🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Leticia Camargo

Leticia Camargo

Editora de Conteúdo na Empiricus, formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e pós-graduada em Comunicação e Marketing Digital pela ESPM.

CONTEÚDO PATROCINADO

Renda fixa em dólar? Saiba como comprar sem precisar sair da sua corretora

Com a baixa histórica da Selic, investir em renda fixa no exterior nunca foi tão atrativo, e eu te mostro como você pode fazer isso de forma simples

Leticia Camargo
Leticia Camargo
7 de agosto de 2020
15:00 - atualizado às 12:53
Homem escala nota de dólar no meio das nuvens
Imagem: Shutterstock

Com a queda da taxa de juros, os investimentos em renda fixa de fato esfriaram para os brasileiros. Mas trago boas notícias: há opções vantajosas de fundos para investir no exterior, sem que seja necessário sair de sua corretora, ou ter de comprar dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O acesso a opções de investimento fora do país para brasileiros sempre foi muito restrito. Foi o que o Vinícius Pinheiro, jornalista do Seu Dinheiro,  contou aos assinantes do Premium há duas semanas, em sua publicação mensal “Lupa dos Fundos”, que dá recomendações sobre fundos que investem em títulos de renda fixa lá fora.

Antes, um dos principais fatores que fazia com que muitos nem pensassem na possibilidade de fazer aplicações em fundos internacionais eram as altas taxas de juros no Brasil. Afinal, não era muito atrativo abrir mão de um retorno alto e certo, para tentar a sorte em outro país.

Agora as coisas mudam de figura. O investimento em renda fixa no exterior passa a fazer sentido para muitos investidores brasileiros.

Na última quarta-feira (5), o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu a taxa básica de juros da economia brasileira para 2%. Essa é a menor taxa da Selic já vista na história do país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como isso faz com que o investimento em renda fixa em dólar comece a se tornar interessante para os brasileiros? Eu te explico. 

Leia Também

A nova aposta para o segundo semestre

Há quem diga que o que eu acabei de te contar agora, sobre a menor taxa de juros da história, signifique a morte da renda fixa. Mas eu vim te mostrar que, na verdade, esse pensamento pode estar errado…

Em um primeiro momento, eu até entendo o que essa interpretação queira dizer. Há dois anos que um movimento de queda constante acontece com a taxa de juros no Brasil. E agora, com a redução de 0,25 ponto percentual na Selic, os investimentos de curto prazo perderam atratividade aqui.

Mas, por outro lado, o juro tão baixo como está agora vai implicar no nascimento de um mercado mais profundo, líquido e com espaço para papéis mais longos. E é exatamente nesse espaço que a renda fixa entra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E digo mais: além de apostar na renda fixa, o que vai ganhar força a partir de agora é a internacionalização da sua carteira. Como eu já te mostrei lá em cima, tudo indica que este é o momento certo para fazer isso. Afinal, o juro está ao nosso favor.

A seguir, eu te explico um pouco mais sobre como você pode lucrar com isso.

Internacionalizando seus investimentos

Em vista do novo cenário, comprar renda fixa fora do país ficou muito mais atrativo para o investidor brasileiro. E eu te dou três bons motivos para você acreditar no que eu estou te dizendo:

  1. Diversificação: você poderá contar com uma base de ativos diversificados em sua carteira. Até porque, além dos investimentos brasileiros, também terá exposição a títulos com um emissor fora do Brasil, seja ele do governo ou de uma empresa privada.
  2. Taxa de juros: O Brasil sempre foi campeão nas taxas de juros. Mas agora, essa regra finalmente abre uma exceção. O investidor está começando a ver taxas muito mais atraentes lá fora, como por exemplo a do México. Então a lógica que tínhamos antes, de estrangeiros vindo para cá comprar títulos de renda fixa, agora pode ser ao contrário.
  3. Moeda forte: por último, mas não menos vantajoso: o retorno de seus investimentos será em dólar. Isso significa que vai poder ter a chance de multiplicar o seu patrimônio contando com a estabilidade de uma moeda forte.

Para a nossa sorte, o avanço da tecnologia nos permite manter a exposição de ativos no exterior sem precisar fazer grandes manobras. Por isso, não é necessário se preocupar em abrir uma nova conta se você quiser investir em renda fixa lá no México, como citei acima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, as principais plataformas de investimento oferecem uma série de produtos de renomadas gestoras internacionais. Entre eles, fundos diversificados com estratégia em renda fixa global. Assim, nenhuma quantia precisa sair do seu banco ou corretora.

Fundos desse tipo são muito vantajosos para nós, pessoas físicas. Afinal, lá estão reunidos títulos de dívidas de países com foco nos melhores pagadores, papéis ligados ao governo, títulos de bancos, empresas e outros ativos que talvez não teríamos acesso ou conhecimento para buscar…

Onde encontrar esse tipo de fundo?

Na última Lupa dos Fundos, o Vinícius Pinheiro fez a recomendação de um fundo com ativos em renda fixa no exterior que ele vê uma boa oportunidade de investimento. 

Se trata de uma gestora norte-americana com patrimônio de US$ 64 bilhões em ativos de renda fixa com títulos bastante variados.E também é uma das primeiras a criar estruturas para que investidores brasileiros pudessem aplicar em fundos globais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, o meu conselho é que você acesse o conteúdo e confira sobre qual gestora eu estou falando. Todo mês o Vinícius dá indicações exclusivas sobre os melhores fundos de investimentos.

Mas, como eu te disse lá no começo, a Lupa dos Fundos faz parte da área VIP do Seu Dinheiro, com conteúdos exclusivos. Com essa assinatura você pode ter acesso a:

  • Os segredos da Bolsa: um panorama semanal do que vai mexer com os mercados;
  • A lista das três melhores ações e fundos imobiliários das carteiras recomendadas das corretoras;
  • Um papel para comprar todo mês na bolsa, indicado pelo Alexandre Mastrocinque;
  • Descontos em todos os cursos do Seu Dinheiro;
  • Grupo exclusivo no Telegram com novidades e comentários exclusivos da equipe do Seu Dinheiro;
  • Uma crônica mensal exclusiva do Ivan Sant’Anna.

Tudo isso custa apenas R$ 5, o preço de um cafezinho na padaria. E você ainda pode liberar 30 dias sem compromisso para degustação. 

Entra lá, dá uma olhadinha e veja se vale o investimento. Caso você não goste, é só solicitar 100% de reembolso com a gente. Não precisa nem ligar - basta escrever para contato@seudinheiro.com.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

QUERO SER ASSINANTE DO SD PREMIUM E CONFERIR AS MELHORES OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS

Ainda nesta semana, também lançamos o Ação do Mês, uma publicação na qual reunimos as ações com maior potencial de valorização para o mês de agosto, segundo 13 corretoras. Em julho, a primeira colocada se valorizou 25% no mês.

Para acessar o conteúdo, basta clicar aqui e destravar a sua assinatura de um mês grátis.

QUERO SER ASSINANTE DO SD PREMIUM E CONFERIR AS MELHORES OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar