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Uma importante tradição da internet brasileira foi quebrada neste ano. Estou falando do #ShowDosAtrasados do Enem. As imagens de pessoas desesperadas chegando para a prova depois do horário simplesmente não aconteceram. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas, no mercado financeiro, os atrasados de sempre não decepcionaram. Que o diga a agência de […]

Uma importante tradição da internet brasileira foi quebrada neste ano. Estou falando do #ShowDosAtrasados do Enem. As imagens de pessoas desesperadas chegando para a prova depois do horário simplesmente não aconteceram.
Mas, no mercado financeiro, os atrasados de sempre não decepcionaram. Que o diga a agência de classificação de risco Fitch, que decidiu hoje manter a nota do Brasil em “BB-” e com perspectiva estável. Em outras palavras, não teremos nenhuma melhora de avaliação no curto prazo, mesmo com a aprovação da reforma da Previdência.
As agências de risco são responsáveis por analisar a capacidade de países ou empresas honrarem suas dívidas. Quanto melhor a nota, que varia em uma escala que começa em “AAA” e termina em “D”, menor o risco de um investidor levar calote.
A avaliação atual da Fitch mantém o Brasil três notas abaixo do mínimo para ter o tal “selo de bom pagador”. O país havia conquistado o histórico grau de investimento em 2008, mas acabou perdendo essa condição sete anos depois.
De todo modo, esse tipo de nota perdeu muito a relevância no mercado desde a crise financeira, quando as agências classificavam como “AAA” os títulos imobiliários podres que os bancos norte-americanos carregavam.
A decisão da Fitch rendeu uma longa troca de mensagens hoje com o meu colega Eduardo Campos, que fica lá em Brasília. Para ele, a agência não está atrasada, e sim prudente ao manter a nota do Brasil. Saiba as razões nesta matéria que ele escreveu.
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E por falar em grau de investimento, o tema também foi abordado pelo economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita. Ele reuniu alguns jornalistas para um café da manhã para comentar as perspectivas para o país. A Bruna Furlani esteve lá e conta para você o que ele espera.
Se por um lado a bolsa de valores brasileira teve um dia de alívio, puxada sobretudo pelo finalzinho da temporada de balanços e pelas notícias nacionais, por outro a pressão sobre o dólar não deu trégua. A moeda do país de Donald Trump quase beliscou os R$ 4,20 em meio às preocupações dos investidores com o futuro político da América Latina. O Victor Aguiar traz as novidades sobre essa história e como foi o dia de negociações na B3.
Hoje de manhã, quando abri o balanço do terceiro trimestre da Via Varejo, confesso que pensei “dia de queda certa para as ações”. Agora imagina qual foi a minha surpresa quando as ações dispararam na bolsa ao longo do pregão de hoje. Curioso, me questionava como era possível uma empresa que quase quadruplicou seu prejuízo e se viu no meio de possíveis fraudes contábeis ser tão bem vista. Pois bem, eu fiz uma análise do balanço, tive acesso aos relatórios dos analistas e conto para você o que os investidores viram nos números da varejista.
Essa é sem dúvida a máxima que melhor define o desempenho da Vivara desde que a empresa abriu capital na bolsa. A rede de joalherias chegou no mercado no mês passado prometendo grandes feitos, como novas lojas, crescimento do comércio online e da trajetória financeira. E o balanço do terceiro trimestre mostrou que a companhia anda fazendo a lição de casa direitinho. O Victor Aguiar mergulhou nos números e traz também a reação das ações da Vivara ao balanço.
Poderia ser uma disputa olímpica, mas é apenas o ranking da corrupção nos sistemas político e econômico brasileiro. A empreiteira OAS levou hoje a medalha de bronze dos maiores acordos de leniência firmados na Operação Lava Jato. Na história, o pagamento só fica atrás da Odebrecht (R$ 2,7 bilhões) e da Braskem (R$ 2,87 bilhões). Confira nesta matéria o quanto a empreiteira vai desembolsar e o prazo para o pagamento, que foi até bem generoso.
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