🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Para diminuir juros

Plano do BC para ampliar concorrência provoca disputa no mercado financeiro

BC pretende colocar de pé, até o fim do ano, um sistema de troca de dados automático, o chamado open banking

Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil - Imagem: Shutterstock

Uma das principais apostas do Banco Central para baixar a taxa de juros cobrada pelos bancos está provocando disputa entre as instituições financeiras pequenas e grandes, que estão de lados opostos na briga pela definição da nova política para incentivar a competição no mercado de crédito no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BC pretende colocar de pé, até o fim do ano, um sistema de troca de dados automático, o chamado open banking. Sua ideia é que quanto mais informações as instituições financeiras têm à sua disposição sobre potenciais clientes, mais seguras elas se sentirão para oferecer empréstimos mais baratos. Por isso, o BC quer que os bancos compartilhem entre si dados como a renda dos clientes e o histórico de crédito.

A consulta pública sobre o sistema foi encerrada pelo BC no fim de janeiro. O resultado das sugestões explicita as divergências no mercado. De acordo com o Banco Central, a regulação deve ficar pronta até o fim do primeiro semestre deste ano.

No centro da discórdia está o pagamento pelo uso das informações. Pela proposta do BC, a instituição financeira que consultar dados de cadastro de um cliente uma vez por dia e dados de transações de um cliente até quatro vezes por dia não precisará pagar nada. Acima disso, porém, será preciso ressarcir a outra instituição, que forneceu os dados.

Na consulta pública, instituições menores defenderam que a troca de informações seja gratuita para até 20 consultas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) quer limites menores para a gratuidade. Em suas sugestões, defende que seja gratuita apenas uma consulta de dados por mês e uma consulta de dados de transações por dia. Mais consultas seriam pagas. Entre os principais custos para participar do open banking estão o desenvolvimento de sistemas e o de pessoal.

Leia Também

QUESTÕES POLÍTICAS

A Selic pode terminar 2027 em 9,75% ao ano… ou subir para 15,5% — e o que vai definir a taxa não é a economia

NOBEL CONTROVERSO

O médico que ganhou um Prêmio Nobel por fazer 12 furos no cérebro dos pacientes

Rigidez

A Febraban e algumas instituições maiores defendem maior rigidez no ressarcimento justamente porque, segundo elas, a disponibilização de dados possui um custo não desprezível. Por outro lado, instituições financeiras menores alertam que, caso o BC acate a sugestão da Febraban, o open banking será sepultado antes de começar a funcionar.

Para o advogado Marcelo Padua, sócio do escritório Cascione Pulino Boulos Advogados e especialista em direito bancário, a dificuldade da regulamentação está em encontrar um equilíbrio. "É um equilíbrio sensível. De fato, as instituições terão uma série de custos para cumprir suas obrigações com o open banking."

Segundo fontes do setor, as plataformas de crédito que surgiram nos últimos anos em um ambiente já digital têm um custo de R$ 0,000004 por requisição, bem inferior ao dos grandes bancos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já Carlos Netto, presidente da Matera - empresa de tecnologia que tem montado o sistema de diversos bancos médios - considera que o BC terá que fazer uma regulação equilibrada sobre a cobrança, porque os grandes bancos não conseguirão completar a transição tecnológica da noite para o dia.

"O jogo comercial é natural. Quem vende quer vender caro, quem compra quer comprar barato. Os bancos grandes terão um custo inevitável, mas a tecnologia vai baratear muito essas requisições de dados.
Conseguimos realizar 15 mil buscas por segundo em um servidor em nuvem, enquanto bancos tradicionais precisam de um supercomputador com alto consumo de eletricidade para realizar um volume de operações parecido", compara Netto.

Projeção de custos

Consultada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Febraban respondeu, por meio de nota, que ainda não tem uma projeção de custos para a troca de dados, já que o volume de informações a ser transmitido ainda não foi definido. "A cobrança pelas chamadas será somente para o ressarcimento do custo operacional. Existirão volumes significativos de transações. Existem exemplos de outras localidades em que os volumes crescem de forma exponencial a cada mês, o que geram custos significativos para a sustentabilidade do projeto", acrescentou a entidade.

Para a Febraban, estender a troca gratuita para até 20 consultas - como defendem algumas instituições menores - acabaria onerando não apenas os grandes bancos, mas também as próprias fintechs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Rei Harald V Noruega fortuna (1) 28 de agosto de 2026 - 10:28
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar