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Mourão defende mudanças no BPC e prega “clareza, determinação e paciência” para negociar reforma da Previdência

Vice-presidente defendeu a pauta de reformas e disse saber das “angústias e dúvidas” sobre o projeto que está no Congresso

26 de março de 2019
18:42 - atualizado às 19:39
Hamilton Mourão
Vice-presidente Hamilton Mourão - Imagem: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Em meio à crise do governo com o Congresso, o vice-presidente Hamilton Mourão defendeu, nesta terça-feira, 26, clareza, determinação e paciência para negociar a aprovação da reforma da Previdência.

Em uma rápida declaração à imprensa antes de participar de uma reunião da Fiesp na capital paulista, Mourão disse que é preciso conduzir reformas que interessam ao País e declarou saber das "angústias e dúvidas" que estão sendo levantadas sobre a proposta do governo para o sistema de aposentadoria.

"É preciso clareza em termos de convencer os nossos parlamentares e, mais do que eles, a nossa população, determinação de levar isso à frente e paciência para negociar tudo aquilo que tiver de ser negociado", afirmou o vice-presidente ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

BPC tem que mudar

Enquanto líderes no Congresso defendem retirar da reforma da Previdência as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC), Mourão afirmou que é impossível sustentar o benefício nas regras atuais.

"Temos que olhar isso, não há mais como sustentar isso aí", declarou Mourão, lembrando que o pagamento do BPC foi regulamentado para ser pago a idosos a partir de 70 anos e que a idade foi diminuindo para 67 e depois para 65. Para o vice-presidente, a atual regra incentiva pessoas a não contribuírem por saberem que vão receber um salário mínimo a partir desse período da vida.

Salário mínimo

Além de defender mudanças no BPC, o vice de Bolsonaro declarou que é necessário "lidar com aquilo que chamamos de vacas sagradas", fazendo uma crítica à regra de reajustar o salário mínimo pela inflação e o crescimento do PIB - legislação que precisará ser revista pelo governo. Para o vice, essas "vacas sagradas "são até hoje responsáveis por muitos dos nossos problemas" porque o salário não seria, na opinião dele, realmente "mínimo".

*Com Estadão Conteúdo.

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