O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ibovespa e dólar têm dia instável e juros futuros desabam com dado de inflação abaixo do esperado
Os mercados passam nesta sexta-feira (24) por um verdadeiro "cabo de guerra" de notícias positivas e negativas que vêm levando o Ibovespa e o dólar a alternarem altas e baixas. Mas o destaque do dia no mercado são os juros futuros, que apresentam fortes quedas após dado de inflação no Brasil abaixo do esperado.
Mais cedo, o Ibovespa quase perdeu os 100 mil pontos, mas voltou a operar em alta no fim da manhã. Às 15h08, o índice avançava 0,20% para 102.495,58 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, chegou a subir mais cedo, mas agora opera em baixa de 0,89%, a R$ 5,1673, após um enfraquecimento da moeda americana no exterior.
As bolsas americanas recuam. Há pouco, o Dow Jones caía 0,58%, o S&P 500 recuava 0,53% e o Nasdaq tinha baixa de 0,74%.
Nova York é basicamente afetada por duas más notícias, uma no âmbito geopolítico, e a outra no lado econômico. Hoje tivemos mais um capítulo das tensões diplomáticas entre Estados Unidos e China, com a notícia de que o gigante asiático ordenou o fechamento do consulado americano na cidade de Chengdu, capital da província chinesa de Sichuan.
A ordem foi uma retaliação - já esperada pelo mercado - ao fechamento do consulado chinês em Houston pelo governo americano, que acusa a China de espionagem.
Leia Também
Os investidores temem que as tensões entre as potências causem um retrocesso no acordo comercial firmado entre os dois países no início de 2020. Ontem, o presidente Donald Trump afirmou que o acordo comercial entre os países não é mais tão importante.
Além disso, os dados do PMI (Índices de Gerentes de Compras) dos Estados Unidos, que medem a atividade econômica, vieram abaixo do esperado por especialistas.
O PMI composto subiu de 47,9 em junho para 50 em julho. O de serviços avançou para 49,6 e o industrial foi para 51,3. Todos os números alcançaram o maior patamar dos últimos seis meses, mas ainda abaixo da expectativa.
A decepção se une com os números de pedido de auxílio-desemprego divulgados ontem, que também vieram maiores que o esperado. Com isso, os investidores ficam cautelosos quanto ao ritmo da recuperação americana diante de um cenário de crise ocasionada pela pandemia de covid-19.
No mercado doméstico, no entanto, tivemos um dado positivo. Mais cedo, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou que o indicador de confiança do consumidor subiu 7,7 pontos em julho contra junho.
Outro dado importante para os investidores locais é o IPCA-15. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a prévia da inflação avançou 0,30%, ante 0,02% em junho.
O número veio abaixo das expectativas dos analistas. Segundo o Projeções Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Estadão, a média das expectativas dos analistas era de 0,35%, e a mediana era de 0,51%.
Se por um lado isso indica que a recuperação econômica não tem sido no ritmo esperado, por outro abre espaço para o Banco Central efetuar um novo corte na taxa Selic na próxima reunião do Copom.
Nos últimos dias, os investidores já começavam a apostar que talvez não houvesse novo corte, como havia sido sinalizado anteriormente, porque o IPCA-15 poderia vir pressionado.
Com isso, os juros futuros apresentam forte alívio nesta sexta. Confira os principais vencimentos:
Perceba que os contratos de DI com vencimento em janeiro de 2021 chegam a precificar uma Selic abaixo de 2,00% no fim do ano. Até agora, 2,00% vinha sendo considerado o piso para a taxa básica de juros.
Na Europa, por sua vez, os PMI vieram melhores que o esperado. O PMI composto da zona do euro foi subiu de 48,5 em junho para 54,8 em julho - maior patamar em 25 meses e acima das expectativas dos analistas. Na Alemanha e Reino Unido o resultado também veio acima dos 50 - marca que indica expansão da atividade.
As bolsas europeias, porém, fecharam em queda, seguindo a aversão a risco de Wall Street. Os bons dados de atividade apenas impediram perdas de serem ainda maiores. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em baixa de 1,70%.
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias