🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Vinícius Pinheiro

Vinícius Pinheiro

Jornalista e escritor, é diretor de redação dos sites Money Times e Seu Dinheiro. Formado em Jornalismo e com MBA em Derivativos e Informações Econômico‑Financeiras pela FIA, tem mais de 25 anos de experiência e passou por redações como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances Os Jogadores, Abandonado e O Roteirista

Entrevista exclusiva

Ex-diretor do BC vê alta do dólar como necessária e projeta câmbio de equilíbrio a R$ 4,77

Agravamento do surto do coronavírus adiciona incerteza, mas desvalorização cambial não é transitória como parte do mercado acredita, afirma Reinaldo Le Grazie, sócio da Panamby Capital

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
27 de fevereiro de 2020
6:01 - atualizado às 0:01
Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central e sócio da Panamby Capital
Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central e sócio da Panamby Capital - Imagem: Beto Nociti/BCB

Depois da alta de mais de 10% apenas neste ano, o dólar tem espaço para subir mais? Na análise de Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central e sócio da gestora Panamby Capital, o câmbio não só pode como precisa se desvalorizar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a maior parte do mercado enxerga a alta recente da moeda norte-americana como transitória em consequência da incerteza provocada pelo coronavírus, Le Grazie diz que o movimento é resultado, entre outros fatores, da piora nas contas externas brasileiras.

“O real tem que se desvalorizar para se ajustar à trajetória de aumento no déficit de conta corrente do país”, me disse Le Grazie, em uma entrevista no escritório da Panamby.

A gestora projeta o câmbio a R$ 4,50 no fim deste ano, acima dos R$ 4,15 da média do mercado, de acordo com o último boletim Focus do BC. Mas a taxa considerada de equilíbrio para a moeda americana é ainda maior e situa-se hoje em R$ 4,77, pelos cálculos da Panamby.

O movimento de piora nas contas externas seria aceitável se o Brasil tivesse uma boa história para contar para os investidores. O que não é o caso diante das dúvidas sobre a retomada da economia e da paralisação da agenda de reformas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A alta do dólar é a válvula de ajuste natural dessa conta”, disse Le Grazie.

Leia Também

A “ignição” do movimento de desvalorização cambial foi a queda da Selic para as mínimas históricas, que estreitou o diferencial entre de juros entre o Brasil e o exterior.

Para o ex-diretor de política monetária do BC, essa realidade veio para ficar e o país deve conviver com taxas de juros baixas por um longo período.

Le Grazie discordou, contudo, da última decisão do Copom que reduziu a Selic para os atuais 4,25% ao ano. Para ele, o BC deveria ter encerrado o ciclo de cortes para avaliar melhor os impactos do ciclo do corte de juros na economia. “Mas não é por 0,25 ponto percentual que a gente vai brigar”, ponderou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O sócio da Panamby também tem uma projeção de inflação maior do que a média do mercado, provocada justamente pela alta do dólar e por uma percepção melhor para o crescimento da economia, que deve garantir os 2% neste ano.

Eu estive no escritório da Panamby na sexta-feira, antes, portanto, do agravamento do surto do coronavírus, com a confirmação do primeiro caso ao Brasil.

Em uma nova conversa por telefone ontem, Le Grazie me disse que a notícia adiciona um componente de incerteza no mercado, mas que por enquanto não muda as estimativas para o câmbio e para os juros. Na bolsa, por outro lado, ele disse que deve haver uma correção no preço de ações que estavam muito caras.

“Eu não tenho preconceito em falar que estamos num ambiente de preços inflados.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, as principais posições da Panamby estão hoje na bolsa. A gestora possui pouco mais de R$ 200 milhões sob gestão e abriu recentemente um fundo multimercado para captação nas plataformas do BTG Pactual, Genial, Órama e Pi.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Qual a sua avaliação sobre a decisão mais recente do Banco Central de reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual? Parte do mercado achava que o juro deveria ficar em 4,5% ao ano...

Eu estava nessa linha. O impacto da queda da Selic ainda está acontecendo. Nós não vimos ainda todo o efeito dessa queda de juros. A atividade econômica já está vindo melhor e vai ter impacto na inflação em algum momento. O próximo ciclo poderia até ser de queda, mas o BC podia ter parado para ver como a sociedade reage a esse nível de taxa de juros.

Mas os dados recentes da economia vieram fracos e os índices de inflação também. Isso não dá razão ao Banco Central?

Eu sempre achei que 0,25 ponto percentual não fazia diferença, então não vamos brigar por causa disso. Mas os dados ruins que saíram do IBGE não batem com as conversas que tivemos com as empresas nem com dados setoriais. O IBGE pegou queda de volume, mas as empresas venderam bem. A diferença vem da inflação. Na nossa avaliação, o consumo doméstico no Brasil não mudou. Nós revisamos a projeção do PIB de 2,4% para 2,1% neste ano porque a importação subiu e a exportação caiu e se acelerou com a questão da epidemia do coronavírus. A válvula de escape é o dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alta do dólar veio para ficar?

O real tem que se desvalorizar para ajustar a conta corrente. O déficit de 3,6% do PIB que nós prevemos para o fim do ano não é muito alto, mas a velocidade desse avanço não é boa. Se continuar crescendo, em 2021 pode ficar acima de 4%. O que é até um número aceitável, mas é preciso ter uma boa história para contar. Nós estamos indo muito rápido para lá, com importações crescentes e perdendo eficiência na exportação. Então, a alta do dólar é a válvula de ajuste nessa conta.

O efeito da redução da taxa de juros também está nessa conta do dólar?

O [ministro da Economia] Paulo Guedes não devia falar sobre câmbio, mas ele falou certo. Nós estamos em um ambiente onde a taxa de juros é mais baixa e o fiscal tende a ser mais contracionista. Isso faz com que a moeda se desvalorize no curto prazo. A queda dos juros e do diferencial de taxas é a ignição desse movimento.

Até onde pode ir esse ajuste?

Nosso número para o câmbio no fim do ano é R$ 4,50. Mas nós não temos certeza se esse é o câmbio de equilíbrio. O nosso modelo fala em R$ 4,77. No Brasil, ainda existe uma predominância muito grande do “home bias”, ou seja, do investidor, seja pessoa física ou institucional, de manter grande parte dos recursos no próprio país. O investidor que começar a fazer uma alocação mais diversificada, incluindo investimentos no exterior, vai precisar comprar dólar.

O exportador também começa a deixar recursos no exterior, porque facilita as transações. Antes, em qualquer período em que o dinheiro ficava parado, o exportador trazia os recursos para o Brasil, mas agora a taxa de juros não atrai mais. Como eu acredito que esse movimento veio para ficar, esse diferencial tende a ser permanente. Então vamos ter que trabalhar com esse ambiente para sempre. Isso se soma à conta corrente, que tem que se ajustar agora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas com a desvalorização cambial em algum momento os produtos brasileiros para exportação não vão ficar mais competitivos e esse efeito na conta corrente vai se inverter?

Sem dúvida. Mas eu tenho duas considerações. A primeira é que o câmbio saiu de R$ 3,20 para R$ 4,40 em 24 meses e isso ainda não aconteceu. Mas uma hora vem. A segunda, e muito relevante, é que o real se desvalorizou muito menos em relação aos principais parceiros comerciais. Na prática, o real não é tão mais barato do que era há dois anos. Então, precisamos de mais desvalorização.

Por que a alta do dólar está aparentemente tão desconectada do risco-país e da inflação, como ocorreu em outros momentos?

Hoje é outro mundo. O dólar sobe e o repasse para a inflação é relativamente baixo. Mas vai ser um pouco mais alto agora com o crescimento maior da economia.

E qual a sua projeção para a inflação com essa alta de 20% do dólar nos últimos 12 meses?

A nossa projeção de inflação é mais alta que a do mercado. O mercado trabalha com um IPCA de 3,2% neste ano, enquanto nós temos algo como 3,5%. Para o ano que vem, nós esperamos entre 3,7% e 3,8%.

De onde mais vem a pressão sobre a inflação?

Existem três grandes efeitos fortes na inflação: o primeiro é a atividade econômica, quer seja um crescimento de 2% ou 2,5%. O segundo vem do dólar. O mercado trabalha com um câmbio a R$ 4,15 no fim do ano porque vê a alta como transitória em função da epidemia do coronavírus, enquanto nós vemos como necessária para o ajuste das contas brasileiras. O mercado também trabalha com a queda do preço de carne, a partir da devolução do choque que ocorreu no ano passado. Mas o preço está voltando a subir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De todo modo, uma projeção de 3,5% para a inflação neste ano não parece muito alta…

Do ponto de vista de juros está OK. Para o ano que vem nossa projeção de inflação está exatamente na meta, mas o BC pode ter que aumentar os juros já pensando na meta de 2022. Mas o Brasil não vai voltar a ter juros de 10%, acho até mesmo 8% improvável.

Voltando à questão do dólar, uma possível volta do investidor estrangeiro ao país não poderia inverter essa tendência de alta?

O estrangeiro já está na bolsa. Ele vende no dia a dia e compra nos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações) e follow ons (ofertas de empresas já listadas). Mas o fluxo de entrada hoje na bolsa é quase zerado e não parece que vai mudar. Uma grande aposta era que os estrangeiros aproveitariam a oferta de ações da Petrobras para comprar uma participação maior, o que não aconteceu.

Por que o estrangeiro não vem para a bolsa?

O estrangeiro também não está vindo para a dívida pública, não compra papéis longos. Talvez por isso a curva de juros hoje esteja bastante inclinada. A América Latina como um todo não brilha. O Brasil até poderia se diferenciar, mas com um PIB de 2% – e que agora vem sendo colocado em dúvida – fica difícil. Nós achamos que o crescimento deste ano em 2% está relativamente seguro, mas o investidor de fora não tem tanto tempo assim para analisar. A agenda de reformas vem tendo uma execução muito ruim. E existe outra ficha que é difícil de cair no Brasil. O ESG (sigla em inglês que significa boas práticas ambientais, sociais e de governança) hoje é uma variável muito importante.

Por que o ESG ganhou essa importância só agora?

Talvez apenas mais um grãozinho de areia que faltasse. Essa agenda não andou durante muito tempo e hoje floresceu. Agora não tem mais retrocesso nessa questão. E o Brasil nem fica tão mal na foto, mas não está vendendo bem. A questão de imagem está pegando. O que é uma pena, porque seria apenas o caso de dar o recado certo. Mas o dia que o Brasil quiser pode reverter essa história.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E como ficam as perspectivas para a bolsa nesse cenário?

O estrangeiro pode não vir, mas por outro lado tem uma grande mudança que aconteceu no Brasil que é o ambiente de taxa de juros muito baixas. O fluxo de recursos de renda fixa para ativos de risco está nos estágios iniciais sob qualquer "pizza" de alocação de recursos. O percentual de recursos em renda fixa pós-fixada no país ainda é muito alto e tem que diminuir.

Mas a bolsa já não subiu demais nos últimos anos? Gestores famosos falam em bolha...

Que tem bolha no mundo inteiro eu não tenho dúvida. Afinal, é um efeito da política monetária expansionista, fazer com que o preço dos ativos reais suba. A questão é saber se essa bolha vai estourar ou vai se ajustar aos poucos ao novo ambiente. Então eu não tenho preconceito em falar que estamos num ambiente de preços inflados.

Inclusive aqui no Brasil?

Aqui no Brasil existem dois grupos: o de papéis bons e caros e de papéis baratos, mas que parecem que não vão andar. É o caso de ações de empresas públicas, que possuem P/L (relação entre preço e lucro) baixo, mas que devem continuar assim. Existe o caso dos bancos, que estão descontados no mundo inteiro, embora no caso do Brasil os grandes privados tenham apresentado resultados muito bons, e alguns setores com P/L muito alto e que precisam se ajustar ao longo do tempo.

Mas dentro desses dois grupos na bolsa existem oportunidades?

Nós temos uma grande parte do nosso fundo em bolsa. O movimento direcional de taxa de juros acabou, então o mercado nos próximos anos será de bolsa. Nosso foco é tentar descobrir quais empresas estão se adaptando a todas essas mudanças, desde a macroeconômica até a digital. No atual ambiente de juros baixos, o mercado gosta de empresas de crescimento. Mesmo que o lucro não seja muito bom, os investidores estão aceitando. Isso pode dar certo ou não.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E quem está fazendo a lição de casa nesse sentido?

Não vou falar em nomes, mas nós gostamos do segmento financeiro, que está em transformação e tem empresas ganhando mercado de outras. Nós fazemos long short [posições compradas e vendidas] nesse setor, assim como em varejo, onde há companhias que se posicionam bem e outras não. Gostamos também de empresas de tecnologia que se aproveitam do contato com o cliente para oferecer outros serviços, inclusive financeiros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar