O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O BC fará dois leilões: um de linha, de até US$ 2 bilhões, e um de 16 mil contratos de swap.
A semana caminha para o seu fim com menos fôlego do que nas sessões anteriores. Se de um lado a perspectiva de um acordo fiscal nos Estados Unidos alivia o cenário, por outro a preocupação com o impacto da segunda onda do coronavírus na economia preocupa.
Na agenda, os investidores monitoram o balanço do ano que deve ser divulgado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e novas atuações do Banco Central no câmbio.
Em mais um dia de alta, o principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão com alta de 0,46%, aos 118.400 pontos. Com isso, faltam apenas 1.500 pontos para que o Ibovespa alcance o seu topo histórico.
O resultado positivo foi sustentado primeiramente pela alta de commodities como o minério de ferro e o petróleo, o que fez com que empresas de peso - como Vale e Petrobras - avançassem.
O segundo ponto, que também deve seguir influenciando os negócios nesta sexta-feira (18) é a perspectiva de um acordo em torno de um pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos. Após meses de indefinição em torno da pauta, republicanos e democratas parecem dispostos a encerrar o ano com o pé direito.
O pacote gira em torno dos US$ 900 bilhões e deve incluir uma nova rodada de pagament às famílias. A perspectivas de mais liquidez no mercado levou o S&P 500, o Dow Jones e o Nasdaq a renovarem os seus topos históricos de fechamento.
Leia Também
Com o apetite por risco em alta, o dólar seguiu sua trajetória de desvalorização. A moeda americana caiu 0,5%, cotado a R$ 5,0788. O movimento também é influenciado pela atuação do Banco Central no câmbio nos últimos dias.
No último pregão da semana, uma boa dose de tensão também entra na equação do mercado.
O governo americano restringiu os negócios com algumas empresas chinesas, ampliando a tensão entre os dois países. Entre as companhias afetadas está a fabricante de microchips SMIC. A notícia pesou e as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda.
Na Europa, o risco de um Brexit sem acordo na parte comercial também segue assombrando os investidores. Deixado de lado nos últimos dias, o impacto da segunda onda do coronavírus na atividade também afeta negativamente os negócios.
Dados fracos da economia local também pesam. Embora o sentimento das empresas tenha subido mais que o esperado na Alemanha, as vendas no varejo recuaram mais do que o esperado.
Com isso, as bolsas do Velho Continente chegaram a abrir em queda, mas operam mistas no início da manhã.
Nos Estados Unidos, a perspectiva de que um acordo seja firmado em breve alimenta os índices futuros em Wall Street, que avançam.
O Brasil voltou a registrar mais de mil mortes por covid-19 em 24 horas. A situação pressiona a decisão sobre a aprovação das vacinas para uso emergencial.
Em Brasília, o Supremo Tribunal Federal vota a autonnomia dos Estados e municípios para decidir sobre a obrigatoriedade da imunização.
O Banco Central publica nesta sexta-feira a edição de novembro da nota do setor externo. O documento apresenta dados de conta corrente e Investimento Direto no País (IDP) (9h30). A atenção dos investidores também se volta para o ministro Paulo Guedes, que faz uma coletiva de balanço do ano (10h). O ministro deve reafirmar o compromisso do governo com o teto de gastos.
O Banco Central também volta a atuar no câmbio hoje. Às 10h15 a autoridade monetária faz um leilão de linha de até US$ 2 bilhões. Mais tarde, às 11h30, o leilão será de 16 mil contratos de swap, algo que gira em torno dos US$ 800 milhões.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas