O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Maior parte do investimento anunciado na quinta-feira será destinada à consolidação de ativos florestais. Os recursos vão financiar aquisições e arrendamento de terras, consumindo um total de R$ 531 milhões
O conselho de administração da Suzano aprovou na quinta-feira, 19, um investimento de R$ 933,4 milhões no Espírito Santo. O dinheiro será usado em ativos florestais, na reforma da fábrica no município capixaba de Aracruz e na construção de uma nova unidade voltada à produção de papel higiênico e papel toalha, uma das apostas mais recentes da companhia para ganhar musculatura também para ficar conhecida no varejo.
A líder global em celulose de fibra curta - após a compra da rival Fibria, em 2018 - afirmou que os investimentos no Espírito Santo serão viabilizados por créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que a companhia tem com o Estado. Atualmente, a companhia tem um total de R$ 1,1 bilhão para reaver. O valor foi acumulado ao longo de mais de dez anos.
A maior parte do investimento anunciado na quinta-feira será destinada à consolidação de ativos florestais. Os recursos vão financiar aquisições e arrendamento de terras, consumindo um total de R$ 531 milhões nos próximos 24 meses.
Já a reforma da fábrica de celulose em Aracruz vai custar R$ 272,4 milhões, com prazo de execução estimado em 25 meses pela fabricante de papel e celulose. A construção da unidade de papel higiênico e papel toalha vai consumir um total de R$ 130 milhões. A unidade deverá elevar a capacidade da Suzano em papel tissue (sanitários e de uso no lar) em 30 mil toneladas ao ano, para um total de 130 mil toneladas.
Para a unidade de Aracruz, a companhia diz que as prioridades do retrofit serão eficiência industrial e energética, com redução no consumo de insumos para produção. Esse movimento pode trazer novas fontes de receita para o negócio, disse o diretor executivo de relações e gestão legal da Suzano, Pablo Machado, em teleconferência realizada na quinta-feira.
"Com o aumento da eficiência energética da planta, iremos elevar a nossa capacidade de geração e exportação (da energia excedente) para as redes de transmissão", afirmou o executivo, sem mais detalhes.
Leia Também
Previsão de alta. A XP Investimentos atualizou suas estimativas para o setor de papel e celulose em 2020. Isso levou a uma elevação dos preços-alvo das ações da Suzano para R$ 45 e da Klabin para R$ 20,50.
Os novos valores representam potencial de alta de 14% e de 9%, respectivamente. No caso das duas empresas, a revisão leva em conta o cenário de preços mais elevados para a celulose esperado para o ano que vem.
O analista Yuri Pereira diz esperar um período de normalização dos estoques da matéria-prima, com recuperação gradual das margens das fabricantes e crescimento discreto da produção. A previsão é de que a celulose de fibra curta na China seja cotada a US$ 520 a tonelada, ante os US$ 470 atuais.
A recomendação da XP é de compra do papel da Suzano. Para a Klabin, a perspectiva permanece neutra.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos
Produção de minério cresce entre janeiro e março, cobre e níquel surpreendem e bancos elevam projeções de lucro e geração de caixa; saiba o que fazer com os papéis agora