🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Especial SD

Onde investir no 2º semestre: a bolsa tem potencial para continuar se recuperando, mas há riscos no radar

Após desabar rumo aos 60 mil pontos em março, o Ibovespa se recuperou e, neste início de julho, já conseguiu retornar aos 100 mil pontos. Para analistas, a tendência continua positiva para a bolsa, embora existam incertezas importantes para o mercado de ações

Victor Aguiar
Victor Aguiar
13 de julho de 2020
5:30 - atualizado às 10:15
Onde Investir em 2020 2º Semestre - Ações bolsa Ibovespa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Acompanhar o dia a dia da bolsa brasileira em 2020 tem sido uma experiência... única. No começo do ano, era difícil encontrar quem não estivesse empolgado com as perspectivas para o Ibovespa; três meses depois, quase não havia quem mostrasse otimismo com o mercado de ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, quem diria: passados outros três meses, cá estamos no meio de um bull market. O Ibovespa, que chegou a rondar os 60 mil pontos em março, reconquistou o patamar dos 100 mil pontos na última sexta-feira (10) — um movimento que pode parecer pouco intuitivo para quem olha de fora.

Afinal, a vida ainda está longe de voltar ao ritmo de antes, as perspectivas para a economia em 2020 continuam péssimas e o coronavírus segue se espalhando pelo mundo. E se a bolsa subiu tanto nesse cenário pouco animador, então o céu é o limite para o Ibovespa até o fim do ano, certo?

Bem... vamos com calma. Como eu disse lá em cima, acompanhar o dia a dia da bolsa tem sido uma experiência única. Para o mercado de ações, o futuro costuma ser mais importante que o presente — e, ao menos agora, o amanhã parece mais promissor. Só que, em tempos de Covid-19, tentar prever o que vem adiante é uma tarefa muitas vezes ingrata.

Dito isso, eu entrei em contato com analistas, economistas, agentes financeiros e grandes bancos. Minha dúvida é simples em tese, mas complexa na prática: depois da loucura dos primeiros seis meses de 2020, o que acontecerá no segundo semestre?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, em linhas gerais, os especialistas acreditam que o Ibovespa ainda tem potencial para continuar avançando, embora boa parte da recuperação já tenha ocorrido. Há elementos que inspiram otimismo no curto prazo, mas também há inúmeros fatores de risco no horizonte — e, sendo assim, é hora de ser seletivo na hora de escolher os ativos na bolsa.

Leia Também

Este texto é o primeiro de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir na segunda metade do ano. Eis a lista completa:

Para onde vamos?

Antes de passarmos para o cenário vislumbrado pelos analistas, vamos direto ao ponto: por mais que haja inúmeras incertezas no radar, grande parte das instituições financeiras possuem algum tipo de estimativa para o Ibovespa.

E quase todas mostram que, por mais que o índice tenha recuperado boa parte do terreno perdido, o cenário-base é de um avanço adicional no curto prazo — algumas casas, inclusive, veem o Ibovespa perto de zerar completamente as perdas no ano e retornando aos níveis vistos no começo de 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, aquelas apostas super otimistas de janeiro já não parecem mais plausíveis. Considerando os 100.031,83 pontos do fechamento da última sexta, o potencial de ganho não é tão expressivo — ninguém vê o Ibovespa numa tendência de alta descontrolada nos próximos meses, rumo aos 150 mil pontos.

  • Bank of America Merrill Lynch: 100 mil pontos ao fim do ano;
  • Genial Investimentos: 103 mil pontos em 12 meses (+3%), com potencial para chegar a 126 mil pontos (+26%);
  • Garde Asset: 110 mil pontos ao fim do ano (+10%);
  • XP: 112 mil pontos ao fim do ano (+12%);
  • Western Asset: 115 mil pontos em 12 meses (+15%).

Além disso, o Santander informou que, no momento, as projeções oficiais estão ao redor de 91 mil pontos ao fim do ano, mas que, considerando a queda na curva de juros, "há potencial para revisão acima dos 100 mil pontos".

Ou seja: as apostas mais otimistas colocam o Ibovespa muito perto dos 115 mil pontos vistos ao fim de 2019, o que, se concretizado, implicaria num ganho de quase 80% em relação às mínimas do ano, quando o índice chegou aos 63 mil pontos.

Ibovespa em 2020

A economia e o coronavírus

"É inegável que mudamos a postura: fomos do modo lockdown para o religamento", diz Guto Leite, gestor de renda variável da Western Asset no Brasil. "Isso é importante e afeta os indicadores de confiança, as discussões mudam de humor".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse é um ponto levantado por quase todos os analistas e agentes financeiros com quem eu conversei: o coronavírus continua existindo e provocando mudanças profundas em nosso modo de vida, mas, em termos econômicos, seu impacto não tem sido tão severo quanto o imaginado lá em março, no início da pandemia.

É claro que as projeções para o PIB do Brasil e do mundo em 2020 ainda são muito fracas e que, na comparação com janeiro, o nível de atividade global encontra-se hoje inegavelmente mais fragilizado. Mas é tudo uma questão de comparação com as expectativas: agora, em julho, a economia não está tão ruim quanto se imaginava há três meses.

Sim, essa 'recuperação precoce' só foi possível, em grande parte, graças à injeção massiva de dinheiro pelos bancos centrais e governos do mundo: programas de incentivo e estímulo foram lançados em quase todos os países, de modo a amenizar os impactos da pandemia — e parte desses recursos chegou aos mercados financeiros, dando uma bela ajuda às bolsas.

E, no fim, o preço das ações reflete as perspectivas econômicas: quanto maior o aquecimento da economia, mais ativas e saudáveis estarão as empresas da bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estamos animados, achamos que o mercado está subestimando a retomada da economia no curto prazo. Estamos otimistas com a velocidade da retomada e da aceleração do PIB no Brasil, particularmente

Fernando Borges, gestor de ações da Garde Asset

Naturalmente, há riscos no front da economia global: a execução da reabertura e a possibilidade de uma nova onda de contaminações pela Covid-19 podem voltar a afetar o nível de atividade no mundo, inviabilizando a tão sonhada 'recuperação em V'.

Para Filipe Villegas, analista da Genial Investimentos, uma recuperação mais intensa da economia global neste primeiro momento parece mais certeira. No entanto, ele vê a possibilidade de, no médio prazo, o ritmo de retomada ser diferente entre os países e regiões — e, atualmente, ele vê o mercado apostando num crescimento uniforme.

Novamente, expectativa é o nome do jogo: se essa projeção de avanço econômico em bloco for frustrada, poderemos ter correções negativas nos mercados financeiros

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A 'segunda onda' de retorno das pessoas ao normal vai ser diferente em cada país, e eu não vejo isso [corretamente] precificado

Filipe Villegas, analista da Genial Investimentos

Risco(s) Brasil

A conjuntura econômica, assim, apresenta seus riscos, mas é mais encorajadora do que se supunha há três meses. Mas há outros fatores capazes de mexer com a bolsa, tanto para cima quanto para baixo — e as questões domésticas sempre aparecem em destaque.

Leite, da Western, vê um potencial fator de turbulência no médio prazo: o comportamento dos consumidores no quarto trimestre, quando os programas de auxílio emergencial chegarem ao fim. "Como vai ser, se tivermos uma queda de renda?", questiona.

O cenário político interno também é lembrado por todos os especialistas: por um lado, a temperatura em Brasília parece mais branda do que em março e abril, o que também ajuda a explicar a recuperação dos mercados desde então. Mas, por outro, há um tema crucial no radar: a continuidade — ou não — dos esforços para o ajuste fiscal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por mais que a adoção de medidas de auxílio financeiro emergencial pelo governo tenha sido amplamente necessária, elas também geraram um aumento substancial no endividamento público. Sendo assim, os investidores começarão a cobrar, cedo ou tarde, um compromisso do governo com a manutenção da responsabilidade fiscal.

"Em termos de risco político, tem a questão do lado fiscal, de a pauta de reformas ficar comprometida"

Fernando Borges, gestor de ações da Garde Asset

Villegas, da Genial, também aponta o risco fiscal como principal fator de turbulência para a bolsa brasileira no médio e longo prazo. Ele, no entanto, mostra-se otimista nesse front: a aprovação do novo marco regulatório do saneamento e a recente aproximação entre governo e Congresso criam bons precedentes para a evolução da pauta econômica.

"É difícil, acho que [a reforma tributária] não sai nesse ano, mas o simples andamento já seria suficiente para o mercado comprar a ideia de que, passando a pandemia, o Congresso vai se focar nas questões das reformas", diz Villegas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O compromisso fiscal é importante porque a manutenção da taxa de juros em níveis baixos depende da manutenção do endividamento do país em níveis controlados — e, como lembra Leite, da Western, a Selic nas mínimas históricas foi muito importante para atrair novos investidores à bolsa.

Afinal, com os juros cada vez menores, os rendimentos em renda fixa ficam menos atrativos e, assim, quem deseja uma rentabilidade mais polpuda precisa assumir mais risco — um racional que motivou uma intensa migração ao mercado de ações e que, de certa maneira, ajudou a sustentar a bolsa nos níveis mais altos, apesar da fuga de capital externo.

O pior cenário é: o governo não retoma a responsabilidade fiscal, temos um desarranjo no mercado de juros, uma redução nas projeções de crescimento e um aumento nas taxas de desconto na bolsa

Guto Leite, gestor de renda variável da Western Asset no Brasil

Onde investir?

Considerando todas essas questões, os especialistas ressaltam que alguns setores da bolsa apresentam melhores condições para entregarem um desempenho mais forte — especialmente os segmentos que, de alguma maneira, conseguem se adequar às condições impostas pelo coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De certa forma, o mercado já adotou essa estratégia: entre as integrantes do Ibovespa, as empresas ligadas ao e-commerce despontam entre as maiores altas do ano. A lógica é simples: com todos em casa, a saída é fazer compras online — roupas, eletrônicos, alimentos, presentes...

Assim, papéis como B2W ON (BTOW3), Magazine Luiza ON (MGLU3), Via Varejo ON (VVAR3) e Lojas Americanas PN (LAME4) conseguiram se distanciar da crise e apareceram como portos seguros no momento de maior incerteza do mercado:

As varejistas eletrônicas continuam sendo reconhecidas como companhias de qualidade e alto valor nos tempos atuais. Mas, considerando os fortes ganhos acumulados ao longo do primeiro semestre, os analistas dão preferência a outras ações e setores que apresentem potenciais de alta mais atrativos daqui para frente.

"E-commerce e tecnologia são setores com pouco espaço para valorização, mas que valem o risco. É o tiro certo: você paga mais caro, mas tem um fundamento positivo", diz Villegas, da Genial, citando Totvs ON (TOTS3) e Locaweb ON (LWSA3) como nomes sólidos e de preços atrativos na bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra oportunidade interessante é Log ON (LOGG3), companhia ligada ao setor de galpões. Trata-se de uma derivada do e-commerce: a demanda por compras online também aumenta a necessidade de as empresas terem boas redes de logística.

Dito isso, quais outras companhias e segmentos com dinâmicas atraentes Para ele, papéis ligados à infraestrutura, concessões públicas e obras podem ser interessantes, uma vez que, historicamente, o estímulo público a esse setor sempre é usado como ferramenta para impulsionar a economia e a geração de empregos.

Ações de empresas exportadoras também aparecem, num primeiro momento, como opções válidas, considerando o dólar forte. No entanto, Villegas destaca que, nesse grupo de companhias, os setores agrícola e pecuário têm fundamentos mais sólidos, dada a demanda crescente no exterior — e, nesse sentido, Rumo ON (RAIL3) tem um bom cenário adiante, dado que boa parte do escoamento de grãos do Centro-Oeste passa por sua rede de ferrovias.

Por fim, o analista da Genial Investimentos também cita o segmento de bancos, que tem apresentado um desempenho mais fraco em 2020 — para ele, trata-se de um segmento que exige uma cautela maior, mas que tem ações de excelente qualidade num momento ruim.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Em nossa carteira, ainda damos preferência às ações de ciclos domésticos, dos plays de recuperação", diz Leite, da Western. "Varejo, nomes ligados ao mercado de capitais, um pouco de real estate. E gostamos também do setor de combustíveis".

Dentro do varejo, Leite mostra-se otimista em relação ao segmento de e-commerce, apostando que tais empresas tendem a se beneficiar de maneira contínua daqui pra frente — para ele, a pandemia provocará uma mudança nos hábitos de consumo do brasileiro.

Assim, por mais que o potencial de alta das ações seja limitado, ele ainda vê valor nessa classe de ações, dando preferência à Magazine Luiza e Lojas Americanas, dada a estratégia de implantação da estratégia de ambas as empresas. "Elas caminham na direção certa, por isso ainda temos exposição".

Ainda no varejo, o gestor da Western Asset no Brasil destaca Lojas Renner ON (LREN3) dentro da área de vestuário. Apesar do potencial de retomada desse segmento no médio e longo prazo, ele admite que o curto prazo possui inúmeros desafios — e, sendo assim, o histórico de qualidade da companhia faz dela a melhor opção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto ao setor financeiro, Leite diz ter preferência por B3 ON (B3SA3) e BTG Pactual units (BPAC11), em meio ao crescimento do mercado financeiro no país. E, na área de combustíveis, BR Distribuidora ON (BRDT3) e Ultrapar ON (UGPA3) são as indicadas. "Também gostamos de Cosan ON (CSAN3), mas vemos menos upside".

Por fim, vale lembrar que, se você preferir não correr o risco de estar exposto a uma ação ou a um setor específico, sempre há a possibilidade de entrar na bolsa via ETFs: há ativos como o BOVA11, o BOVV11e o BOVB11 que, na prática, replicam a carteira do Ibovespa. E, como você viu, os analistas acreditam que a tendência para o índice é positiva daqui para frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar