O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Já vi muita gente defender o nacionalismo em suas diversas versões. Mas jamais presenciei alguém sair às ruas entoando o lema “a bolsa é nossa”. Nem mesmo na região da Avenida Faria Lima, onde se concentra o mercado financeiro aqui em São Paulo.
Ao contrário, quando se fala em bolsa de valores a ótica é curiosamente a do investidor estrangeiro. Faz algum tempo que os analistas de mercado comentam com certa preocupação sobre a saída do capital dos gringos da B3 e quando (e se) eles voltam.
A própria conclusão de que os estrangeiros estão deixando a bolsa é controversa e fica para outra newsletter. O fato incontestável, e que pretendo abordar hoje, é o aumento da participação dos investidores locais. Afinal, para cada vendedor sempre há um comprador.
Com a queda dos juros, uma parcela cada vez maior de brasileiros passou a considerar a bolsa como uma alternativa de investimento. Encerramos o ano passado com quase 1,7 milhão de pessoas físicas no mercado de ações. E, mais importante, quem entrou na bolsa no geral ganhou dinheiro.
Com o avanço tanto em número como em volume de recursos, a participação do capital nacional na bolsa ultrapassou a do estrangeiro pela primeira vez desde 2014 – 52% a 48%.
Se considerarmos que na B3 são negociadas as ações das maiores empresas brasileiras, os nacionalistas têm ainda mais motivos para celebrar. Conheça todos os detalhes sobre o aumento da presença dos investidores locais e o que esperar daqui para frente.
Leia Também
A bolsa brasileira aproveitou os ventos positivos do exterior para engatar o segundo dia consecutivo de alta. O surfe na crista da onda foi garantido após sinais positivos do governo da China com relação a medidas de combate ao coronavírus. Mas apesar do clima positivo, o dólar não deu trégua e fechou em leve alta. Saiba tudo o que rolou na B3 hoje com o Victor Aguiar.
Em mais um pregão de recuperação na bolsa, as ações das incorporadoras MRV Engenharia e da Tenda ficaram entre os destaques de alta. Os papéis subiram depois que o J.P Morgan elevou a recomendação para as companhias e mostrou otimismo com o setor de construção, um dos que mais sofreu nos anos de crise econômica. Saiba também a perspectiva do banco norte-americano para as demais ações do segmento.
Ainda não está clara a extensão do impacto do coronavírus, mas o UBS já fez as contas e concluiu: o Brasil vai crescer menos em consequência do surto. Os economistas do banco suíço reduziram as projeções para o PIB do país neste ano de 2,5% para 2,1%. A doença também mexeu nas estimativas do UBS para a taxa de juros.
A indústria também trouxe notícias ruins ao apresentar queda de 1,1% em sua atividade no ano passado. As indústrias extrativas registraram queda de quase 10% na produção. O recuo veio após dois anos seguidos de alta e colocou mais um ponto de interrogação sobre o ritmo de retomada da economia em 2020.
Se no Brasil até o passado é incerto, como diria Pedro Malan, faz sentido manter 100% do seu patrimônio aqui? A resposta é não, de acordo com o Matheus Spiess, o mais novo colunista do Seu Dinheiro. Com a promessa de compartilhar as mais inovadoras ideias sobre investimentos, ele explica hoje os motivos pelos quais você sempre deve considerar ter uma parte do seu patrimônio no exterior.
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs
Em um ano em que os “grandes times”, como o bitcoin e o ethereum, decepcionaram, foram os “Mirassóis” que fizeram a alegria dos investidores
Como fazer previsões é tão inevitável quanto o próprio futuro, vale a pena saber o que os principais nomes do mercado esperam para 2026
De Trump ao dólar em queda, passando pela bolha da IA: veja como o ano de 2025 mexeu com os mercados e o que esperar de 2026