O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Cenário no momento é adverso para o Planalto e vai requerer empenho e jogo de cintura por parte dos articuladores até o início da votação
Nesta semana deve haver nova rodada de vetos presidenciais a serem deliberados no Congresso Nacional. Dessa vez, o trabalho do governo para fazer prevalecer as decisões do presidente será muito mais espinhoso do que nas ocasiões anteriores. Agora estarão em pauta os três vetos mais impactantes e até então não há acordo para a sua manutenção.
O mais oneroso deles é o que trata da prorrogação da desoneração da folha de 17 setores econômicos até o fim de 2021, ao custo de R$ 10 bilhões. Esse item é o que oferece mais risco para o governo. Há forte pressão dos setores atingidos e uma aparente maioria parlamentar para a derrubada. O veto terá votação iniciada pela Câmara e só seguirá para deliberação do Senado se obtiver 257 votos contrários. A confirmação da derrubada ocorrerá se 41 senadores também o rejeitarem.
Já os outros dois vetos recaíram sobre matérias originadas no Senado e por isso terão votação iniciada pelos senadores. O primeiro, que também possui peso fiscal, é o que amplia o rol de categorias a terem direito ao auxílio emergencial. Essa extensão do benefício representa um gasto adicional de R$ 1,8 bilhão em três meses, podendo ser acrescido em mais 50%, caso se confirme a prorrogação do pagamento até o fim do ano no valor de R$ 300.
O outro veto permite a prorrogação da prestação de serviços de saneamento básico por empresas estatais e não acarreta aumento de despesa imediato para o poder público. Entretanto, pode adiar o ingresso de novas receitas para estados e municípios com a venda das empresas e, consequentemente, se desobrigarem de desembolsos com o serviço.
Não bastasse a previsível insatisfação dos senadores pelo fato de os vetos recaírem sobre pontos de consenso entre eles, há ainda uma nítida contrariedade na Casa em relação ao governo. Nesse sentido, na semana que passou os senadores aprovaram uma oitiva com o ministro Paulo Guedes para cobrar explicações sobre a crítica feita ao Senado pela rejeição do veto sobre congelamento de remuneração dos servidores públicos.
Portanto, o cenário no momento é adverso para o Planalto e vai requerer empenho e jogo de cintura por parte dos articuladores até o início da votação, que deve ocorrer na quarta-feira (02/09). Os líderes devem se reunir na véspera para tentar acordos.
Leia Também
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros