O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Caro leitor,
A bolsa brasileira teve mais uma vez as suas negociações paralisadas nesta quarta-feira por conta dos temores associados ao avanço do coronavírus no mundo. O Ibovespa acionou, pela segunda vez na semana, o mecanismo de circuit breaker, após cair mais de 10% com a notícia de que o surto de coronavírus foi “promovido”, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ao status de “pandemia mundial”. Estou até tendo um déjà vu escrevendo estas palavras.
Não que a manifestação da OMS surpreenda alguém. As notícias já dão conta do quão preocupante é a situação. Mais cedo ou mais tarde, tal anúncio ocorreria de qualquer maneira. O problema é que, fora o status da doença, nada mais mudou.
Sauditas e russos continuam se estranhando, e a torneirinha do petróleo permanece aberta, apesar das perspectivas de queda na demanda pela commodity. Nesta quarta, o Ibovespa fechou em baixa de mais de 7%, aos 85.171 pontos, e o dólar subiu 1,62%, a R$ 4,7226, como conta o Victor Aguiar.
Por ora, há apenas esperanças de que os dois países se entendam e que governos e bancos centrais façam ações coordenadas para lidar com os efeitos do avanço da doença. A grande questão é que, nesse mundo de juros negativos, os bancos centrais já estão ficando sem munição para combater a desaceleração da economia. Fora que, em se tratando de uma crise de saúde, uma enxurrada de dinheiro barato pode não adiantar de muita coisa.
No Brasil, especificamente, o BC pode sofrer uma limitação extra para fazer novos cortes na Selic: os juros futuros estão subindo. O Vinícius Pinheiro explica os motivos nesta matéria.
Leia Também
Com os prováveis impactos do coronavírus nas economias da China e do mundo, as projeções de crescimento para o Brasil em 2020 continuam sendo revisadas para baixo. O banco UBS agora prevê que o PIB brasileiro vai crescer apenas 1,3% neste ano, podendo ficar abaixo de 1% no pior cenário. Já o governo brasileiro reduziu a previsão oficial de crescimento para 2020 de 2,4% para 2,1%, além de vislumbrar uma queda na arrecadação federal com o choque do petróleo.
Na Europa, a preocupação com o coronavírus é grande. A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que a Europa está sujeita a sofrer uma crise semelhante à de 2008 por causa da epidemia, e que ações urgentes precisam ser tomadas. Fora da União Europeia, o Reino Unido já está se mexendo, e anunciou hoje a injeção de 30 bilhões de libras na economia para combater os efeitos do avanço da doença.
As 20 empresas na fila para abrir o capital na bolsa de valores não terão outra escolha a não ser esperar. Em entrevista ao “Estadão”, o sócio-gestor da Ibiúna, André Lion, diz que o melhor para as companhias é esperar esse momento de grande volatilidade passar para recorrer ao mercado de capitais.
Todo o estrago envolvendo a pandemia de coronavírus, as expectativas de mais um ano de baixo crescimento no país e a crise do petróleo colocam em xeque a política da equipe do ministro Paulo Guedes. E o alvo da vez é o teto de gastos, que impede que as despesas subam além da inflação. Há quem diga que é hora de mexer, outros defendem que não. Entenda toda a polêmica.
Diante de um mar de incertezas sobre os eventos que podem ocorrer no futuro, o nosso colunista Felipe Miranda diz que a atitude mais correta do investidor agora é se preparar para toda a distribuição de possibilidades. Para isso, ele dá algumas orientações sobre como você deve diversificar a sua carteira neste momento crítico e dá dicas valiosas para você sobreviver.
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas