🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Resgates

Fundos perdem a preferência do investidor pessoa física na crise

Enquanto a bolsa e até a poupança batem recordes, os fundos registraram resgates líquidos de R$ 27,5 bilhões de pessoas físicas no acumulado de 2020 até agosto, de acordo com dados da Anbima

Uma carteira de investimentos para qualquer cenário - de euforia ou tristeza nos mercados
Imagem: Shutterstock

No ano em que a bolsa registra a marca recorde de 3 milhões de pessoas físicas e até mesmo a velha caderneta de poupança alcançou R$ 1 trilhão em patrimônio líquido, os fundos de investimento parecem ter perdido parte da atratividade para o investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No acumulado de 2020 até agosto, os fundos registraram resgates líquidos de R$ 27,5 bilhões do público formado por pessoas físicas. Os dados são da Anbima, associação que representa as instituições que atuam no mercado de capitais.

Os investidores de varejo sacaram R$ 39,6 bilhões dos fundos em 2020 e os endinheirados, do segmento private, resgataram R$ 2,3 bilhões nos oito primeiros meses do ano. O resultado só não foi pior porque houve uma captação de R$ 14,4 bilhões nos fundos por "conta e ordem", que engloba recursos de pessoas físicas.

Para efeito de comparação, no mesmo período de 2019, os fundos captaram um total de R$ 79,2 bilhões de investidores individuais, ainda segundo os dados da Anbima e considerando as três classes — varejo, private e conta e ordem.

O que aconteceu?

Eu perguntei a Carlos André, vice-presidente da Anbima, qual a explicação para a perda da preferência dos investidores pessoas físicas pelos fundos na comparação com outras modalidades de aplicação, como a poupança e o investimento direto em bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ele, é difícil ter uma percepção acurada do que houve. Mas a razão mais provável foi a necessidade das pessoas de resgatarem os recursos que estavam nos fundos no auge da crise do coronavírus.

Leia Também

NA FRENTE DE PETR4 E VALE3

Ambev (ABEV3) desbanca gigantes como a ação mais negociada da B3 por um grupo de investidores; descubra qual

A BOLSA NA LUPA

Fundos estão baratos na bolsa? BTG vê janela de oportunidades após queda e indica em quais investir

“Com a pandemia, muitas pessoas precisaram de recursos para o dia a dia e tiveram de fazer uso das economias”, disse o vice-presidente da Anbima, durante uma entrevista coletiva por videoconferência realizada na manhã de hoje.

Para ele, essa realocação de recursos, seja para poupança ou mesmo para a conta corrente, representa uma parcela maior dos recursos que saíram dos fundos do que aqueles que foram diretamente para a bolsa nesse período de crise. André aponta ainda que os números mais recentes já mostram uma melhora na captação dos fundos em alguns segmentos.

Captação total

No geral, a indústria de fundos de investimento registrou uma entrada líquida de R$ 196,4 bilhões no acumulado do ano até setembro, queda de 15,7% em relação ao mesmo período de 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O destaque do ano são os fundos multimercados, que acumulam uma captação líquida de R$ 81,1 bilhões, seguidos pelos de ações, com R$ 66,5 bilhões.

O principal responsável pelo resultado positivo é o poder público, que investiu R$ 88,7 bilhões em fundos no acumulado do ano — nesse caso os dados vão até agosto.

O vice-presidente da Anbima credita esse movimento ao repasse de recursos a Estados e municípios que são depositados em fundos enquanto o dinheiro não é efetivamente usado.

Mais investimento no exterior

A Anbima trabalha para ampliar a atuação dos fundos. E uma das frentes é flexibilizar o investimento dos gestores em ativos no exterior nas regras determinadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, os fundos destinados ao público de varejo podem investir até 20% do patrimônio fora do país e os voltados a investidores qualificados (com mais de R$ 1 milhão em aplicações) têm limite de 40%. A associação quer o aumento desses limites para 40% e 60%, respectivamente.

A Anbima também defende que os fundos possam aplicar até 100% no mercado internacional, desde que os ativos da carteira sejam elegíveis para a emissão de BDRs — recibos de ações negociados na bolsa brasileira.

A ideia é obter isonomia dos fundos com a regra editada recentemente pela CVM que permite a qualquer investidor aplicar em BDRs.

A associação quer ainda que os fundos locais que aplicam em gestores no exterior também estejam disponíveis ao varejo — hoje eles estão restritos aos qualificados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa norma impede, por exemplo, que o pequeno investidor tenha acesso a fundos de gestoras renomadas lá fora e que já estão disponíveis em plataformas e bancos no país, como a Bridgewater, de Ray Dalio, e a Oaktree, de Howard Marks.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
bitcoin BTC energia 20 de agosto de 2026 - 10:40
desenvolvimento sustentável 20 de agosto de 2026 - 9:30
Montagem com fotos da Embraer, Sabesp e um hospital da Rede D'Or 19 de agosto de 2026 - 18:12
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar