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Certa vez o executivo de um banco me disse que as negociações de fusões e aquisições funcionam como uma espécie de jogo de pôquer. Nem sempre o vencedor é aquele que tem as melhores cartas.
O caso da AES Tietê é um exemplo de como funcionam as mesas desse pôquer corporativo. A empresa virou alvo de uma disputa ferrenha desde que a Eneva lançou uma oferta para incorporar a geradora de energia.
No papel, o negócio parece ótimo para ambas as empresas, que juntas formam uma companhia que vale mais de R$ 20 bilhões. A possibilidade de uma união inclusive ajudou a valorizar as ações na bolsa.
Só faltou combinar com o grupo norte-americano AES Corp, que detém a maior parte das ações com direito a voto da Tietê e não tem o menor interesse de abrir mão do controle da companhia.
Mas os americanos e a Eneva não estão sozinhos na mesa. Um dos maiores acionistas da AES Tietê é o BNDES, que anunciou a intenção de sair do jogo, ou seja, vender a sua participação para quem oferecer a melhor proposta.
Desde então o mercado passou a especular sobre a rodada que deve selar o destino do negócio. Depois de muito mistério, a Eneva mostrou ontem à noite as suas cartas.
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Mas a nova oferta feita pela companhia frustrou o mercado, que agora vê a parada praticamente ganha para os americanos.
O possível resultado da partida fez as ações da AES Tietê despencarem na bolsa hoje. Eu conto para você por que o jogo virou contra a Eneva.
• A tensão entre Estados Unidos e China e dados econômicos abaixo do esperado pesaram na bolsa. Mas o pacote de estímulos na União Europeia e o início das articulações para a reforma tributária por aqui ajudaram a aliviar o clima nos mercados ao longo da semana.
• Warren Buffett voltou às compras. A Berkshire Hathaway, holding do bilionário, adquiriu mais de US$ 800 milhões em ações do Bank of America só nesta semana, elevando a fatia no banco para cerca de 11,3%.
• O BC está vendo um fenômeno novo no câmbio. Segundo o diretor de Política Monetária, Bruno Serra, há uma volatilidade de curto prazo com o dólar que incomoda a autoridade, que vai ver o que pode fazer.
• Os governadores, quem diria, foram além do governo federal e defenderam uma reforma tributária mais abrangente. A proposta é que haja unificação de todos os impostos sobre o consumo.
• O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, renunciou ao cargo nesta sexta-feira e deve deixar o cargo em agosto. Ele justificou a saída por entender que o banco “precisa de renovação”.
• Foi uma reestreia para se esquecer. Após captarem dinheiro em ofertas na bolsa, os papéis das companhias Dimed e Irani tombaram forte no pregão de hoje. Os investidores acabaram ajustando o preço das ações ao valor da oferta.
• Na disputa pelas operações de telefonia móvel da Oi, a Highline larga com mais uma vantagem em relação ao grupo formado por Tim, Vivo e Claro: a aprovação dos órgãos reguladores. Saiba por quê.
• Felipe Neto e Gabriela Pugliesi revelaram lados opostos (e errados) sobre o que as pessoas acham da bolsa. Este é um dos assuntos do nosso podcast, que também fala da semana dos mercados. Aperte o play e confira!
• Com a popularização da bolsa, cresce a ideia de fazer grana do dia pra noite com daytrade (alô, Pugliesi!). Mas as chances de sucesso de um trader ocasional são baixas e, além de tudo, o ofício pode abalar a sua vida, como diz o Felipe Miranda.
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