🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Alívio na blsa

Ibovespa respira e fecha em alta de mais de 2%, apesar do coronavírus; dólar sobe a R$ 4,48

O Ibovespa pegou carona na recuperação dos mercados americanos e retomou o nível dos 106 mil pontos, em meio às apostas quanto a uma ação dos principais bancos centrais do mundo para conter os impactos econômicos do coronavírus

Victor Aguiar
Victor Aguiar
2 de março de 2020
18:35 - atualizado às 18:53
Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Depois de o surto de coronavírus desencadear uma forte onda de pressão sobre o Ibovespa e as bolsas globais na semana passada, o tom foi de calmaria nesta segunda-feira (2). Claro, a recuperação vista hoje nem de longe compensa as fortes perdas dos últimos dias. Mas os ganhos representam, ao menos, um respiro em meio à tensão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ibovespa fechou o pregão em forte alta de 2,36%, aos 106.625,41 pontos, dando continuidade ao movimento da última sexta-feira (28), quando subiu 1,15%. Apesar dessa sequência positiva, o índice brasileiro ainda acumula perdas de 7,80% desde o início do ano.

O bom desempenho visto no mercado acionário brasileiro ocorreu em linha com o movimento visto lá fora: as bolsas da Ásia fecharam em alta, os índices da Europa subiram e as commodities ganharam terreno. Mas o maior termômetro da melhora no humor dos investidores vem dos Estados Unidos.

Por lá, o dia foi de forte recuperação em Wall Street: o Dow Jones fechou em alta de 5,09%, o S&P 500 avançou 4,60% e o Nasdaq teve ganhos de 4,49% — uma reação importante após os três índices amargarem baixas de mais de 10% apenas em fevereiro.

Toda essa calmaria não significa que os mercados já tenham virado a página do coronavírus. Pelo contrário: a doença continua inspirando cautela, já que o ritmo de disseminação segue elevado, especialmente na Europa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, em meio ao surto, começam a surgir os primeiros sinais de que os grandes bancos centrais do mundo não ficarão de braços cruzados. Desde o fim de semana, o Federal Reserve (Fed, o BC americano), o Bank of Japan e algumas autoridades monetárias da Europa sinalizaram com medidas para estimular as economias locais.

Leia Também

E, como uma coisa puxa a outra, as expectativas quanto a um possível novo corte de juros pelo Fed já começam a aumentar — a ideia é impedir um impacto mais forte do coronavírus ao ritmo de atividade do país.

Nesse cenário, as bolsas americanas dispararam e acabaram puxando todos os principais mercados acionários do Ocidente, incluindo o Ibovespa. No câmbio, contudo, a situação foi diferente.

O dólar à vista teve uma sessão mais instável, oscilando entre os R$ 4,4717 (-0,15%) e os R$ 4,5066 (+0,63%). Ao fim do dia, a divisa americana estava cotada a R$ 4,4870, em leve alta de 0,19% — trata-se de um novo recorde nominal de encerramento e o nono avanço consecutivo da moeda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apostas e pressões

Essa percepção de que os principais bancos centrais poderão promover uma nova rodada de corte nos juros também mexeu com as expectativas por aqui, aumentando as apostas quanto a mais uma redução na Selic já na próxima reunião do Copom.

E, num cenário de juros mais baixos, o dólar acabou sendo mais pressionado — o mercado doméstico de câmbio foi na contramão do exterior, já que, nesta segunda-feira, a moeda americana perdeu força em relação às divisas de países emergentes.

Essas apostas em novos cortes na Selic foram refletidas no comportamento das curvas de juros, que tiveram quedas fortes hoje — os DIs para janeiro de 2021 ficaram abaixo de 4% pela primeira vez na história. Mesmo os vencimentos mais longos tiveram ajustes relevantes, mostrando que o mercado vê um ambiente de juros baixos por um longo período.

Veja abaixo como ficaram os principais DIs nesta segunda-feira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Janeiro/2021: de 4,09% para 3,96%;
  • Janeiro/2022: de 4,59% para 4,36%;
  • Janeiro/2023: de 5,24% para 4,98%;
  • Janeiro/2025: de 6,14% para 5,90%;
  • Janeiro/2027: de 6,63% para 6,41%.

Além disso, há um natural fator estratégico: por mais que as bolsas tenham se recuperado, os investidores seguem com uma postura cautelosa em relação ao coronavírus. Assim, ao mesmo tempo em que aumentam a exposição ao mercado de ações, também correm para a segurança do dólar, protegendo-se contra as incertezas no horizonte.

Contrastes

A sessão desta segunda-feira foi marcada por desempenhos contrastantes no Ibovespa. Algumas ações subiram forte e recuperaram-se das perdas da semana passada; outras caíram com intensidade, dando continuidade ao movimento recente de correção.

No lado positivo, destaque para Hypera ON (HYPE3), em forte alta de 16,62% após anunciar a compra de um portfólio de medicamentos que inclui marcas como Dramin e Neosaldina, por US$ 825 milhões.

Papéis ligados ao setor de mineração e siderurgia também apareceram entre as maiores altas do dia, em meio à valorização de 5,92% no minério de ferro negociado no porto chinês de Qingdao — cotação que serve como referência para o mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o caso de CSN ON (CSNA3), em alta de 10,47%; de Usiminas PNA (USIM5), com ganho de 3,67%; de Vale ON (VALE3), com valorização de 4,63%; e de Gerdau PN (GGBR4), com avanço de 2,43%.

Na ponta negativa, CVC ON (CVCB3) despencou 10,61% — a empresa de turismo disse ter encontrado "erros contábeis" nos balanços de 2015 a 2019. Os impactos estimados podem chegar a R$ 250 milhões na receita líquida no período.

GPA ON (PCAR3), em baixa de 10,09%, foi outra que apareceu entre as maiores perdas — foi o primeiro dia de negociação dos papéis ordinários da empresa, que concluiu recentemente a migração para o Novo Mercado da B3.

Top 5

Veja abaixo as cinco maiores altas do índice nesta segunda-feira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Hypera ON (HYPE3): +16,62%
  • CSN ON (CSNA3): +10,47%
  • Weg ON (WEGE3): +8,90%
  • Marfrig ON (MRFG3): +6,88%
  • Klabin units (KLBN11): +5,61%

Confira também as maiores baixas do Ibovespa hoje:

  • CVC ON (CVCB3): -10,61%
  • GPA ON (PCAR3): -10,09%
  • IRB ON (IRBR3): -8,72%
  • Yduqs ON (YDUQ3): -3,41%
  • SulAmérica units (SULA11): -1,79%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INOVAÇÕES

Novos lançamentos, mercado internacional: o que esperar do mercado de ETFs para este ano

16 de fevereiro de 2026 - 11:15

Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável

CLIMA DE FOLIA?

Vai ter pregão na bolsa hoje? Veja o que funciona — e o que não — na B3 nesta semana de Carnaval

16 de fevereiro de 2026 - 9:52

Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações

FORA DO ÓBVIO

Energia nuclear, games, bilionários: conheça os ETFs mais curiosos da bolsa brasileira e veja como investir nessas tendências

16 de fevereiro de 2026 - 6:06

Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

FIIs disparam no início de 2026 e retornos chegam a 13% — fundos de papel se destacam entre os campeões

15 de fevereiro de 2026 - 13:05

Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX

JUROS SOBRE CAPITAL PRÓPRIO

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) pagará R$ 325 milhões em proventos aos acionistas; veja quem recebe

13 de fevereiro de 2026 - 13:11

Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio

IMPULSO INTERNO E EXTERNO

Usiminas (USIM5) reverte prejuízo no 4T25, mas ação está entre as maiores altas do Ibovespa também por outro motivo

13 de fevereiro de 2026 - 12:41

Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Dólar cai a R$ 5,18 e volta a fechar no menor nível em quase 2 anos; na bolsa, o dia foi de recordes

11 de fevereiro de 2026 - 18:50

A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.

CEO CONFERENCE 2026

“Upsides pornográficos”: derrota de Lula nas eleições pode fazer a bolsa deslanchar, diz André Lion, da Ibiuna

11 de fevereiro de 2026 - 13:32

Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo

2026 OU...1996?

Dólar perde terreno: ouro supera Treasurys como reserva internacional pela primeira vez em 30 anos; veja o que levou a isso

11 de fevereiro de 2026 - 11:27

Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso

DESTAQUES DO IBOVESPA

O balde de água fria na Eneva (ENEV3): por que as ações despencaram 19% após decisão do governo sobre o leilão de energia

10 de fevereiro de 2026 - 12:59

Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta

ENTENDA

B3 (B3SA3) deve se esbaldar com dinheiro gringo e corte da Selic neste ano: UBS BB acredita que é hora de comprar

6 de fevereiro de 2026 - 17:05

Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa

AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar