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Salvo algum fator extraordinário, ainda teremos de conviver com o coronavírus por mais alguns meses. Mas a possibilidade de chegarmos a esta mesma época de 2021 olhando a pandemia do retrovisor é cada vez maior.
Uma semana depois do anúncio da Pfizer, hoje foi a vez da farmacêutica Moderna anunciar que a sua vacina contra a covid-19 obteve um altíssimo grau de eficácia em testes.
Trata-se de uma grande notícia, mas que não nos autoriza a descuidar das medidas de prevenção até que a vacina (ou as vacinas) estejam efetivamente em uso em larga escala.
Se nós não podemos nos antecipar a um mundo pós-coronavírus na nossa vida cotidiana, no mercado financeiro é comum e até esperado que isso aconteça.
Em um cenário de juros reais negativos e regado por estímulos fiscais, a expectativa dos investidores é de uma rápida retomada de ativos de risco, incluindo as ações das empresas nas bolsas globais.
Aqui no Brasil, já tivemos no terceiro trimestre resultados bem melhores do que o esperado para a economia e a maioria das empresas, inclusive aquelas mais afetadas pela pandemia.
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Ainda assim, a bolsa brasileira é uma das que registram maiores perdas no acumulado do ano. Ou seja, existe espaço para diminuir essa diferença no curto prazo.
Na coluna de hoje, o Felipe Miranda diz o que você deve esperar desse novo tempo na bolsa (apesar dos perigos). Vale a pena a leitura!
• A notícia da eficácia da vacina da Moderna deu mais um gás ao rali da bolsa. O Ibovespa subiu 1,63% nesta segunda-feira e fechou acima dos 106 mil pontos, de volta aos patamares de março. Leia tudo o que movimentou os mercados.
•O BNDES vendeu de uma vez só 40 milhões de ações da Vale em uma operação de “block trade” na B3 na tarde de hoje. O negócio engordou o caixa do banco em R$ 2,5 bilhões, que já havia feito uma venda do tipo em agosto.
• A Azul teve um prejuízo líquido de R$ 1,226 bilhão no terceiro trimestre. Mas a aérea começa a ter uma recuperação da demanda e ainda tem uma posição financeira robusta, como você confere nesta matéria.
• O governo do Rio Grande do Sul segue com o processo de privatização da distribuidora de energia do Estado, a CEEE-D. O processo, que será conduzido pelo BNDES, deve acontecer até o fim deste ano. Veja os detalhes.
• Dos males, o menor. O Relatório Focus divulgado pelo Banco Central projeta uma queda de 4,66% para o PIB brasileiro. O valor representa uma ligeira melhora da projeção anterior, de 4,80%. Confira as demais estimativas do mercado.
• A diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma revisão extraordinária do contrato de concessão de quatro aeroportos em razão da pandemia do novo coronavírus. Veja os detalhes nesta matéria.
• Hoje foi o dia de estreia do Pix, o sistema de pagamentos instantâneos que permite a transferência gratuita de dinheiro em segundos. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto falou sobre a adesão à plataforma e o balanço das operações.
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