21%, a R$ 5,4806. A apresentação da proposta de Orçamento para 2021 e a expectativa de prorrogação do auxílio emergencial deixaram os investidores receosos.
•O que mexe com os mercados hoje? Os investidores têm um dia de agenda cheia pela frente. Além dos resultados do PIB do 2º trimestre, o mercado monitora as novidades em torno da prorrogação do auxílio emergencial e do programa Renda Brasil. No exterior, números que mostram a expansão da indústria chinesa levam otimismo ao mercado. As bolsas asiáticas fecharam em alta. Os índices futuros em Wall Street e as principais praças europeias operam no azul.
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• Os ativos de risco apanharam em agosto, com o temor fiscal no radar do investidor. O bitcoin e o dólar lideraram as altas. Veja o ranking dos investimentos do mês e os melhores e piores desempenhos entre as ações.
•O Pátria Investimentos concluiu a captação de um fundo de infraestrutura no valor de R$ 10 bilhões. Trata-se do maior volume levantado por um produto dessa natureza em toda a América Latina.
•A Lojas Renner registrou um lucro líquido de R$ 818 milhões no segundo trimestre, em alta de 254,6% na comparação anual. O resultado reflete a recuperação de um crédito fiscal no período, no valor de R$ 1 bilhão.
• Depois de diversos adiamentos, a operadora de viagens CVC revelou o balanço do quarto trimestre do ano passado. A empresa fechou o ano com prejuízo de R$ 1,87 milhão.
•A B3 vai pagar aproximadamente R$ 140 milhões para acabar com uma disputa judicial com a massa falida da corretora Spread Commodities Mercantil e Corretora de Mercadorias. O litígio se arrastava havia uma década.
•O Brasil chegou a 121,3 mil mortes por covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O total de casos é de 3,9 milhões.
• A proposta de Orçamento para 2021 prevê R$ 5,4 bilhões a mais para o Bolsa Família do que o estimado no início do ano.
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