O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os índices futuros em Nova York e o mercado europeu amanhecem no azul, na expectativa pela retomada das atividades, após os países superarem o pico do covid-19. No Brasil, investidores monitoram a busca por um substitituto para Mandetta
Para cima ou para baixo, a maior parte dos movimentos do mercado financeiro parecem estar ligados ao noticiário em torno do coronavírus.
A doença, que já ultrapassou a marca de 2 milhões de casos, com 137,6 mil mortes registradas, continua impactando a economia global e sendo o motor para a cautela dos investidores.
Hoje, no entanto, os olhares se voltam para as possiblidades de reabertura econômica e retomada das atividades nos principais países da Europa e nos Estados Unidos. Assim, os mercados ensaiam um dia de recuperação no começo da manhã.
Donald Trump prometeu anunciar hoje as diretrizes para a reabertura da economia do país. Ontem, os números divulgados de vendas no varejo e produção industrial dos Estados Unidos mexeram negativamente com os mercados. Foram tombos históricos, com o varejo recuando 8,7 % em março - maior recuo mensal da história - e a produção industrial caindo mais que a previsão, ao cair 5,4%.
Enquanto o plano de reabertura não é esclarecido, o destaque fica com a divulgação do número de requerimentos do auxílio-desemprego no país. Os índices futuros em Nova York apresentam alta no começo da manhã, recuperando parte das perdas de ontem.
O mercado europeu também começa o dia com leve alta, refletindo mais uma vez a visão de que o pior da pandemia já passou para grande parte dos países do bloco. A atenção se volta para os projetos de retomada das ativades na Alemanha - maior economia do continente -, Itália e Espanha.
Leia Também
As bolsas asiáticas fecharam em queda, com exceção do índice Xangai Composto, que subiu 0,31%. A China deve divulgar hoje a noite o seu Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, número muito aguardado. O resultado deve refletir os efeitos reais da epidemia do coronavírus no país.
Assim como as bolsas globais, os contratos futuros do petróleo também indicam um dia de recuperação. Ontem, o WTI atingiu o seu menor nível em mais de 18 anos.
Nesta manhã, o petróleo WTI para maio avançava 1,96%, a US$ 20,26. O Brent para junho subia 3,14%, a US$ 28,55 o barril.
Ontem, o Ibovespa acompanhou a queda dos mercados no exterior - puxado pelos dados fracos da economia americana e queda na projeção da demanda global do petróleo - e caiu 1,36%, aos 78.831,46 pontos.
Além do temor externo, o mercado local observa com cuidado as movimentações do governo e os números do coronavírus. O país alcançou a marca de 1,7 mil mortes - com 204 óbitos em um dia. Já são 28,3 mil infectados - 3,8 mil novos casos em um dia.
No plano político, em primeiro lugar está a relação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro. Os rumores dão conta que Mandetta deve ser demitido ainda nesta semana.
Se a previsão se confirmar, Bolsonaro deve ter o caminho mais fácil para defender um afrouxamento do isolamento social. Segundo o ministro, o Brasil só deve atingir o pico da doença em maio. Ontem, o STF decidiu por unanimidade que Estados e municípios possuem autonomia para regular medidas de isolamento.
O Senado concluiu ontem a votação em primeiro turno da PEC do Orçamento de Guerra. A pauta deve ser retomada na sexta-feira (17). O texto, com alterações, ainda deve retornar para a Câmara.
Os senadores indicaram a obrigatoriedade de que empresas socorridas pelo governo mantenham os postos de trabalho.
Outros eventos também chamam a atenção do mercado nesta quinta-feira.
Além dos números da produção industrial na zona do euro, divulgados no começo da manhã, temos uma reunião do FMI/Banco Mundial (8h). Os ministros do G20 também se reúnem virtualmente para discutir programas de alívio para os países mais pobres.
Nos Estados Unidos, segue a temporada de balança, com destaque para a divulgação dos números do Morgan Stanley.
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público