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Papéis de bancos disparam, ação da Petrobras sobe forte e Weg se recupera; juros futuros continuam em alta
O Ibovespa mantém-se em forte alta nesta quinta-feira (22), em meio à consolidação das bolsas americanas no campo positivo. Por volta das 16h, o índice avança 1,25%, aos 101.808,18 pontos.
Na máxima, subiu 1,41%, aos 101.970,17 pontos.
Ontem, o principal índice da B3 chegou a romper os 101 mil pontos, mas fechou perto do zero a zero, assim como a moeda americana.
Os maiores destaques de alta hoje são as ações de bancos e as ordinárias (ON) da Weg (WEGE3), que sobem forte após a queda de ontem.
Pesos-pesados na composição da carteira do Ibovespa, as ações de Petrobras também operam em forte alta, de ao menos 2,6%, embaladas pelo avanço do preço do petróleo Brent.
Veja as maiores altas do Ibovespa hoje:
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| CÓDIGO | EMPRESA | PREÇO | VARIAÇÃO |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 37,73 | 5,07% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco PN | R$ 25,74 | 5,02% |
| SANB11 | Santander Brasil units | R$ 33,53 | 4,88% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 82,05 | 4,62% |
| BBDC4 | Bradesco PN | R$ 22,69 | 4,47% |
Entre as maiores perdas do dia, ações de shopping recuam, após os ganhos de ontem, enquanto os papéis das varejistas B2W e Lojas Americanas também caem. Veja as maiores quedas:
| CÓDIGO | EMPRESA | PREÇO | VARIAÇÃO |
| BTOW3 | B2W ON | R$ 86,96 | -2,46% |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | R$ 26,02 | -2,11% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 4,94 | -1,98% |
| SULA11 | SulAmérica units | R$ 42,05 | -1,98% |
| BRML3 | BR Malls ON | R$ 9,52 | -1,96% |
No entanto, tanto lá fora quanto aqui no Brasil ainda ronda a indefinição quanto à aprovação de um novo pacote fiscal nos Estados Unidos.
As bolsas americanas neste momento operam em alta. O Dow Jones ganha 0,70%, o S&P 500 sobe 0,62% e o Nasdaq avança 0,23%.
No começo da tarde, a presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que um acordo por mais estímulos "está perto" e que a coisa certa para as famílias americanas a se fazer agora é "adotar mais estímulos" — o que reduziu a queda vista antes nos índices em Nova York.
"Estamos estreitando as diferenças nas negociações por um pacote fiscal", afirmou.
Em outra entrevista mais cedo à rede MSNBC, Pelosi disse que a Casa pode aprovar uma legislação de ajuda fiscal antes das eleições presidenciais, em 3 de novembro, o que também chegou a renovar o tom otimista do mercado.
O número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA na semana encerrada em 17 de outubro também enseja reações positivas.
Foram 787 mil pedidos, abaixo das expectativas dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 875 mil solicitações. O número também foi inferior aos 842 mil pedidos da semana anterior, após revisão dos dados.
O dólar à vista, por sua vez, tem queda de 0,23%, a R$ 5,6017. Na mínima, caiu 0,89%, para R$ 5,5643.
No exterior, o Dollar Index (DXY), que compara o dólar a moedas como euro e libra, indica valorização da divisa americana.
"Hoje tem fluxo no mercado à vista e também houve uma melhor sinalização fiscal nas últimas semanas", diz Roberto Padovani, economista do banco BV. "Acho que isso se reflete no CDS [indicador de risco-país], que está em queda hoje e ancora a moeda."
Por aqui, toda a disputa política em torno da vacina contra o coronavírus adiciona, no entanto, uma dose de cautela ao mercado e deve ser monitorada pelos investidores.
Os juros futuros operam em alta nesta manhã, refletindo a incerteza que ainda ronda os mercados, após flutuarem mais cedo.
"O leilão de pré-fixados de hoje puxou um pouco as taxas", diz Patricia Pereira, gestora de renda fixa da MAG Investimentos, citando a venda de 21,4 milhões de LTNs (Letra do Tesouro Nacional) e 2,5 milhões de NTN-F (Notas do Tesouro Nacional série F).
"Enquanto isso, ficamos bem atento ao recesso parlamentar de dezembro, que jogaria a aprovação de reformas apenas para fevereiro."
"Investidores não ficaram nem um pouco satisfeitos com os adiamentos das sessões do Congresso", diz a consultoria financeira Wagner Investimentos em relatório, a respeito do adiamento da votação do projeto de autonomia o Banco Central para 3 de novembro e do veto à desoneração da folha de pagamento, para 4 de novembro.
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