O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Banco e corretora divulgam carteiras recomendadas após volatilidade de setembro, quando Ibovespa acumulou queda de 4,80%
Começo de mês é sempre o momento em que corretoras e bancos de investimento fazem uma revisão de suas carteiras recomendadas de ações aos clientes.
A dura volatilidade enfrentada no mês passado, que levou o Ibovespa a acumular queda de 4,80%, e as perspectivas de continuidade do risco fiscal no País e do medo de uma segunda onda de covid-19 pelo mundo, fez com que analistas e economistas quebrassem a cabeça em busca da melhor alocação possível.
O desafio de como se posicionar para outubro ficou claro nesta quinta-feira (1º), olhando para as apostas de XP Investimentos e BTG Pactual para o mês. Ainda que alguns nomes possam coincidir, as justificativas para a composição das carteiras são distintas – a XP optou por aumentar a exposição a papéis de cunho defensivo, enquanto o BTG apostou nos segmentos de construção e e-commerce.
A XP incluiu em sua carteira de dez ações recomendadas os papéis de Omega Geração (OMEG3) e Marfrig (MRFG3), retirando Iguatemi (IGTA3) e Movida (MOVI3), que estavam no portfólio produzido para setembro. Ela informou que continua gostando dos setores de shopping centers e aluguel de veículos, mas decidiu aumentar a exposição a papéis mais defensivos, com receita em dólar ou do setor elétrico, cujas operações sofrem menos volatilidade.
A XP avalia que a Omega, sua principal recomendação para o setor elétrico, continua crescendo e apresentando retornos atrativos. “Em nossa opinião, a execução consistente de transações de M&A [fusões e aquisições], tanto dentro do Grupo Omega quanto com terceiros, deve reforçar a confiança dos investidores na estratégia de crescimento da Omega, bem como deve concretizar a visão de que a empresa é uma consolidadora no segmento de energias renováveis.
Sobre a Marfrig, a corretora afirma que os papéis representam uma oportunidade de compra interessante para aumentar a exposição a commodities, uma vez que os fundamentos da empresa seguem sólidos e com boas perspectivas para as exportações, elevando a receita em dólar.
Leia Também
Além desses dois nomes, a carteira para outubro é composta por B3 (B3SA3), Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4), Locaweb (LWSA3), Lojas Americanas (LAME4), Vale (VALE3), Vivara (VIVA3) e Via Varejo (VVAR3).
Já o BTG Pactual trocou as ações de JBS e Lojas Americanas por Gerdau e Magazine Luiza em sua carteira recomendada.
Sobre a Gerdau, o banco avalia que a demanda aquecida do mercado de construção e a desvalorização do real frente ao dólar abrem caminho para ajustes nos preços do aço longo, a especialidade da empresa. A decisão reforça a exposição ao segmento de construção e infraestrutura – a carteira do BTG Pactual já conta com nomes como Cyrela, Duratex e CCR.
Para o banco, a Gerdau também apresenta bom desempenho de receita, baixa alavancagem financeira, geração de fluxo de caixa livre e baixos riscos relacionados ao câmbio. “Pela primeira vez em anos, nós acreditamos que a companhia está bem posicionada para repassar os aumentos de preços [dos produtos] e superar as expectativas”, diz trecho do relatório.
A recomendação para o Magazine Luiza está baseada em sua enorme presença no varejo eletrônico, mesmo que as ações não estejam baratas. “Mesmo que o ‘valuation’ [valor real do negócio] do Magazine Luiza não é uma barganha, a empresa está aproveitando a mudança no comportamento do consumidor por conta da pandemia e entregando crescimento forte e resultados robustos”, diz trecho do relatório.
Com a entrada destes dois nomes, a carteira recomendada do BTG Pactual para outubro é composta por Gerdau (GGB4), Oi (OIBR3), Vale (VALE3), B3 (B3SA3), Cyrela (CYRE3), TIM (TIMP3), Magazine Luiza (MGLU3), Duratex (DTEX3), CCR (CCRO3) e Petrobras (PETR4).
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA