Weg registra lucro 7,7% superior ao primeiro trimestre do ano passado
Receita líquida da fabricante de motores foi de R$ 2,932 bilhões no balanço do primeiro trimestre de 2019, 14,9% maior que o registrado no ano passado

A Weg anunciou hoje, 24, os seus resultados para o primeiro trimestre do ano. Com um lucro líquido de R$ 306,849 milhões, a empresa registrou um crescimento de 7,7% com relação com mesmo período do ano passado.
O valor real veio abaixo da estimativa do mercado, que segundo a Bloomberg era de R$ 338 milhões, 26% maior do que o apresentando. No comparativo com o último trimestre de 2018, a queda do lucro foi de 8,5%.
No comparativo com o primeiro trimestre de 2018, a receita líquida registrada foi 14,9% maior, aos R$ 2,932 bilhões. O número é 6,2% menor que o computado no último trimestre do ano.
No relatório de resultados, a empresa destaca a melhora de sua rentabilidade e a expansão do retorno sobre o capital investido, que atingiu 18% no período. "Observamos a retomada de algumas cotações de projetos de ciclo longo, ainda concentradas em indústrias específicas como as de papel e celulose, óleo e gás e mineração. Vale destacar que essa retomada deve acontecer de forma gradual, dependendo da confirmação da melhora do cenário econômico e do aumento da confiança do setor industrial brasileiro".
A maior parte da composição da receita operacional líquida (ROL) foi composta pelo mercado externo, responsável por R$ 1,680 bilhões, 57% do total. A receita do mercado externo foi impactada pela variação do dólar norte-americano. No primeiro trimestre de 2018 o valor médio era de R$ 3,24 e passou para R$ 3,77 em 2019, uma valorização de 16,3%. O mercado interno teve um crescimento de 11% ante o mesmo trimestre do ano passado. Segundo a empresa, o crescimento teria sido de 7,9% ao se eliminar os efeitos da aquisição da TGM.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) registrado pela Weg foi de R$ 461,798 milhões, 21,6% maior na comparação com os primeiros meses de 2018. A margem Ebitda cresceu para 15,7% contra os 14,9% do mesmo período do ano passado.
Leia Também
O resultado financeiro líquido no período foi negativo em R$ 36,1 milhões, ante R$ 27,9 milhões no comeõ de 2018. Segundo a empresa, a queda no comparativo semestral se deve à menor receita de aplicações financeiras e pela atualização monetária das provisões do período.
O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) da Weg foi de R$ 2,074 bilhões no primeiro trimestre de 2019, 13,5% maior que o registrado em igual período de 2018 e 6% menor que o último resultado apresentado, no quarto trimestre.
Como resultado dos esforços da companhia em reduzir custos e aumentar a produtividade, a margem bruta subiu 0,8% com relação ao primeiro trimestre do ano passado. No período, o preço médio do cobre e o preço médio do aço apresentaram queda de 10,6% e 8,2% respectivamente no comparativo com o mesmo período do ano passado.
SINAL VERDE
GPA (PCAR3) vai virar a página? Justiça dá aval a plano de recuperação extrajudicial; ação dispara até 10% na B3
7 de outubro de 2026 - 14:17VAI VIRAR O JOGO?
Hora de comprar JBS (JBSS32)? Dor de cabeça pode virar trunfo — e fazer ação saltar até 70%, diz XP
7 de outubro de 2026 - 8:46O RALI ESTÁ SÓ COMEÇANDO
Bolsa brasileira disparou após o 1º turno; agora, UBS BB revela onde ainda pode haver espaço para ganhar
6 de outubro de 2026 - 19:43PROJEÇÃO PARA O BALANÇO
Vale (VALE3) sob pressão: Citi diz o que está no caminho da mineradora; saiba o que fazer com a ação agora
6 de outubro de 2026 - 19:05NO MEIO DO CAMINHO
Banrisul (BRSR6) ainda não conquistou o UBS BB — mas apostar contra a ação ficou mais difícil; analistas elevam recomendação
6 de outubro de 2026 - 17:02SEGUNDO O BTG PACTUAL
Grupo Mateus (GMAT3), Vulcabras (VULC3) e outras: por que a economia nem precisa melhorar tanto para estas ações decolarem logo
6 de outubro de 2026 - 16:20O BONDE DOS ESQUECIDOS?
Comeram poeira! Rali dos bancos na B3 deixa estas duas ações para trás — mas JP Morgan vê espaço para uma nova arrancada
6 de outubro de 2026 - 15:32PUXOU O FREIO
JP Morgan ‘manda vender’ ação do Banco do Brasil (BBAS3) após rali eleitoral — e elege outro bancão para comprar agora
6 de outubro de 2026 - 14:22OTIMIZANDO ONDE DÁ
Na luta para virar o jogo, Hapvida (HAPV3) fecha acordo bilionário com a Roche. Como a parceria pode ajudar a operadora?
6 de outubro de 2026 - 10:31DESPEDIDA COM DATA MARCADA
Adeus, B3: oferta para tirar Helbor (HBOR3) da bolsa recebe aval da CVM e tem leilão marcado; veja os próximos passos
6 de outubro de 2026 - 9:50VEJA AS FAVORITAS
Após eleições, JP Morgan troca campeãs do Minha Casa, Minha Vida por construtoras de média e alta renda
5 de outubro de 2026 - 18:13COMMODITIES
Petrobras (PETR4) ou Vale (VALE3): qual delas se dá melhor caso Flávio Bolsonaro vença o segundo turno
5 de outubro de 2026 - 17:05MODO RELAX
Da esteira para a massagem: Smart Fit (SMFT3) quer comprar até 20% do Buddha Spa. O que está por trás da estratégia?
5 de outubro de 2026 - 9:00FAVORITA DOS ANALISTAS
Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja a ação que pode blindar seus investimentos no segundo turno
5 de outubro de 2026 - 6:03A VACA E O FRANGO
JBS (JBSS32) ou MBRF (MBRF3): qual ação tem mais potencial para 2027? Itaú BBA elege sua favorita
4 de outubro de 2026 - 13:13MERCADOS
A ação que fez Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) comerem poeira e dobrou de preço com trade eleitoral de Flávio Bolsonaro
2 de outubro de 2026 - 19:49DE OLHO NAS RIVAIS
Os planos do novo CEO da B3 (B3SA3) para fortalecer a bolsa de valores diante do avanço da concorrência, segundo o BTG
2 de outubro de 2026 - 17:10A LISTA DE DESPEDIDAS VAI AUMENTAR
Mais um adeus à B3: Claro assume Desktop (DESK3) por R$ 1,75 bilhão e prepara OPA. O que muda para quem tem as ações?
2 de outubro de 2026 - 8:53RENDA EXTRA NA CONTA
Enquanto três gatilhos não fazem preço na CPFL (CPFE3), Itaú BBA defende a compra pelos dividendos
1 de outubro de 2026 - 17:45VIRADA À FRENTE