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Moral da história: devemos sempre dar o salto, apesar de nossos receios.
Hoje vou ser breve. Quando pedi ajuda aos leitores para que indicassem a principal razão que os impede de investir, a maioria citou a palavra MEDO. Lendo cada uma das respostas, deu para perceber que nem todo MEDO é igual.
Medo da instabilidade do país: o maior risco do investidor brasileiro é morar no Brasil, mas nem por isso este medo gera paralisia. As maiores oportunidades surgem nos momentos de incerteza máxima. Quando o otimismo estiver palpável na população, nos jornais e na recomendação do seu gerente de banco, significa que as oportunidades já passaram e que agora é tempo de colher os frutos dos investimentos feitos durante os períodos de instabilidade.
Medo de ser incapaz de investir: ninguém nunca saberá tudo, e os que sabem um pouco mais um dia aprenderam estudando e, principalmente, errando. O importante é que exista a firme decisão de assumir as rédeas do seu destino financeiro. Para isso você precisa estudar e praticar. Comece a fazer isso rapidamente, mas invista seu patrimônio lentamente. Entre o estudo e os resultados práticos do dia a dia você vai acumular não só lucros (e inevitáveis perdas), mas conhecimento. E conhecimento tem um grande valor, principalmente o acumulado ao longo dos anos.
Medo de perder tudo o que ganhou com o trabalho: mesmo na poupança você está sujeito a perdas. Em 2015, você perdeu quase 5% para a inflação. Você nem notou. Uma coisa posso garantir a você: mantenha uma carteira diversificada entre títulos do Tesouro e ações de empresas sólidas e você nunca vai perder tudo. E provavelmente vai ganhar mais do que na poupança sem correr riscos desnecessários.
Outros problemas citados não tenho como resolver por estarem fora do meu alcance: dívidas, despesas muito altas e falta de reservas. Dinheiro não compra a felicidade. Dinheiro compra a liberdade de escolher.
O que essas três coisas têm em comum? Impedem uma vida plena.
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Dessa forma, finalizo com uma breve história: um dia uma jovem ouviu de uma vidente que ela teria uma vida lastimável. Sabendo disso e buscando provar que a vidente estava errada, ela evitou tudo que pudesse causar risco de vida. Não viajou, não teve filhos e nunca se arriscou em nada. Depois de 90 anos evitando todos os possíveis problemas ela percebeu que a vidente tinha acertado a previsão.
O medo que protege ajuda a tomar decisões pensadas, colocando os riscos e benefícios envolvidos em cada uma das suas decisões.
O medo que paralisa tira sua liberdade de escolha e impede uma vida plena.
Aproveito para indicar a leitura do meu novo livro, onde conto parte do meu aprendizado no mercado financeiro. Só clicar neste link aqui.
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