O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Alô povão, agora é sério! Canta Seu Dinheiro, seguuura! O Carnaval ainda está longe – e nem mesmo sei como será a folia em tempos de coronavírus no ano que vem.
Mas quando o assunto é investimentos, quem estiver em busca de algum retorno para suas aplicações terá de cair logo no samba.
Desde que a taxa básica de juros (Selic) começou a cair, o rendimento das aplicações mais conservadoras saiu daquele saudoso 1% ao mês para míseros 0,09% ao mês a partir de hoje.
Isso não significa que a renda fixa morreu, como os especialistas de YouTube alardeiam toda vez que o BC reduz os juros. Aliás, vida longa à renda fixa!
Dentro da categoria existe todo um mundo a ser explorado, dos títulos públicos prefixados aos corrigidos pela inflação, disponíveis em diversos vencimentos no Tesouro Direto.
Isso sem falar nos papéis de empresas, como as debêntures, e os CDBs e títulos isentos de IR dos bancos.
Leia Também
É importante dizer que em ambos os casos você vai correr algum risco, seja o de mercado com uma possível alta dos juros – no caso dos títulos públicos que não são pós-fixados – ou de crédito nos papéis privados.
É por isso que, seja qual for o nível da Selic, você precisará manter uma parcela da carteira nas aplicações mais conservadoras. É o caso da reserva de emergência – aquele dinheiro que você pode precisar a qualquer momento.
A grande questão é que o corte da Selic para 2,25% mudou o jogo de forças dos investimentos “clássicos”, como a caderneta de poupança e o Tesouro Selic.
Se você também é fã dos clássicos como a Julia Wiltgen, não perca a matéria que ela preparou sobre como fica o retorno dessas aplicações.
Eu nunca vi Pelé jogar, mas dizem que o espetáculo era tão fabuloso que os espectadores deveriam pagar o ingresso novamente ao fim de cada partida. Posso dizer o mesmo sobre os textos que o Ivan Sant'Anna escreve para o Seu Dinheiro Premium – o deste mês está imperdível. Você pode ter acesso às crônicas exclusivas do mestre e outros benefícios do nosso clube VIP de leitores por apenas R$ 5,00. Conheça por 30 dias sem compromisso.
O dia foi movimentado nos mercados, que repercutiram o juro básico na mínima histórica e também a prisão de Fabrício Queiroz, ligado à família do presidente Jair Bolsonaro. Com isso, o dólar operou sob pressão, terminando o dia em alta de mais de 2%, cotado a R$ 5,3708. A bolsa, no entanto, teve um dia relativamente tranquilo e subiu 0,60%. O Victor Aguiar explica as razões para esses desempenhos tão distintos.
São novos tempos nos investimentos. Com mais uma queda da Selic para a mínima histórica, agora a 2,25%, o retorno dos dividendos das ações do Ibovespa superaram a taxa básica de juros pela primeira vez. Esse rendimento é hoje de 4%, pelos cálculos da XP Investimentos. Saiba quais são as empresas campeãs nos rendimentos aos acionistas.
A temperatura política em Brasília esquentou de tal forma hoje em Brasília que a saída do ministro da Educação, Abraham Weintraub, ficou em segundo plano. O assunto mais comentado foi a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, filho do presidente. Bolsonaro convocou os principais auxiliares para traçar uma estratégia de reação. Veja como foi a movimentação no Planalto.
A prévia da atividade econômica brasileira mostra o tamanho do tombo que deve sofrer em consequência da pandemia do coronavírus. Em abril, a queda na atividade foi de 9,73%, segundo o IBC-Br do Banco Central. A contração do indicador se intensificou em relação a março, quando apontou retração de 6,16%. O BC atualmente espera que o PIB fique parado em 2020 — nova estimativa virá dia 25.
Com dívidas de pouco mais de R$ 500 milhões desde o ano passado, a InBrands voltou para as mãos do empresário Nelson Alvarenga, fundador da Ellus, em 2017. As coisas não andaram bem e a empresa prepara uma recuperação judicial pelo fechamento das lojas em consequência da pandemia do coronavírus. Conheça a delicada situação financeira da InBrands, que também é dona da Richards, Salinas, VR e Alexandre Herchcovitch.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras
Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro
Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje
Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais
Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial
Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão
Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando
Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora
Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval
Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais