O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após passar boa parte da sessão flutuando perto do zero a zero, o Ibovespa acordou nos últimos minutos e chegou a uma nova máxima histórica, engatando a terceira alta consecutiva. O dólar à vista, por outro lado, teve um dia mais pressionado e subiu a R$ 4,18

A sessão desta segunda-feira (20) foi bem parada até os 45 minutos do segundo tempo: o Ibovespa passou boa parte do pregão apenas flutuando perto da estabilidade, num dia sem grandes fatores capazes de influenciar o ritmo das negociações.
Também, pudera: as bolsas americanas ficaram fechadas hoje, em comemoração ao dia de Martin Luther King. E, para aumentar ainda mais o marasmo, a agenda econômica doméstica não trouxe nenhum dado relevante neste início de semana.
Tudo levava a crer que o Ibovespa terminaria a sessão sem grandes movimentações. Só que, nos minutos finais, o índice começou a ganhar força, com os investidores puxando as cotações de diversas ações para o alto.
Pouco a pouco, já no leilão de fechamento, o Ibovespa foi renovando os picos do dia — e, de fato, o índice terminou na máxima da sessão, aos 118.861,63 pontos (+0,32%), um novo recorde de encerramento.
Com o desempenho de hoje, o Ibovespa já acumula ganhos de 2,78% em 2020 — o índice saltou 31,58% no ano passado.
Já o dólar à vista teve uma sessão mais pressionada: subiu 0,58%, aos R$ 4,1887, devolvendo quase todo o alívio visto na sexta-feira (17). O real, assim, destoou do exterior — lá fora, a moeda americana ficou praticamente estável em relação às demais divisas de países emergentes.
Leia Também
Sem o referencial dos mercados americanos e em meio à agenda econômica esvaziada, os investidores apenas promoveram ajustes pontuais nas carteiras, sem grandes movimentações na bolsa.
O grande ponto de instabilidade foi o vencimento de opções sobre ações, encerrado às 13h. Segundo a B3, o exercício movimento mais de R$ 12 bilhões, sendo quase R$ 10 bilhões em opções de compra — passado o vencimento, o índice se aproximou da estabilidade.
Durante a manhã, o Ibovespa operou em baixa, em meio às variações geradas pelo exercício. No entanto, uma vez virada essa página, o índice manteve-se perto do zero a zero, ganhando força apenas nos minutos finais da sessão.
Assim, o Ibovespa engatou a terceira alta consecutiva, saindo do patamar dos 116 mil pontos para se aproximar do nível dos 119 mil pontos — e chegar a um novo recorde.
É importante ressaltar que, no restante da semana, há diversos fatores que podem mexer com o rumo dos mercados, incluindo o Fórum Econômico Mundial e a agenda de dados econômicos — nos próximos dias, serão revelados indicadores de inflação no Brasil e de atividade nos EUA.
Apesar da pressão vista no dólar à vista, as curvas de juros apresentaram um viés de estabilidade nesta segunda-feira. O mercado ainda está em dúvida quanto aos próximos passos do BC em relação à Selic — há quem aposte em um novo corte, mas também há quem acredite que a taxa permanecerá estável daqui em diante.
Veja abaixo como ficaram os principais DIs nesta segunda-feira:
No front corporativo, relatórios de grandes bancos com alterações de recomendação e preço-alvo de algumas ações foram os maiores responsáveis pelas movimentações nos preços dos papéis.
Raia Drogasil ON (RADL3) fechou em alta de 2,97%, a R$ 119,11, após o Credit Suisse elevar a recomendação para os papéis, de 'underperform' (desempenho abaixo da média) para neutro.
A instituição também aumentou o preço-alvo para as ações em 12 meses, de R$ 54,00 para R$ 125,00 — considerando a cotação atual, implica num potencial de ganho de pouco menos de 5%.
Por outro lado, as ações do setor bancário continuaram sob pressão e tiveram mais um dia negativo. Itaú Unibanco PN (ITUB4) caiu 2,03%, Bradesco ON (BBDC3) recuou 1,55%, Bradesco PN (BBDC4) teve perda de 1,95%, Banco do Brasil ON (BBAS3) fechou em queda de 0,64% e as units do Santander Brasil (SANB11) desvalorizaram 0,48%.
O mercado reagiu de maneira cautelosa a um relatório do Bank of America Merill Lynch — a instituição cortou a recomendação para os papéis do Itaú Unibanco e do Bradesco, citando preocupações com o crescimento dos bancos.
Para saber mais sobre os papéis que se destacaram no pregão de hoje, basta acessar esta matéria.
Veja abaixo os cinco papéis de melhor desempenho do Ibovespa nesta segunda-feira:
Confira também as cinco maiores baixas do índice no momento:
POTENCIAL NA TERCEIRIZAÇÃO
ADEUS, BOLSA
O JOGO VIROU
BALANÇO DOS BALANÇOS
CHAT, QUANTO VALE A OPENAI?
IPO HISTÓRICO
MEXENDO NO PORTFÓLIO
BYE BYE, BRASIL
NO RITMO DO PETRÓLEO
VACAS MAGRAS
SALTO DE QUASE 10%
LOJAS DA ARMANI, NIKE, LACOSTE...
FUNDOS NA BOLSA
CHUVA DE DIVIDENDOS
MERCADOS HOJE
VAI CUMPRIR A PROMESSA?
QUERIDINHAS DO SETOR
SEPARANDO RUÍDO DE ALERTA
O QUE SAIU E O QUE ENTROU
IBOVESPA SANGROU